A Hays apresenta o seu Guia do Mercado Laboral 2016, uma análise detalhada das tendências do mercado de trabalho qualificado em Portugal, com base em inquéritos realizados junto de mais de 800 empregadores e cerca de 3200 profissionais. Aborda também as políticas retributivas e as médias salariais das mais variadas funções e áreas, as motivações dos profissionais portugueses, as preferências de quem está a contratar e as profissões mais recrutadas em todos os setores.
De acordo com a edição deste ano, uma percentagem recorde de 74% de empregadores pretende contratar mais colaboradores, sobretudo perfis comerciais, de engenharia e de tecnologias da informação. No entanto, a percentagem de empresas que pretendem recrutar é superior na região Norte (78%) e Centro (80%), comparativamente à região Sul (71%).
Por outro lado, a percentagem de profissionais que consideram mudar de emprego caiu para 74%, o valor mais baixo alguma vez registado nestes inquéritos. Só no ano passado, 47% dos profissionais qualificados recusaram já ofertas de emprego, sobretudo por questões salariais (43%) ou por falta de interesse no projeto (38%).
Outras conclusões do Guia do Mercado Laboral 2016:
- 75% dos profissionais estão insatisfeitos com a sua progressão de carreira;
- Área de marketing e comunicação foi a que mais subiu nas intenções de recrutamento, estando agora no Top 5 nacional;
- Os profissionais de turismo & lazer e de recursos humanos são os que revelam maior disponibilidade para mudar de emprego em 2016;
- Dificuldade em encontrar os profissionais certos levou 55% das empresas a contratar pessoas pouco adequadas para a função;
- 82% dos profissionais no estrangeiro pretendem voltar a trabalhar em Portugal;
- Reino Unido é o destino de emigração mais desejado pelos profissionais portugueses.
“Pela primeira vez em muitos anos, a percentagem de empregadores que pretendem recrutar igualou a percentagem de profissionais que consideram mudar de emprego.” afirma Paula Baptista, managing director da Hays Portugal. “Aproximam-se momentos de competição acérrima pelos melhores profissionais do mercado, sendo que o verdadeiro crescimento estará, sem dúvida, do lado dos empregadores que conseguirem garantir e preparar as melhores equipas.”