Segundo o estudo setores Portugal “Trabalho Temporário” publicado pela Informa D&B, a faturação agregada das empresas portuguesas de trabalho temporário registou em 2014, num contexto de recuperação do emprego, um aumento de 4,5%, após vários anos de fortes quebras. Assim, o volume de negócios situou-se perto dos 910 milhões de euros. Os exercícios anteriores, no entanto, estiveram marcados pela forte crise económica, que se traduziu em contrações da faturação de 15% em 2012 e de 2% em 2013.
As previsões para o biénio 2015/16 apontam para um prolongamento da tendência de crescimento da faturação sectorial. Para 2015, estima-se um aumento das receitas de perto de 7%. O número de empresas de trabalho temporário com atividade em Portugal manteve entre os anos de 2005 e 2012 uma tendência de descida, reduzindo 25% neste período.
Entre 2012 e 2014, no entanto, registou-se uma ligeira recuperação, com um crescimento anual do número de operadores na ordem de 1%. No exercício de 2014 existiam 205 empresas de trabalho temporário autorizadas, mais quatro do que no final de 2012.
Lisboa concentra a maior parte das empresas de trabalho temporário, localizando-se nesta zona cerca da metade do total nacional em 2013 (98). Seguem-se a zona norte, com 77 empresas, e a zona centro, com 15.