A Grécia é uma das responsáveis, segundo Rui Guerra Partner da Mercer, pelos fundos de pensões portugueses terem obtido uma rendibilidade mediana estimada de -2.1%. Isto coloca a rendibilidade desde o início do ano em 4.6%.
O Partner da Mercer, salienta que “ esta performance resultou do desempenho negativo das obrigações e das acções. Os resultados de Junho foram influenciados pela incerteza sobre a situação na Grécia, dados económicos menos positivos sobre a economia americana e chinesa”.
A yield das obrigações de dívida privada com qualidade de crédito AA e maturidade superior a 10 anos, índice de referência para as taxas de desconto dos planos de pensões, era de 2.1% no final do mês de Junho. No final de Maio esta taxa era de 1.6%.