Perda de dados acima de 400%, as empresas referem que continuam sem preparação para a nova era da Mobilidade, Cloud e Big Data segundo estudo da EMC.
Destaques do Estudo:
- A perda de dados e tempo de inactividade custa às empresas $1.7 Biliões1
- Em média, as empresas perderam 400% 2 mais dados ao longo dos últimos dois anos (equivalente a 24 milhões de emails3 em cada uma)
- 71% dos profissionais de TI não confiam totalmente na sua capacidade para recuperar a informação depois de um incidente
- 51% das organizações não tem um plano de disaster recovery para workloads4 emergentes; apenas 6% têm planos para big data, cloud híbrida e mobilidade
- Apenas 2% das organizações são “Leaders” na protecção de dados, 11% “Adopters”; 87% estão atrás da curva
- China, Hong Kong, Holanda, Singapura e os Estados Unidos lideram na maturidade de protecção; Suíça, Turquia e os Emirados Árabes Unidos ficam atrás
- Empresas com três ou mais fornecedores perdem três vezes mais dados do que aqueles com uma estratégia de um único fornecedor
A EMC Corporation anunciou os resultados de um novo estudo de protecção de dados global, que revela que os custos com a perda de dados e tempo de inactividade nas empresas ultrapassaram os 1.7 Biliões de dólar nos últimos doze meses, ou o equivalente a quase 50% do PIB da Alemanha. A perda de dados é de até 400% desde 2012, enquanto, surpreendentemente, 71% das organizações ainda não estão totalmente confiantes na sua capacidade de recuperação após uma interrupção.
O EMC® Global Data Protection Index, realizado pela Vanson Bourne, entrevistou 3.300 IT decision makers de PME e grandes empresas em 24 países.
Impacto da perda de dados e tempo de inactividade
A boa notícia é que o número de incidentes relacionados com perda de dados está a diminuir em geral. No entanto, o volume de perda de dados durante um incidente está a crescer exponencialmente:
- 64% das empresas inquiridas já passou por uma situação de perda de dados ou de tempo de inactividade nos últimos 12 meses
- A maioria das empresas já experimentou mais de três dias de trabalho (25 horas) de downtime inesperados nos últimos 12 meses
- Outra das consequências comerciais na interrupção são as perdas de receita (36%) e os atrasos no desenvolvimento de produto (34%)
Os novos Desafios na Protecção de Dados
Tendências empresariais, tais como big data, mobilidade e cloud híbrida criam novos desafios para a protecção de dados:
- 51% das empresas não têm um plano de disaster recovery para nenhum destes ambientes e apenas 6% têm um plano comum a todos
- Na verdade, 62% consideram big data, mobilidade e cloud híbrida como “difícil” de proteger
- Com 30% de todos os dados primários localizados em alguma forma de armazenamento na cloud, isso poderia resultar numa perda substancial desses dados
O Paradoxo da Protecção
A adopção de tecnologias avançadas de protecção de dados diminui drasticamente a probabilidade de interrupção. E, muitas empresas recorrem a vários fornecedores de TI para resolver os seus desafios de protecção de dados. No entanto, uma abordagem baseada em silos na implementação recorrendo a vários fornecedores pode aumentar os riscos:
- As empresas que não tenham implementado uma estratégia de disponibilidade contínua são duas vezes mais propensas a sofrer perda de dados do que as que têm.
- As empresas que utilizam três ou mais fornecedores para fornecer soluções de protecção de dados perdem três vezes mais dados do que aquelas que unificam a sua estratégia de protecção de dados em torno de um único fornecedor
- As empresas com três fornecedores provavelmente gastaram uma média de $3 milhões a mais na sua infra-estrutura de protecção de dados em comparação com as que trabalham com apenas um fornecedor
A Matriz de Maturidade
Os participantes no estudo EMC Data Protection receberam uma pontuação baseada nas suas respostas, colocando por ordem a sua maturidade no que diz respeito à protecção de dados numa de quatro categorias (ver metodologia para mais detalhes):
- A grande maioria – 87% – das empresas classifica-se nas duas últimas categorias de maturidade na protecção de dados
- Globalmente 13% estão à frente da curva do ranking, com 11% classificadas como “adopters” e 2% consideradas “Leaders”
- A China tem o maior número de empresas à frente da curva (30%) e os Emirados Árabes Unidos o menor (0%)
- Empresas grandes com mais de 5.000 colaboradores tinham duas vezes mais probabilidades (24%) para estar à frente da curva do que as pequenas empresas de 250-449 colaboradores (12%); as empresas nos EUA e Holanda foram as maiores vanguardistas fora da Ásia-Pacífico e Japão (a 20% e 21%, respectivamente)