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número de beneficiários de prestações de desemprego caiu 3,3% em agosto face ao mesmo mês do ano passado, mas registou um aumento de 0,3% em relação a julho, totalizando 179.517 pessoas, de acordo com a síntese estatística do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Em termos homólogos, houve menos 6.169 beneficiários do que em agosto de 2024. Já na comparação mensal, registou-se uma subida de 558 pessoas. Esta evolução põe fim a um ciclo de cinco meses consecutivos de recuo, já que o número vinha a descer desde fevereiro e tinha atingido, em julho, o valor mais baixo desde julho de 2024: 178.959 beneficiários.
No que respeita ao subsídio de desemprego, verificou-se em agosto uma diminuição homóloga de 2,3%, menos 3.433 pessoas, fixando-se o total em 146.376 beneficiários. Contudo, face a julho, observou-se uma subida de 1,1%, equivalente a mais 1.584 pessoas. O valor médio mensal pago atingiu 712,86 euros, representando uma variação anual positiva de 8,2%.
Também o subsídio social de desemprego inicial registou uma quebra expressiva: menos 1.298 prestações processadas em termos homólogos (-19,4%) e menos 144 em termos mensais (-2,6%), abrangendo 5.403 beneficiários. Já o subsídio social de desemprego subsequente foi atribuído a 19.953 pessoas, o que traduz uma queda homóloga de 4% (menos 833) e uma redução de 2% face a julho (menos 417).
Tal como em períodos anteriores, as prestações de desemprego continuam a ser maioritariamente atribuídas a mulheres: 105.869 beneficiárias contra 73.648 homens, o que corresponde a 59% e 41%, respetivamente.
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