Combater a incerteza e ansiedade organizacional: o grande desafio da consultoria e capacitação em Gestão de Pessoas!
Lugar comum é afirmar-se que se vivem tempos de incerteza, certamente demasiado duradouros. E por um sucedâneo de fenómenos de escala mundial, pode-se afirmar que esta incerteza não tem, ainda, fim à vista.
Perante momentos de forte disrupção, a vários níveis, poderá só existir uma fórmula, reagir de forma rápida e eficiente, com a capacidade de se irem antecipando fenómenos algo anómalos e, acima de tudo, reinventar-se a capacidade de respostas flexíveis aos problemas, o que implica, até, certa dose de criatividade.
Nesta lógica, percebe-se claramente a ansiedade organizacional de como enfrentar tais desafios. Numa análise meramente casuística e de reação emocional imediata, a preocupação é de uma orientação clara para a redução de custos, sendo que, nesta abordagem, muitas vezes se repercutem negativamente sobre as pessoas. Mas quando se adota uma reflexão mais racional, começa a perceber-se que talvez seja avisado um diagnóstico mais profundo que, passando pela tentativa de aumentar a eficiência, se consiga melhorar os processos internos e de relação com o Mercado.
Com a coragem inerente de se entrar numa lógica de reestruturação, simplificando e modificando modelos operacionais de forma a serem mais produtivos. É com base nesta análise, aprofundada, que o ISQ Academy tem vindo a posicionar-se, claramente consciente que pode ser um ator importante como parceiro de desenvolvimento de negócio no atual quadro do tecido empresarial.
Desta análise há uma perceção clara que é fundamental existir um controlo estrito sobre as operações e uma flexibilidade de resposta acentuada. Há que minimizar ou evitar danos que comprometam os resultados organizacionais, no fundo há que colocar uma forte tónica na gestão do risco.
Daí que o nosso posicionamento de consultoria em gestão de pessoas parta sempre de uma identificação clara dos estrangulamentos e ineficiências dos processos, com vista a seguirem-se soluções em que por via da promoção da inovação e da colaboração, os pilares da Cultura Organizacional sejam capazes de agregar compromissos para enfrentar os mais difíceis desafios.
Mas existe algo poderoso que pode ser facilitador deste processo. Estamos na era da Inteligência Artificial. Há, pois, que a aproveitar nas suas maiores virtudes, sabendo-se que a mesma poderá contribuir para a poupança de custos, para a eficiência de processos e para a eficácia nas vendas e no marketing, mas também para facilitar os processos de tomada de decisão.
Se é a panaceia para todos se enfrentarem problemas e se vencerem desafios? Não, não o será se não mantivermos o designado elemento humano. Daí que devem estar bem presentes as skills de resolução de problemas, gestão de relações, desenvolvimento de processos de mudança, entre tantas outras.
Dificilmente a digitalização as substituirá, pois são diferenciadoras e uma mais-valia considerável.
Não esqueçamos, contudo, que para que os benefícios da Inteligência Artificial e o Elemento Humano coabitem, sejam complementares e, no fundo, resultem em sucesso organizacional, há que, também, ser redefinido o modelo de liderança. Até porque as novas gerações observam a liderança por via de um novo paradigma.
A liderança de futuro, que é o de hoje, será menos hierárquica e mais colaborativa. Em vez dos chefes autoritários, teremos mentores e facilitadores. O foco não será tão números, mas um foco efetivo nas pessoas, em que a preocupação sobre o bem-estar das mesmas tem de ser real.
Desgaste emocional elevado, baixas recompensas, falta de autonomia, reduzida flexibilidade laboral, poderão ser um ónus real a perda de talento, reduzido compromisso e produtividade baixa. Privilegia-se muito a aquisição de competências, as perspetivas de evolução de carreira, a redução de carga burocrática, bem como o espaço para a respetiva vida pessoal.
Equilibrar o profissional e o pessoal é hoje em dia uma arte de quem lidera. Perante a velocidade imposta pela transição digital, sem esquecer muito claramente a transição verde, crucial numa Sociedade muito mais equilibrada, no ISQ Academy entendemos que os desafios da liderança e fortalecimento do talento são de importância decisiva para a produtividade e nas respostas mais coerentes ao Mercado.
Daí a preocupação de Acrescentar Valor, através do trabalho sobre business cases ajustados a cada realidade, sempre com base em diagnósticos exaustivos e de desenho de soluções trabalhadas numa lógica de parceria.
É uma forma de estar em consultoria que respeita a Cultura Organizacional, mas que, também, parte do potencial de desenvolvimento das Pessoas, envolvendo-as no commitment das mesmas para a mudança e capacitando-as para novas competências, respondendo aos desafios atuais, o que, no fim da linha, lhes permite estarem mais motivadas e felizes.
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