Quase metade das mulheres diz que a pandemia teve um impacto negativo nas suas carreiras. No entanto, quase duas em cada três das que deixaram de trabalhar durante este período dizem estar prontas para voltar ao mundo laboral. Oito em cada dez mulheres afetadas no trabalho estão a considerar aumentar o seu conhecimento em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).
Por ocasião do Dia Mundial da Mulher Trabalhadora, que se comemora a 08 de março, a MetLife destaca as mulheres que, após terem sentido o impacto nas suas carreiras nos últimos dois anos devido à pandemia, desejam regressar ao mercado de trabalho.
De acordo com um estudo de mercado realizado pela MetLife, quase metade das mulheres (48%) diz que a pandemia teve um impacto negativo nas suas carreiras.
No entanto, quase duas em cada três (63%) que deixaram de trabalhar nesse período dizem que estão prontas para regressar. Melhor do que isso, oito em cada dez está a considerar retomar a sua carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), refletindo uma mudança de paradigma de “Resignação” para “Requalificação”.
Quase metade das mulheres (48%) diz que a pandemia teve um impacto negativo nas suas carreiras
Este estudo da MetLife mostra que as mulheres interessadas em STEM identificam vários fatores que as encorajariam a seguir uma carreira nessas áreas:
- Maior diversidade, equidade e inclusão no processo de liderança (38%).
- Benefícios que melhor se adaptam às suas necessidades (33%).
- Maior flexibilidade nos contratos de trabalho (31%).
- Formação específica que as ajude a progredir na carreira (30%).
- Estágios ou formações remuneradas (29%).
- Recursos para empregados (28%).
Nesse sentido, a MetLife assume o compromisso a longo prazo para ajudar as mulheres nas suas carreiras profissionais, promovendo a igualdade de género através de programas como estágios técnicos, formações ou mentoria para dotar as mulheres das ferramentas necessárias nessas áreas de elevada procura.
“Uma das nossas prioridades como empresa sempre foi promover internamente o talento feminino. Para isso, trabalhamos constantemente em diferentes projetos que proporcionam planos de desenvolvimento profissional, bem como a possibilidade de gerar networking entre as mulheres dentro da empresa. Uma das iniciativas que lançámos recentemente vinculada aos profissionais de STEM é a criação de uma rede chamada Mulheres na Tecnologia”, sublinha Oscar Herencia, vice-presidente da MetLife para o sul da Europa e diretor-geral da MetLife na Ibéria.
Da mesma forma, os benefícios sociais e programas de incentivo que as organizações oferecem aos seus trabalhadores desempenham um papel fundamental para garantir que as mulheres sejam bem-sucedidas e se sintam apoiadas, especialmente quando se trata da retenção de talentos femininos nas áreas de STEM.
A MetLife está a ser altamente valorizada pelos seus esforços no capítulo da igualdade de género e no compromisso de alcançar um futuro mais igualitário e equitativo, sem estigmas, estereótipos ou violência.
Nesse sentido, acaba de ser eleita uma das “Empresas mais admiradas do mundo” na lista de 2022 da revista Fortune. Esse ranking reconhece as empresas pela reputação corporativa, pelo valor dos investimentos realizados, pela qualidade da gestão, políticas de responsabilidade social ou solidez financeira, entre outros critérios.
Da mesma forma, no último ano, a MetLife também foi reconhecida de outras formas, nomeadamente através da sua inclusão no Bloomberg Gender Equality Index pelo sexto ano consecutivo, em reconhecimento dos seus esforços para apoiar a paridade de género através de políticas de benefícios para empregados, representação e transparência.
“Consideramos a igualdade e a diversidade de género uma das nossas principais prioridades, desenvolvendo o nosso talento e incentivando os nossos colaboradores a trazerem a sua autenticidade para o trabalho”, acrescenta Oscar Herencia. “A prova desta filosofia é que 72% da equipa e 58% do Comité de Direção da MetLife na Iberia é formado por mulheres; números muito acima da média das empresas do setor financeiro”.
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