Segundo dados publicados, a faturação do setor do trabalho temporário aumentou 4.5 % em 2014 e espera-se um aumento de 7% para 2015. São dados otimistas para um setor que sofreu bastante nos últimos anos. Concorda com este otimismo?
Desde 2014 que se tem verificado algum aumento de atividade e um clima de menor pessimismo por parte do mercado. O trabalho temporário foi dos primeiros setores a sentir o efeito da crise económica. É expectável que numa fase inicial de aumento de atividade, ainda com algum nível de incerteza, as empresas recorram a trabalhadores temporários por limitar os riscos de uma contratação direta. Outro dos aspetos a considerar é o de as empresas recorrerem mais frequentemente à solução do trabalho temporário para funções qualificadas.
No entanto, o trabalho temporário ainda continua a ter uma má imagem nas pessoas à procurar de emprego. O que podem as empresas de trabalho temporário como a sua fazer para melhorar essa imagem.
As empresas de trabalho temporário deverão cumprir o determinado pela legislação em vigor. Deverão também não pactuar com algumas práticas do mercado. O trabalho desenvolvido por associações como a APESPE (Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego) permite também uma melhoria da credibilidade do setor, como por exemplo a criação do Provedor do Trabalho Temporário. O trabalho temporário é uma necessidade do mercado e a regulamentação existente deverá ser garantia dos direitos dos trabalhadores.
Qual a mais valia da empresa que representa em relação às outras existentes no mercado?
A AutoVision privilegia a relação com os seus clientes sejam eles a empresa utilizadora ou o trabalhador temporário. Em cada situação procuramos encontrar soluções que permitam satisfazer as necessidades de ambos. Esta abordagem ao mercado tem garantido um crescimento sustentado da empresa e um elevado nível de fidelização dos nossos clientes.