D
esde a sua criação, em 2022, a Fundação Santander Portugal já beneficiou 304 mil portugueses, com um investimento de 21,4 milhões de euros. Mais de metade deste valor é dedicado ao investimento em educação.
Ao longo deste período, a Fundação ousou e construiu uma rede de professores, escolas, universidades, instituições e comunidades todos unidos pela mesma vontade de agir e acreditarem que a educação em Portugal precisa de ser repensada.
“Como demonstra o nosso Relatório, a Educação é o melhor investimento que uma pessoa pode fazer em si própria, ao mesmo tempo que contribui para o desenvolvimento do País. Uma sociedade cresce quando ninguém fica para trás”, afirma Inês Oom de Sousa, presidente da Fundação Santander Portugal.
E acrescenta: “o nosso maior orgulho, o que nos motiva, é sentir o impacto direto que tivemos ao longo de três anos na vida de tantas pessoas, a começar nas crianças e nos jovens, mas também nos adultos e no apoio aos professores, incentivando a que prossigam as suas carreiras no Ensino, porque são indispensáveis. Vamos continuar esse trabalho, há ainda muito que fazer”.
Em 2024, o investimento total da Fundação Santander foi de 7,8 milhões de euros, permitindo impactar mais de 153 mil pessoas, com uma atuação que se estende a todo o território nacional, incluindo os Açores e a Madeira.
No apoio ao Ensino Superior, através de bolsas de apoio e programas que abrem portas a oportunidades internacionais, fomentam a investigação e preparam os estudantes para os desafios do mercado de trabalho, foram investidos 5,2 milhões de euros em 2024.
A atuação da Fundação no Ensino Básico e Secundário traduziu-se num investimento de 900 mil euros em 2024, através de projetos que reduzem desigualdades no acesso à educação, promovem metodologias inovadoras e fortalecem a literacia financeira desde cedo.
Para assinalar os três anos de atividade, a Fundação assinalou a data com um evento que teve a presença de Jenny Gibson como keynote speaker.
Jenny Gibson é Professora de Neurodiversidade e Psicologia do Desenvolvimento na Faculdade de Educação da Universidade de Cambridge e lidera o grupo de investigação do Play and Communication Lab. É também co-diretora do PEDAL, o centro de investigação académica da mesma Universidade sobre a importância do brincar na educação, desenvolvimento e aprendizagem, e co-diretora do CHIA – Centre for Human-Inspired Artificial Intelligence. É terapeuta da fala e da linguagem, especializada em autismo e perturbações do desenvolvimento da linguagem.
A intervenção de Jenny Gibson realçou a importância e benefícios da brincadeira e do jogo na aprendizagem, educação e desenvolvimento das crianças e jovens. A Fundação tem promovido diversas iniciativas e projetos que promovem o Aprender através do Brincar, metodologia de aprendizagem que privilegia o brincar como ferramenta de aprendizagem com benefícios comprovados para ajudar as crianças a desenvolver competências essenciais para o futuro, como a comunicação, criatividade, colaboração e capacidade de resolver problemas.
A Fundação também apoia a aprendizagem ao longo da vida e por isso investe em iniciativas de empregabilidade e desenvolvimento profissional, no re-skilling e no up-skilling, assegurando que cada pessoa tem as ferramentas necessárias para evoluir ao longo da vida. Além disso, promove o empreendedorismo como ferramenta de mudança social e económica, numa relação de colaboração com universidades, incubadoras e todo o ecossistema das startups.
Conheça aqui o Relatório de Atividades da Fundação de 2024.
Aproveite e leia já as últimas edições da RHmagazine AQUI