A Fundação José Neves (FJN) apresentou recentemente o “Guia para aprender online: um mundo de opções para explorar”, que apresentou alguns dados relacionados com as tipologias, os modelos de cursos ou formações existentes e quais as vantagens, desvantagens e desafios que o ensino online enfrenta.
No guia, a FJN explica que o ensino online já representa um mercado global de 332 mil milhões de dólares e as estimativas apontam para que venha a valer mais do dobro em 2030 (687 mil milhões).
No plano nacional, cerca de 1 em cada 3 portugueses (32%) dos 16 aos 74 anos aprendeu online em 2022, percentagem que sobe para os 59% no caso dos jovens dos 16 aos 24 anos. “Portugal tem acompanhado esta tendência e está mesmo acima da média da União Europeia”, explicam em comunicado.
O desenvolvimento profissional é descrito como a principal motivação para aprender online e que, de acordo com a Coursera, 48% dos que frequentaram cursos de especialização profissional identificam melhorias no seu desempenho profissional e 22% reportam melhorias salariais, assim como benefícios também no plano pessoal. A maior plataforma internacional revela ainda que milhões de indivíduos procuram soluções para aprender online (conta 87 milhões de formandos entre 2012 e 2021).
“A formação online disponibiliza um mundo de oportunidades para que cada um de nós possa fazer uma atualização de conhecimentos ou obter especializações que nos permitam dar um passo em frente ao nível profissional, mas também no pessoal”, assinala Carlos Oliveira, Presidente Executivo da Fundação José Neves.