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ICT, que mede os custos por hora efetivamente trabalhada, subiu 5,2% no segundo trimestre de 2025 face ao mesmo período de 2024, acelerando em relação aos 4,4% registados no primeiro trimestre, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Este crescimento resulta da conjugação de um aumento de 5,9% no custo médio por trabalhador, valor idêntico ao observado no trimestre anterior, e de uma subida de 0,6% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador, inferior aos 1,6% registados no 1.º trimestre.
O INE refere que o aumento do custo médio por trabalhador foi transversal a todas as atividades económicas. Os maiores aumentos foram registados na Administração Pública (6,7%) e os menores nos Serviços (5,2%).
No que diz respeito às horas efetivamente trabalhadas por trabalhador, estas aumentaram em quase todas as atividades económicas, com exceção da Administração Pública, onde houve uma diminuição de 2,7%. O maior acréscimo ocorreu na Indústria (3,2%) e o menor nos Serviços (2,1%).
Em resultado destas variações, o ICT registou crescimento em todas as atividades económicas, destacando-se a Administração Pública, que registou o maior acréscimo, de 9,5%.
Os INE lembra que os custos do trabalho incluem tanto os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) como os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada).
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