Os desafios com que as empresas se deparam na qualificação dos colaboradores têm sido significativos. Como tem a ATEC respondido?
As empresas precisam de desenvolver e reforçar as competências dos colaboradores para que se adaptem a um mercado em constante mutação. A ATEC reforçou a oferta com programas de qualificação inicial, requalificação e reconversão flexíveis, ajustados às necessidades reais das empresas.
A utilização da nossa ferramenta de assessment técnico aumentou a eficácia dos programas, identificando lacunas de competências e permitindo desenhar percursos de desenvolvimento adequados. Na área da liderança operacional, uma das mais procuradas, implementámos com sucesso o programa Passaporte Liderança, que fornece ferramentas transversais de gestão e liderança para enfrentar os desafios da chefia operacional atual.
Por que é tão importante qualificar e requalificar profissionais?
Qualificar e requalificar profissionais nunca foi tão urgente. A rapidez das mudanças tecnológicas obriga a atualização contínua para evitar que colaboradores fiquem desfasados das exigências do mercado. Os programas de upskilling e reskilling da ATEC permitem às empresas reinventar os seus colaboradores, preparando-os para novas funções ou tecnologias emergentes. As nossas instalações e equipamentos permitem formação essencialmente prática. Trabalhamos com metodologias próximas da realidade das empresas, com projetos e simulações do dia a dia. Este foco no saber-fazer garante que os conhecimentos se convertem em competências reais.
Que conselhos daria às empresas que pretendem melhorar a formação e aumentar o envolvimento dos colaboradores, especialmente na retenção de talento técnico?
Encarem a formação como um investimento estratégico, não como custo. Os colaboradores devem perceber que a formação aumenta competências e oportunidades de carreira. Envolvam-os desde o início, ouvindo necessidades e expetativas, para que a formação faça sentido. Apostem em percursos de evolução, reconhecendo e valorizando quem adquire novas competências, essencial para reter talento técnico cada vez mais disputado.
Como antecipa o futuro da formação nas empresas face à evolução tecnológica?
Será dinâmico, tecnológico e personalizado. Inteligência artificial, realidade aumentada e ambientes imersivos transformarão a aprendizagem, mas a componente humana mantém-se essencial. A tecnologia acelera, mas a relação entre pessoas garante aprendizagem eficaz. Quem combinar tecnologia e pessoas estará à frente na preparação das equipas para os desafios futuros.
Artigo publicado na edição 160 da RHmagazine, referente aos meses de setembro e outubro de 2025
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