Este ano, a Microsoft celebra o seu 30º aniversário em Portugal. Em 1990, a empresa contava com um colaborador, e hoje conta com 1100, um número que duplicou nos últimos quatro anos.
A visão da Microsoft, perante a situação atual, assenta agora em três pilares essenciais: Economy Recovery, Skilling e Sustentabilidade.
No que à Economy Recovery diz respeito, a Microsoft tem vindo a fornecer ferramentas, soluções e orientação para capacitar colaboradores, otimizar operações e até, em alguns casos, mudar produtos e serviços. Assiste-se a uma necessidade de uma arquitetura de segurança “Zero Trust”, que protege pessoas, dispositivos, aplicações e dados.
No que toca ao Skilling, a Microsoft lançou uma iniciativa de competências globais, cujo objetivo é levar a digitalização a mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo até ao final do ano. A tecnológica tem vindo a realizar também, a nível nacional, o programa UPSkill – Digital Skills & Jobs, que se destina a quem procura uma oportunidade profissional no setor das tecnologias de informação. O objetivo é qualificar recursos humanos em tecnologias digitais. É também com esse objetivo que nasce a parceria com a Fundação José Neves, com uma aposta na educação e nas competências nas áreas ligadas à tecnologia e ao digital.
Relativamente à Sustentabilidade, a tecnológica pretende ser, em 2030, carbono negativa. Até 2050, pretende retirar do ambiente todo o carbono que a empresa emitiu diretamente ou através do consumo elétrico desde a sua fundação. No início de 2021, iniciará esse objetivo, com a redução de carbono a ser uma condição explícita nos seus processos de aquisição de produtos e serviços. Para os clientes empresariais do Azure, a Microsoft desenvolveu a Calculadora de Sustentabilidade que fornece informações com base nos dados das emissões de dióxido de carbono associadas aos serviços utilizados.
Nos dias 26, 27 e 28 de janeiro, regressa o “Building the Future”, com especialistas a debater o tema “The Future is Now”. No evento, vão dar a conhecer como as empresas e a sociedade se vão reconstruir e reorganizar, de mãos dadas com a tecnologia.
Nas palavras de Paula Panarra, Diretora Geral da Microsoft Portugal, “agora estamos focados em ajudar os nossos clientes na recuperação económica e a re-imaginar como irão trabalhar, otimizar as suas operações, relacionar-se com os seus clientes ou até criar novos produtos e serviços, para o pós-pandemia. Estamos ainda empenhados em capacitar digitalmente pessoas, comunidades e organizações para garantir uma recuperação económica sustentável e inclusiva”, conclui.