- A doença de sentir-se “imortal”, “imune” ou mesmo “indispensável”;
- A doença da actividade excessiva;
- A doença do «empedernimento» mental e espiritual;
- A doença da planificação excessiva e do funcionalismo;
- A doença da má coordenação;
- A doença do “alzheimer espiritual”;
- A doença da rivalidade e da vanglória;
- A doença da esquizofrenia existencial;
- A doença das bisbilhotices, das murmurações e das críticas;
- A doença de divinizar os líderes;
- A doença da indiferença para com os outros;
- A doença da “cara fúnebre” (dos que acham que a sua autoridade e a dignidade do seu cargo se perdem se mostrarem a menor alegria ou sentido de humor)
- A doença do acumular;
- A doença dos círculos fechados;
- A doença do lucro mundano, dos exibicionismos.
O Papa foi acusado de aspereza e excessiva frontalidade na sua crítica, para mais tratando-se de um discurso natalício – uma prova cabal de quão certeiro terá sido. E duplamente certeiro, porque se lêssemos a lista das ‘15 doenças’ sem saber quem era o seu autor poderíamos ter concluído que tinha sido escrita por um qualquer CEO em intenção dos seus quadros diretivos.
E Gray Hamel tem razão: na verdade, talvez não fosse má ideia usá-la como ferramenta para avaliar os líderes das nossas organizações e ajudá-los a melhorar.
https://hbr.org/2015/04/the-15-diseases-of-leadership-according-to-pope-francis
Texto extraído de : Cranberry Jam – O Blog da Cranberry ABC