Até ao fim de 2024, é esperado que 27% de cargos de gestão sejam detidos por mulheres e que, dentro do mesmo prazo se cumpram os regulamentos de deficiência que prevêem a inclusão de pelo menos 2% de colaboradores com deficiência no seio do grupo.
Em Portugal, o Dia da Diversidade, assinalado pela companhia energética em todo o grupo, foi marcado pela assinatura da Carta Portuguesa para a Diversidade.
O documento descreve medidas que vão ser tomadas de modo a promover ainda mais a diversidade e a igualdade de oportunidades no trabalho, independentemente da origem cultural, étnica e social, orientação sexual, género, idade, características físicas, estilo pessoal e religião.
“2019 é um ano importante para a Cepsa. Queremos promover a diversidade e a inclusão em conjunto, respeitando e valorizando a singularidade dos nossos profissionais e promovendo ambientes inclusivos onde todos possam cumprir seu potencial. O espírito da Carta prende-se com o reconhecimento, compreensão e valorização dos pontos de união e diferença entre as pessoas das organizações de modo a alavancar a inovação, fonte de problemas, foco no cliente, criatividades e envolvimento dos colaboradores. Este espírito entronca nos valores da Cepsa e naquilo que já pomos em prática no dia a dia”, afirma Luís Correia Nunes, Diretor de Recursos Humanos da Cepsa Portuguesa.
A Carta Portuguesa para a Diversidade, que surge em linha com os esforços iniciados pela Comissão Europeia e com as prioridades da Estratégia Europa 2020, é um compromisso escrito voluntário.
Nos escritórios da Cepsa em Lisboa, para além da assinatura da Carta, os colaboradores tiveram ainda a oportunidade de discutir, através de uma sessão streaming, o que para eles significa diversidade e inclusão e de que forma se podem promover estes valores na companhia.