Estou em Portugal desde …
Há 3 anos.
A minha função e as minhas principais responsabilidades são …
Tenho um papel de gestão direta na MDS Portugal sobretudo em business operations e no desenvolvimento internacional. A MDS é a única corretora de seguros multinacional, sediada em Portugal, com presença em mais de 90 países.
A minha equipa é composta por …
Estou a trabalhar numa estreita colaboração com o nosso diretor executivo, que está muito envolvido nas operações da MDS Portugal, assim como o nosso country manager e o RH manager.
Para mim as qualidades que um DRH expatriado deve ter são …
Não sou DHR, contudo o nosso manager de RH é Português com experiência internacional. É muito importante entender a cultura do país e respeitar as diferenças. Vinda dos EUA, é mais fácil para mim trazer novas perspetivas que podem “quebrar” as tradições. Para construir um ambiente de confiança, é importante que promova o trabalho em equipa e resolva problemas de comportamento.
Vim trabalhar para Portugal porque …
Sobretudo pelo desafio profissional de integrar o Conselho de uma empresa e o C-suite. Já conhecia a MDS, devido a relações comerciais, por isso sabia que era uma empresa importante na indústria internacional dos seguros. Senti que iria aprender muito e trazer comigo uma valiosa experiência.
As principais lições que tenho aprendido ao estar longe do meu país são …
Estive longe do meu país durante 17 anos e isso mudou as minhas perspetivas da vida, tanto a nível pessoal como profissional. Aprendi a comunicar de forma eficaz com os colegas de uma cultura diferente. A comunicação é sempre uma questão complexa nas empresas e quando precisamos de comunicar com pessoas de diferentes culturas numa língua que não é a nossa, é necessário ser claro, fatual, educado … E isto é fundamental! Nos EUA, aprendi o “sim e” em oposição ao “sim, mas” que usamos muito na Europa. Gosto disso, porque promove uma conversa positiva e a construção de soluções com planos de ação concretos. Em Portugal, entre muitas outras coisas, descobri o polvo e o fado. E adoro isso!
Os aspetos que devemos ter em consideração quando se pensa sair do nosso país para trabalhar fora são …
Para abraçar, amar e respeitar o novo país e a sua cultura, sem ideias preconcebidas, é importante aceitar a diferença em vez de pensar “melhor / pior”, ser curioso, humilde, flexível, pronto, feliz em aprender e de mente aberta.