O território nacional posiciona-se na 17.ª posição do World Talent Ranking 2018.
Portugal sobe sete lugares no World Talent Ranking 2018 e encontra-se, agora, na 17.ª posição, registando subidas significativas em duas das dimensões avaliadas. No que concerne ao investimento e desenvolvimento do talento a nível nacional, Portugal mantém a sétima posição alcançada em 2017, no ranking dos 63 países avaliados, figurando entre os dez primeiros nesta categoria. Já no que diz respeito à capacidade de atração de talento, regista uma subida de sete posições, relativamente ao ano passado. A subida mais expressiva diz respeito à categoria que avalia o nível de preparação, onde Portugal sobe nove posições, passando a ocupar a 22.ª posição.
Na quinta edição do World Talent Ranking 2018, que avalia a capacidade de cada país para desenvolver, atrair e reter talento, os países da Europa dominam os dez primeiros lugares da lista, com exceção do Canadá que ocupa a sexta posição. A Suíça e a Dinamarca lideram o ranking, no primeiro e segundo lugares, respetivamente, seguidos pela Noruega, Áustria e Holanda. O Canadá, Finlândia, Suécia, Luxemburgo e Alemanha completam o top 10.
De acordo com Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD, “não existe nenhum país no mundo que tenha conseguido um desenvolvimento sustentável sem preservar a prosperidade da sua própria população”. Por isso, “a forma como os países, as regiões, ou as empresas gerem as suas competências, de forma a alcançar um crescimento de longo-prazo, criando emprego e aumentando o bem-estar da população, é o caminho para o progresso”, afirma no comunicado enviado às redações.
Publicado pelo World Competitiveness Centre do International Institute for Management Development (IMD), o World Talent Ranking, que conta com a colaboração, em Portugal, da Porto Business School, baseia-se no desempenho dos países em três categorias principais, nomeadamente investimento e desenvolvimento do talento local, atratividade e aptidão/nível de preparação do país. O ranking desenvolvido pela Escola de Negócios baseia-se nas respostas de executivos selecionados. A última pesquisa anual reuniu mais de seis mil executivos de 63 economias.