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7.ª edição do Global Talent Day (GTD) decorre esta terça-feira, dia 21 de outubro, no Fórum Tecnológico de Lisboa. O encontro anual do IIRH – Instituto de Informação em Recursos Humanos é inteiramente dedicado ao talento e ao futuro do trabalho em Portugal. Acompanhe todos os momentos deste evento.
08h35 | As portas do GTD 2025 já abriram
Começaram a chegar os primeiros participantes. Ao longo do dia, são esperados mais de 500 profissionais de recursos humanos (RH) e líderes empresariais, reunidos para debater as principais tendências que estão a transformar o mercado laboral. O programa combina conferências, mesas redondas, workshops práticos, uma área de exposição e momentos de networking.
O GTD 2025 tem o apoio de patrocinadores e expositores, incluindo o Patrocinador Premium, Coverflex. Entre os patrocinadores oficiais estão a ADP, ATEC, B-Training, Cedros, Cezanne HR, ISCTE Executive Education, Nova SBE Executive Education, Sisqual WFM e Steelcase. O evento conta ainda com expositores e outros apoios, como Adecco, Aquaservice, Delta Cafés, Didaskalia, eiC Formação, Eurofirms, GFoundry, Grow-ing, Infos, Isqe, Pulso Portugal, Rumos, Talent Portugal, Talentia, Top Board Studio, UPstanding , Urban Sports Club e Vip District.
08h50 | Abertura oficial dá o mote para dia de partilha
O GTD arranca oficialmente com a sessão de boas-vindas conduzida por Vanessa Henriques, CEO do IIRH – Instituto de Informação em Recursos Humanos, Ana Pinto, Diretora de Conteúdos e Desenvolvimento de RH do IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos, e Sandra Pinheiro, da Didaskalia, que recebem os participantes e apresentam o programa do dia.
9h | Design do espaço de trabalho em debate
A manhã avança com a primeira mesa redonda do Global Talent Day 2025, dedicada a um tema cada vez mais central nas organizações: “Como o desenho do espaço de trabalho influencia a experiência do colaborador?”. Em palco, Rui Malcata, Diretor da Steelcase Portugal, modera a conversa com Abel Pires, Coordenador do Centro de Competência da equipa de Ergonomia & Segurança no Trabalho da Sonae MC – Serviços Partilhados, Sofia André, Coordenadora do Núcleo de Saúde e Bem-Estar do Departamento de Saúde, Higiene e Segurança da Câmara Municipal de Lisboa, e Madalena Bilbao, Diretora de Recursos Humanos do Grupo Optimyzer.

Na Steelcase, “acreditamos que o espaço de trabalho é uma ferramenta estratégica, um reflexo da cultura e um elemento de bem-estar”, começa por destacar Rui Malcata, sublinhando que o espaço “deve ser trabalhado com base na evidência dentro de cada organização”. Isto é, “centrado nas pessoas e também alinhado com os objetivos estratégicos” da empresa.
Abel Pires acrescenta que “os espaços de trabalho são uma peça central naquilo que é a experiência do colaborador”, defendendo que a ergonomia e a segurança são dimensões críticas para garantir o bem-estar e a performance. “Espaços bem desenhados ajudam a crescer”, resume, lembrando que o desenho de um ambiente é o da cultura.
“Há uma pandemia silenciosa: o tempo que passamos sentados. O slogan ‘sentar é o novo fumar’ resume bem o que está em causa”, alertou, acrescentando ainda que “o local de trabalho deve ser promotor de saúde e bem-estar (…). Pessoas mais saudáveis e felizes são mais produtivas”.
9h15 | Digitalizar sem desumanizar
Enquanto decorre a primeira mesa redonda no auditório principal, o primeiro workshop do dia é conduzido por Teresa Fonseca Santos, Country Manager da Vip District, que explora de que forma a digitalização dos processos de RH pode transformar a relação entre colaboradores e empresas.

09h40 | Liderança em trabalho remoto
A segunda mesa redonda do GTD 2025 traz ao palco um dos temas mais discutidos da atualidade: a liderança em contexto de trabalho remoto. A moderação está a cargo de Generosa do Nascimento, Presidente da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, que conduz a conversa com Sofia Silva, Head of People do Grupo Bimbo, Jaime Sarmento, Senior Vice President Human Resources da Highgate Portugal, e Crespo de Carvalho, Professor Catedrático e Presidente do Iscte Executive Education.

“A distância física entre equipas trouxe novas formas de proximidade e de ausência”, assinala Generosa do Nascimento, lembrando que liderar à distância é, antes de tudo, saber inspirar confiança. No seu entender, “o verdadeiro desafio já não é onde trabalhamos, mas como nos organizamos, comunicamos e lideramos à distância”.
Vinda de uma “cultura de presença”, Sofia Silva reconhece que “a flexibilidade não significa o mesmo para todas as áreas” do grupo. “O trabalho 100% remoto não é sustentável para todas as empresas”, defende, convicta de que “vai ganhar sempre o lado humano”.
Já Jaime Sarmento recorda que o controlo tradicional perdeu espaço – e que o futuro da liderança passa por avaliar impacto. “Há uma mudança cultural que as organizações devem – e estão – a fazer para combater ansiedades, que é o tempo enquanto horário de trabalho. (…) É a entrega que é fundamental”, comenta, apoiando a “orientação para resultados”.
Na sua intervenção, Crespo de Carvalho assume ser “um defensor do equilíbrio” e alerta que “em momentos cruciais temos mesmo de estar presenciais, nomeadamente quando se tratam de tomadas de decisões críticas”. Sem isso, prossegue, “perdemos o lado humano. E não vamos querer ser uma máquina do outro lado do ecrã”.
10h20 | E quando o salário já não chega?
Chega a vez de falar sobre compensação e reconhecimento, um dos temas que mais desafiam as empresas num mercado onde os colaboradores procuram mais do que salário A palestra é conduzida por Paulo Fradinho, Head of Business Development & Insurance da Coverflex, que convida os participantes a repensar a forma como os pacotes de benefícios e compensações podem tornar-se um verdadeiro reflexo da cultura organizacional.

O responsável começa por sublinhar que a compensação deixou de ser apenas uma questão financeira. Hoje, é também uma ferramenta de valorização pessoal. Após a pandemia, “as pessoas viraram-se muito para o seu bem-estar”, observa, acrescentando que “é algo muito emergente naquilo que são as discussões de compensação nos tempos que correm”.
A reflexão avança para o papel da personalização: permitir que cada colaborador escolha os benefícios que melhor se adequam à sua realidade. Paulo Fradinho é perentório ao lembrar que “as empresas que cuidam das suas pessoas têm uma vantagem no mercado. Pessoas felizes fazem mais e melhor”.
11h10 | Pausa para café. Networking está ao rubro!
É hora de coffee break no GTD e o ambiente é de partilha. Os participantes aproveitam para trocar ideias, rever colegas e explorar a zona de exposição, onde os patrocinadores apresentam novas soluções para o futuro dos RH. Em poucos minutos, todos regressarão à sala para uma atividade dinamizada pelo Urban Sports Club.
11h30 | A jornada digital do .PT
A manhã segue com o workshop “Transformar Pessoas e Revolucionar o Talento: A Viagem Digital do .PT”, dinamizado por Sónia Veloso, Coordenadora de Pessoas e Espaço da Associação .PT. O público descobre como a organização está a reinventar a forma de envolver, reconhecer e formar pessoas, através de um ecossistema digital desenvolvido com a plataforma GFoundry.

11h35 | Todos a mexer com o Urban Sports Club
No auditório, faz-se uma breve pausa nas conferências para dar lugar a um momento de movimento e descontração. O Urban Sports Club dinamiza uma atividade no Fórum Tecnológico de Lisboa, convidando os participantes a alongar, respirar e recarregar energias antes da próxima sessão. Entre risos e música, a sala desperta.
11h50 | E-learning em foco
O foco vira-se agora para a aprendizagem e desenvolvimento de talento. A B-Training apresenta o caso prático “Como uma abordagem de formação digital e personalizada exponenciou o compromisso com a aprendizagem”, desenvolvido em parceria com a Medicare e o Grupo Mocho. Em palco, Mafalda Isaac e Hugo Leitão, da B-Training, partilham experiências com Inês Mocho, CEO do Grupo Mocho, e Catarina Real, Head of People & Wellbeing da Medicare.
“Olhar para o e-learning sempre foi uma não questão até entender a força que dá”, admite Inês Mocho, convicta de que “o futuro está no digital”. “A minha carreira começou lá e temos de adaptar-nos a esta nova forma de comunicar para otimizar o que temos de mais precioso: o tempo.”
Confrontada com o impacto da inteligência artificial (IA), Catarina Real destaca a importância de competências técnicas como a fluência digital e a capacidade de trabalhar com dados. “Há também que valorizar o sentido crítico e a criatividade – competências que só podemos explorar se tivermos tempo e deixarmos de lado as tarefas rotineiras. É essencial que as possamos automatizar com as ferramentas ao dispor de todos nós.”

A responsável defende que “a flexibilidade e a capacidade de adaptação ao mundo de hoje são essenciais”. E deixa um aviso: “Para quem não apanhou o comboio da IA, ele está a passar.” Sublinha ainda que cada pessoa tem “um papel importante nesta adaptação” e que, sem essa evolução, “corremos o risco de não acrescentar valor para as empresas”. É neste contexto, sublinha, que “o e-learning vai ajudar”.
Mafalda Isaac corrobora: “Estas ferramentas só fazem sentido se tivermos um papel ativo e não reativo”.
12h15 | Requalificar para o futuro
O debate segue no palco principal sobre um tema incontornável: a requalificação do talento num mundo em constante mudança. A transformação digital acelerou o desaparecimento de funções tradicionais e fez emergir novas competências que muitas empresas ainda procuram compreender e desenvolver. Pedro Miguel Oliveira, Diretor de Formação da ATEC, é o moderador desta mesa redonda com Inês Calhabéu, Head of People & Organization da Siemens Mobility, José Luís Carvalho, Diretor de Gestão de Pessoas da CUF, e Vera Santos, Head of Iberian Human Resources da Geberit.
“Muitas carreiras estão a mudar radicalmente ou a desaparecer. (…) O desafio que enfrentamos já não é se devemos requalificar, mas como podemos fazê-lo de forma estratégica e ágil.” É desta forma que Pedro Miguel Oliveira abre o debate sobre como as empresas podem antecipar lacunas de competências antes de estas se tornarem urgências.

Inês Calhabéu reforça que “a aposta será sempre no diagnóstico, para que se consiga mapear as competências que a pessoa já desenvolveu para determinado perfil, mas também para a carreira”. Na Siemens, explica, “fazemos assessment de forma automática e o colaborador consegue avaliar o score de cada competência e ir trabalhando-a com os programas de formação da empresa”. E, sublinha, “as lideranças também têm um papel fundamental”. “One size fits all não se aplica à Siemens, nem se deve aplicar a outras empresas”.
Do lado da CUF, José Luís Carvalho reconhece que “é difícil um mapeamento, pois ainda não sabemos qual será o end game e temos perfis muito diferentes”. Uma das estratégias atuais, explica, passa por capacitar lideranças, “sensibilizando-as a não travar as equipas no caminho do digital”.
Já Vera Santos revela que a empresa tem vindo a alocar robôs colaborativos às unidades industriais, um passo que tem sido acompanhado de programas de tutoria e mentoring. “Temos fomentado programas de tutoria e mentoring”, enaltece, destacando a importância da aprendizagem partilhada no processo de transformação.
12h49 | Digitalizar sem desumanizar
Depois de uma manhã intensa, o tema agora é claro e provocador: como digitalizar os processos sem perder o toque humano? António da Silva, Enterprise Sales Executive da ADP Iberia, sobe ao palco para moderar uma conversa que reúne Paula Arriscado, Diretora Corporativa de Pessoas, Marca e Comunicação do Grupo Salvador Caetano, Daniela Costa, People & Culture Director da Hoti Hoteis, e Carla Oliveira, Corporate Human Resources Director do Brasmar Group.
Daniela Costa acredita que “é importante associar a tecnologia a um propósito”. Quanto à automatização, reconhece que “poderá entrar a qualquer momento, mediante o propósito”.

“Tem havido uma preocupação com a requalificação. Isto porque o negócio só cresce se crescermos com ele”, observa Paula Arriscado, acrescentando que, nesse caminho de evolução, “queremos que a IA seja um aliado” e traga “ganhos de produtividade e na relação com o cliente”.
A propósito, Carla Oliveira explica de que forma a Brasmar tem recorrido à tecnologia para simplificar processos administrativos e libertar tempo para o que realmente importa. No entanto, admite, “as pessoas resistem”, sublinhando que o desafio “não é apenas tecnológico, mas também cultural”, e que passa, acima de tudo, por “ensinar as pessoas a confiar nas ferramentas”.
13h22 | Pausa para alimentar (ideias)
Os participantes fazem uma pausa para almoço no Fórum Tecnológico de Lisboa. O GTD regressa às 14h10 com o workshop “Do bolso ao negócio: benefícios flexíveis que atraem e retêm talento”, da Coverflex.
14h10 | Como reinventar a compensação?
Pedro Gouveia, Head of Sales & Corporate Benefits Specialist da Coverflex, é responsável pelo workshop da tarde. A sessão parte de uma premissa clara: num mercado competitivo, atrair e reter talento exige mais do que salários.

14h20 | O toque humano do digital
A tarde de conferências abre com um tema que domina a agenda da gestão de pessoas: “Como a tecnologia está a melhorar a experiência do colaborador?”. Em palco estão Cristina Martins de Barros, fundadora do IIRH – Instituto de Informação em Recursos Humanos, enquanto moderadora. O painel reúne Donato Mingarelli, Country Manager da Cezanne, Daniel Silva, Diretor de Recursos Humanos da Ascendi, e Vanessa Vilarigues, Diretora de Recrutamento, Mobilidade e Aprendizagem do Banco BPI.
Os oradores convergem na mesma ideia: a tecnologia deve amplificar, e não substituir, a dimensão humana das organizações. A tecnologia deve libertar tempo para cuidar das pessoas e não afastar quem lidera da sua equipa.

15h | Reaprender para liderar
O debate segue com uma questão central: “Estamos a preparar o talento certo para os desafios certos?” Em palco, Pedro Brito, CEO da Nova SBE Executive Education, modera a conversa com Luís Coelho, Diretor-Geral do CEDROS, Catarina Oliveira Santos, Gestora da Academia e Formação da Sumol+Compal e Cátia Almeida, Head of Learning & Development dos CTT.
Pedro Brito abre a discussão com uma reflexão sobre o desafio da mudança: “Temos os talentos cada vez mais bem preparados e vivemos num mundo em que parece ser cada vez mais difícil alinhá-los.”
Na Sumol+Compal, Catarina Oliveira Santos sublinha que “as competências humanas são protagonistas”, deixando um aviso que ecoa entre as organizações: “Saber tudo hoje não é uma competência. Temos de aprender a aprender.”

Cátia Almeida acrescenta que “a requalificação interna exige tempo e coragem”, sublinhando que “é necessário retirar barreiras para que a mudança aconteça e mostrar que é possível”.
Questionado sobre o conceito de metacompetência, Luís Coelho não hesita: “A resiliência cabe no nosso ADN.”
15h40 | Trabalhar menos, viver melhor? O debate está lançado
O tema da redução da jornada de trabalho chega ao palco do GTD 2025 com uma pergunta incontornável: é possível trabalhar menos e produzir mais? A conversa, moderada por José Pedro Fernandes, vice-presidente da SISQUAL WFM, junta Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, José Pedro Anacoreta, sócio da PLMJ na área de Direito do Trabalho e Emprego, e Carla Gomes, head of sales da SISQUAL WFM.

“São as pessoas com vencimentos mais baixos que mais desejam reduzir tempos de trabalho”, começa por apontar José Pedro Anacoreta. Introduzindo a perspetiva jurídica, explica que “não será por via da semana de quatro dias, mas por outras medidas, que se tornará mais necessária a compatibilização entre vida profissional e pessoal”.
Do lado dos empregadores, Gonçalo Lobo Xavier reconhece que o debate é relevante, mas levanta reservas: “Se reduzíssemos 20% da carga horária aos trabalhadores, as empresas, os trabalhadores e os consumidores não ficariam melhores.” Para já, considera, “é prematuro uma alteração desta natureza”.
Carla Gomes contrapõe, sublinhando que “existem soluções que podem ajudar nessa implementação, inclusive na área do retalho”. E, sem fechar portas, Gonçalo Lobo Xavier esclarece: “Não temos nenhuma posição dogmática sobre o tema”.
16h13 | Pausa para networking
Nova pausa no Fórum Tecnológico de Lisboa. Os participantes trocam ideias, exploram a área de exposição e aproveitam para fazer networking com colegas e parceiros.
16h48 | As novas exigências do talento em 2025
O dia aproxima-se do fim, mas o tema final promete reflexão: “Que tipo de experiências procuram os colaboradores em 2025?”. Em palco estão Susana Rosa, Chief People Officer da Padaria Portuguesa, que modera a conversa com Ana Fagulha, Diretora de Recursos Humanos da Nestlé Business Services, Margarida Martins, HR Director do Gato Preto & Colchaonet (Grupo Aquinos), e Maurício Marques, Head of HR da Natixis em Portugal.

“Vivemos num mundo de enorme transformação”, começa por salientar Susana Rosa. “As fronteiras geográficas, os horários e as funções estão mais fluidos à medida que o talento se torna global. Hoje, mais do que nunca, as pessoas procuram mais do que um simples emprego.”
Na Nestlé Business Services, Ana Fagulha partilha que “o conceito de flexibilidade é cada vez mais abrangente”. Como explica, não se trata apenas de ajustar horários, mas “também de dar autonomia para tomar decisões e promover a mobilidade internacional”.
Do lado do retalho, Margarida Martins reconhece que a grande dificuldade é garantir flexibilidade num serviço que funciona sete dias por semana. O objetivo, diz, é “tentar, através de escuta ativa e grande proximidade, manter o foco nas pessoas” e adaptar essa agilidade às realidades de cada equipa.
Na Natixis, a flexibilidade é quase um dado adquirido. Maurício Marques afirma: “A nossa lógica é tentar perceber o que é importante para a empresa, o que é muito importante para os colaboradores, e apresentar uma proposta que vá ao encontro das expetativas de ambos.”
Entre todos, a convicção é clara: o futuro das organizações será construído de e para pessoas.
17h20 | Um final “fora da caixa”
O encerramento traz um momento especial dinamizado pela Didaskalia, responsável por uma reflexão cómica sobre a gestão de talento na atualidade. A plateia prepara-se para ouvir o testemunho de “Joana”.
17:42 | Chega ao fim o GTD 2025
Marque na agenda. Vanessa Henriques, CEO do IIRH – Instituto de Informação em Recursos Humanos acaba de desvendar a data da próxima edição do Global Talent Day: 20 de outubro de 2026.
A 7.ª edição do GTD chega ao fim. Entre conferências, mesas redondas, workshops e networking, mais de 500 profissionais de RH e líderes empresariais encheram o Fórum Tecnológico de Lisboa, num encontro marcado por energia, curiosidade e vontade de transformação. Da importância do design do espaço de trabalho à urgência da requalificação, da liderança à distância à digitalização empática, os temas atravessaram o que de mais atual se discute hoje na gestão de pessoas.
A equipa do IIRH – Instituto de Informação em Recursos Humanos/ RHmagazine agradece a todos os que acompanharam o evento.