Bragança, Guarda e Castelo Branco são os distritos onde é inferior a remuneração média de um trabalhador por contra de outrem.
Os dados, publicados no Dinheiro Vivo, foram divulgados pelo Gabinete de Estratégia e de Planeamento do Ministério do Trabalho Solidariedade e Segurança Social (GEP/MTSSS), através dos Quadros de Pessoal, referentes a outubro de 2018.
A informação permite comparar os salários médios praticados em todos os distritos de norte a sul do Continente para os trabalhadores por conta de outrem no setor privado. O ganho médio corresponde à remuneração base, prémios e subsídios regulares e trabalho extraordinário ou suplementar.
Contas feitas, um trabalhador no distrito de Bragança leva, em média, para casa 910,81 euros por mês. Na lista dos que registam um salário médio mais baixo seguem-se os distritos da Guarda, Castelo Branco e Viseu.
Em Lisboa, um profissional recebe em média 1449,43 euros. Já no Porto, um trabalhador ganha, em média, menos 320 euros. Entre estes dois distritos está Setúbal, em que o salário médio é de 1219,80 euros, muito pelo efeito da Autoeuropa, que puxa pela remuneração média da região.
- Bragança (€910,81)
- Guarda (€934,77)
- Castelo Branco (€935,09)
- Viseu (€963,93)
- Vila Real (€966,03)
- Braga (€968,01)
- Portalegre (€968,23)
- Viana do Castelo (€978,08)
- Faro (€999,05)
- Évora (€1020,70)
- Santarém (€1023,31)
- Leiria (€1040,38)
- Coimbra (€1053,36)
- Beja (€1059,61)
- Aveiro (€1070,63)
- Porto (€1128,55)
- Setúbal (€1219,80)
- Lisboa (€1449,43)