Como é que a CEDROS ajuda as empresas a preparar colaboradores para os desafios do futuro do trabalho?
Garantindo que os investimentos realizados pelas empresas e colaboradores têm aplicação prática e geram valor no futuro. O saber-fazer na CEDROS é determinante e os resultados da aprendizagem devem materializar-se na motivação e satisfação das pessoas, independentemente de estarem inseridos no mercado de trabalho, projetando-os para um patamar de ambição decorrente da experiência e da participação numa formação com a abordagem prática que promovemos.
Quais os desafios e oportunidades do e-learning e b-learning?
O que não passa pela emoção não acontece. No campo em que atuamos – que é de alto risco -, e não só, a aprendizagem não fica registada no cérebro de forma espontânea. Precisa de métodos que promovam a interiorização de conceitos. Nenhum dos métodos digitais, por si só, permitem treinar eficazmente o cérebro e garantir competências porque, entre outros aspetos, não existe condições para se manter a concentração e dificilmente se obtêm um generoso feedback. A formação digital pode complementar a oferta formativa, mas o essencial só fica registado se for ministrado na proximidade do formando.
Como garantem que as soluções formativas evoluem com as necessidades reais das organizações?
A CEDROS possui uma forte componente inovadora e foca-se muito nos resultados. Também nos focamos muito nas ofertas formativas de alto risco. As empresas precisam, por exemplo, de pessoas que saibam movimentar um equipamento em segurança sem se focarem na obrigação de o fazer. Grande parte dos investimentos na formação são despoletados pela obrigação e, muitas vezes, para “tentar” eliminar responsabilidade em caso de acidente. Sistematicamente, a opção do cliente é escolher a oferta formativa mais barata e com duração inferior. A formação não é vista como investimento, mas sim como um custo.
Que tendências em gestão de talento considera fundamentais e de forma é que a CEDROS as está a aplicar nas suas soluções?
Genericamente, valorizando a formação e os seus resultados para garantir a competência. A CEDROS tem estes padrões bem definidos e já declinamos, muitas vezes, convites para realizarmos ações de formação que já sabemos que não vão produzir resultados. É uma das nossas formas de contribuir para a solução e
não para o problema. Fala-se de atração e retenção dos melhores profissionais e desenvolvimento de competências sem se saber o que é ser competente, ou seja, sistematicamente exige-se competência sem a respetiva formação/informação e não se equilibra um desempenho eficiente com uma adequada supervisão.
Artigo publicado na edição 160 da RHmagazine, referente aos meses de setembro e outubro de 2025
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