Num mundo marcado pela velocidade, simultaneidade e interdependência dos riscos, a imprevisibilidade deixou de ser exceção para se tornar parte do nosso dia a dia. Este cenário tem tido um impacto direto nas organizações e nas pessoas: transforma profissões, exige novas competências, aumenta a pressão e desloca a ideia de segurança do exterior para a capacidade individual de adaptação.
Perante este contexto, a pergunta central deixou de ser como recuperar controlo sobre o mundo à nossa volta, mas onde ainda podemos exercer influência. A resposta começa na forma como interpretamos o que acontece, distinguimos o que está ou não ao nosso alcance e escolhemos onde investir a nossa energia.
É a partir deste ponto que retomo agora a reflexão, aprofundando o papel do coaching neste contexto.
O coaching pode assumir um papel particularmente relevante, não como uma ferramenta para controlar o mundo – mas
Ao longo das últimas décadas, o coaching evoluiu de prática individual
Ainda de acordo com o mesmo relatório, se olharmos para o futuro do coaching, encontramos duas
a tecnologia, que permite
escala, acesso e personalização; e a colaboração humana, que
sustenta profundidade, relação e significado.
O equilíbrio entre estas duas
E aqui surge uma tendência que a maior parte de nós espera que se venha a posicionar: que o que é automatizável perde
É interessante constatar que o fator humano pode passar a ser o diferenciador no futuro:
poderá a presença, escuta,
capacidade de reflexão e tomada de decisão em ambiguidade ser as competências críticas que sustentam o futuro?
Neste contexto o coaching emerge não como um
Regresso, então, à pergunta inicial.
Num mundo incerto, o que ainda controlamos?
Seguramente não controlamos:
o ritmo da mudança,
o impacto da tecnologia,
ou o contexto global.
Mas controlamos:
onde colocamos a nossa
atenção; como interpretamos o que
acontece; e que decisões tomamos a
seguir.
É precisamente aí que reside a nossa margem de ação e também um grande desafio.
Se há algo que levo desta
E isso começa, por uma
Que escolha fazem, esta
No conjunto, as respostas apontaram para três grandes movimentos que me parecem bastante pertinentes:
Mais foco em controlar o que
está sob influência própria: energia, atenção, escolhas, aprendizagem; Planear, priorizar, marcar –
menos improviso, mais consciência de escolha; Cuidar da base (energia, bem-estar, presença)
como condição para resultados.
Retorno agora a questão, quais as suas estratégias para
Obrigada por ter escolhido
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