ASSINAR NEWSLETTER
Sexta-feira, Julho 31, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

Rui Miguel Nabeiro “A cultura de proximidade gera um maior nível de compromisso”

IIRH Por IIRH
26 de Maio, 2025
em PESSOAS
0
Rui Miguel Nabeiro “A cultura de proximidade gera um maior nível de compromisso”
182
Partilhas
2k
Visualizações

A cultura organizacional do Grupo Nabeiro é frequentemente elogiada pelo seu ambiente familiar e pela valorização dos colaboradores. Quais são as principais estratégias que utiliza para manter essa cultura, especialmente num contexto de crescimento?

Somos uma empresa familiar, mas também queremos ser uma “empresa-família”. A Delta é um ecossistema em que estamos para nos ajudarmos uns aos outros. E isto materializa-se quando as pessoas precisam: existe um conjunto de ferramentas disponíveis para prestar ajuda. A primeira de todas é a proximidade. As pessoas falam diretamente comigo ou com o meu pai, em Campo Maior é impossível isto não ser assim.

Esta cultura nasce de sermos uma empresa de uma pequena localidade, onde todos se conhecem e sabem quem está doente ou precisa de ajuda, e propagou-se para fora de Campo Maior. Na minha ótica, esta cultura de proximidade gera um nível de compromisso das pessoas completamente diferente e, quando a empresa pede um extra, esse extra também é dado pelas nossas pessoas.

Num contexto de internacionalização, que desafios se colocam para manter este espírito?

Curiosamente, temos pessoas de Campo Maior em todos os países e levam um bocadinho desta cultura. Todos os nossos country managers são portugueses e isso acaba por ter relevância neste contexto, porque são pessoas que fizeram um percurso dentro da Delta, têm muitos anos de empresa e conhecem aquilo que valorizamos na relação humana com os nossos colaboradores.

Como líder de uma empresa com mais de 3.800 colaboradores, qual considera ser o principal desafio na gestão de RH?

Somos uma empresa que cresce em faturação, cresce em número de colaboradores e temos a ambição de chegar ao “top 10” das marcas de café a nível global. Diria que o maior desafio é saber como mantemos, numa empresa que vai crescer bastante, esta cultura tão importante.

Porque é ela que nos permite ser tudo aquilo que somos, ter a relação que temos como os clientes, a fidelização e a lealdade dos nossos colaboradores. Sabemos que as pessoas sentem a Delta como sua e isso ajuda-nos a resolver todos os problemas.

Quais são as suas principais estratégias para garantir que, entre a enorme diversidade existente, todos estão alinhados com os objetivos e a visão estratégica do Grupo Nabeiro?

Temos feito um trabalho muito forte no alinhamento e usamos um conjunto de ferramentas muito importantes. Em primeiro lugar, temos uma equipa de steering committee, onde estão todos os diretores de primeira linha e alinhamo-nos para que as mensagens sejam passadas para todos.

A cada três meses, temos uma mensagem do CEO, em que falo em streaming e presencial, porque é difundida sempre num site diferente da empresa. Pretendemos com isto dar a conhecer os diferentes sites, partilhar quem são as pessoas, o que fazem, dando relevância ao trabalho de todos.

Isto tem corrido muito bem e sentimos que gera um nível de engajamento muito forte com os colaboradores. Acredito nos valores da partilha e da transparência. Quanto mais transparência houver e mais partilhamos, mais as pessoas ficam comprometidas com a missão, e tal é essencial para que todos estejamos absolutamente alinhados.

No fundo mantém a relação de proximidade aos colaboradores que o seu avô cultivou desde sempre…

Sim, mas agora com um conjunto de ferramentas. O meu avô era muito especial e tinha um estilo muito próprio. O que tentamos fazer agora é criar um conjunto de ferramentas que lancem a escada para o futuro. A minha visão e o meu legado para quem vier depois de mim é que exista um conjunto de ferramentas para garantir que a cultura seja executada da mesma forma que era no passado.

O Grupo Nabeiro é reconhecido pelo seu compromisso com práticas sustentáveis. Como é feita essa conciliação do crescimento com o modelo de sustentabilidade?

Eles têm de correr em paralelo. O meu avô era de facto um visionário porque tudo aquilo que hoje se fala sobre sustentabilidade, já fazíamos. Dou-lhe o exemplo da associação Coração Delta com trabalho social que desenvolve em Campo Maior.

Na mesma altura em que fomos a primeira empresa portuguesa a receber a certificação de responsabilidade social SA8000, o meu avô iniciou o projeto de produção de café em Timor, apoiando agricultores locais e deixando um legado importante.

Hoje em dia, não é só a Delta que compra café a Timor. A Starbucks também. Acho que isso diz muito sobre o valor desse projeto. Portanto, houve sempre uma visão muito à frente sobre o que eram os temas de sustentabilidade, até na relação com o cliente e com os fornecedores.

No ano passado, começámos a vender café dos Açores, um projeto com cinco anos, em que apoiamos a produção local de café. Fazemos parte do ICP (International Coffee Partners), que ajuda pequenos agricultores em África e na América Central a desenvolver os seus negócios. Muito em breve, vamos anunciar um novo projeto de apoio a um produtor local em São Tomé e Príncipe, à semelhança do projeto dos Açores.

Porque é que este papel da responsabilidade social e da sustentabilidade é tão importante para a cultura da Delta?

Dou-lhe o exemplo dos produtores de café. Precisamos de café e para isso temos de os apoiar, para que tenham um bom nível de vida, que subsistam, que a sucessão aconteça nestes pequenos agricultores – isto é um tema muito importante para o ICP e em particular para o meu mandato como chairman.

Fazemos também um trabalho muito forte junto dos nossos colaboradores. O Fundo Social (composto pelo dinheiro de todos) desempenhou um papel importante nas grandes crises que o país atravessou e temos uma assistente social nos escritórios de Lisboa com a função de identificar situações em que o colaborador precise de ajuda.

Como equilibra a necessidade de inovar com a preservação das tradições e valores que tornaram a Delta uma marca icónica?

A tradição pode-se manter, mas adicionando inovação. Por exemplo, na Delta Q Rise invertemos a extração do café e não deixa de ser café expresso. A inovação é importante nas formas de produção e eu valorizo muito o lançamento de produtos inovadores. Temos um modelo de inovação que envolve todos os colaboradores e depois exteriorizamos essa inovação.

O nosso modelo prende-se com momentos de inspiração, ouvindo alguém sobre um determinado tema. A seguir passamos ao brainstorming e partilhamos ideias durante um mês numa plataforma on-line. Depois, trabalhamos o funil de ideias até um pitch final em que escolhemos a proposta vencedora.

E como é que o líder faz essa ligação entre a inovação e a tradição?

Penso que estamos a conseguir. Não estamos a irromper com as tradições da empresa. A inovação que escolhemos está alinhada com os nossos valores e formas de estar.

Como é que a Delta Cafés tem promovido a colaboração interna e externa para impulsionar a inovação, uma ligação que sabemos que lhe é cara?

O Diverge é o nosso centro de inovação e tem um conjunto de engenheiros e gestores que fazem a gestão dos projetos. Trabalhamos também com o apoio da academia, nomeadamente com a Universidade do Minho e, sobretudo, com o PIEP (Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros). Mas também vamos buscar inovação de fora para dentro através de startups.

A Nãm Urban Mushroom Farm foi a primeira startup em que investimos e é um projeto de economia circular em que reaproveitamos a borra de café para produzir cogumelos e depois vendê-los aos restaurantes. É emblemático e importante do ponto de vista da sustentabilidade.

Depois, na Nãm, seguiu-se o investimento na Why Not Craft Soda e mais recentemente na Swee, uma marca de gelados vegan sem açúcar que acaba de entrar nos EUA. Só investimos em startups que tenham alguma ligação ao nosso negócio e participamos sempre diretamente na gestão e desenvolvimento dos respetivos projetos.

Já referiu nesta entrevista que a Delta ambiciona posicionar-se entre o “top 10” a nível mundial. Quais são metas a longo prazo, sobretudo em termos de internacionalização, para alcançar este objetivo ambicioso?

É um caminho longo e sabemos perfeitamente o que é que temos que fazer para lá chegar. Vai ser exigente para todos.

Em primeiro lugar, temos de ter o nosso pilar de sustentação, o mercado português, muito forte. Igualmente, conseguir ter todas as empresas externas com lucros e reinvestir esses lucros no crescimento. Espanha está a correr muito bem e já é um contributo positivo para o grupo. Angola é um mercado que tem muitos altos e baixos, mas temos a fábrica, a única fora de Portugal, e um legado muito forte não só na venda, mas também na compra e produção local.

A Europa tem um papel muito importante neste caminho para o “top 10”. Estamos em França a alargar a nossa rede de distribuição, na Suíça adquirimos este ano uma empresa de distribuição alimentar e duplicamos a faturação. Através da operação no Luxemburgo, trabalhamos o norte de França, a Alemanha e a Bélgica. A Polónia tem sido o mercado onde crescemos mais e onde estamos a fazer um trabalho, com a Jerónimo Martins, fundamental para este rumo ao “top 10”.

Nos próximos anos, entraremos em mais mercados. O Brasil, onde estamos há muitos anos, tem um potencial enorme, e estima-se que passará a ser o maior consumidor de café, ultrapassando os EUA. Na China, onde temos uma representação, o consumo de café tem vindo a crescer.

Obviamente, tudo isto também será consoante as oportunidades que surjam, podendo ser com operação direta ou abrindo parcerias estratégicas, como a que temos no Dubai ou nos Estados Unidos.

Artigo publicado na edição 154 da RHmagazine, referente aos meses de setembro e outubro de 2024


Aproveite e leia gratuitamente já as últimas edições da RHmagazine AQUI

Mais sobre culturaInovaçãoInternacionalizaçãoliderançaSustentabilidade
Notícia anterior

Landing.Jobs revela estado do talento tecnológico em Portugal

Notícia seguinte

People analytics aplicado ao onboarding de colaboradores

Recomendamos

Entrevista a José Theotónio. Check-out de talento? No Pestana, a experiência cinco estrelas começa por dentro

Entrevista a José Theotónio. Check-out de talento? No Pestana, a experiência cinco estrelas começa por dentro

29 de Julho, 2026
Entrevista a Domingos Pinto. Quando os dados guiam a produção: Simoldes dá forma à fábrica digital

Entrevista a Domingos Pinto. Quando os dados guiam a produção: Simoldes dá forma à fábrica digital

22 de Julho, 2026
Francisco Lufinha: “Sem tolerância ao erro, não há inovação”

Francisco Lufinha: “Sem tolerância ao erro, não há inovação”

6 de Julho, 2026
Entrevista a Cláudia Domingos, HP. Modo sobrevivência? Há fruta na copa e workshops de mindfulness, mas só 20% estão bem nas empresas

Entrevista a Cláudia Domingos, HP. Modo sobrevivência? Há fruta na copa e workshops de mindfulness, mas só 20% estão bem nas empresas

27 de Maio, 2026
Entrevista a Rui Mendes da Costa. Décadas de experiência a sair, nova geração a entrar: como a AdP mantém o saber a fluir

Entrevista a Rui Mendes da Costa. Décadas de experiência a sair, nova geração a entrar: como a AdP mantém o saber a fluir

20 de Maio, 2026
Entrevista a Helena Ravara, Neves de Almeida. O assessment está a pôr fim às decisões de “feeling”?

Entrevista a Helena Ravara, Neves de Almeida. O assessment está a pôr fim às decisões de “feeling”?

13 de Maio, 2026
VEJA MAIS
Notícia seguinte
People analytics aplicado ao onboarding de colaboradores

People analytics aplicado ao onboarding de colaboradores

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Academias de formação: da visão à transformação

Academias de formação: da visão à transformação

11 de Março, 2026
Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

6 de Janeiro, 2026
Carla Caracol assume liderança de RH de Engineering & Construction na Proman

Carla Caracol assume liderança de RH de Engineering & Construction na Proman

10 de Março, 2026
Crónica: O que é isso de Mindset Digital? – por Catarina João Morgado, PwC’s Academy

Crónica. “Entre a crítica, a leveza e 100.000 pessoas a dançar”, por Catarina João Morgado

31 de Julho, 2026
“Simples, eficaz e integrada”: Michael Page aposta em marca única para reforçar resposta às empresas

“Simples, eficaz e integrada”: Michael Page aposta em marca única para reforçar resposta às empresas

31 de Julho, 2026
Tem uma proposta de emprego em vista? Nova funcionalidade da Coverflex quer garantir que não lhe escapa nenhum detalhe

Tem uma proposta de emprego em vista? Nova funcionalidade da Coverflex quer garantir que não lhe escapa nenhum detalhe

30 de Julho, 2026

Agenda de Eventos

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Nov 4
Novembro 4 @ 8:00 - Novembro 6 @ 17:00

Conferência: Transparência Salarial

Nov 5
10:00 - 16:00

This Is Me- Associação Salvador

Nov 24
Novembro 24 @ 8:00 - Novembro 26 @ 17:00

Conferência: Total Rewards Day

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

Novo ciclo no ISEG. Mário Caldeira assume presidência até 2030

Novo ciclo no ISEG. Mário Caldeira assume presidência até 2030

30 de Julho, 2026
A arquitetura do futuro é híbrida e desenha-se na S+A. Entrevista a Mafalda Carvalho

Mafalda Carvalho é a nova DRH da SER – Senior Exclusive Residences

28 de Julho, 2026
Gi Group Holding Portugal anuncia nova liderança. Saiba quem sucede a Thomas Marra

Gi Group Holding Portugal anuncia nova liderança. Saiba quem sucede a Thomas Marra

15 de Julho, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');