Todas as pessoas têm a possibilidade de aprender sobre felicidade e exercitar essa prática, o que vai levar-nos a um mundo formado por pessoas mais tolerantes, conscientes, generosas, resilientes, atentas ao meio ambiente, ao equilíbrio, à aprendizagem e à prática do amar. Aceitar essa possibilidade, aprender a ser feliz e a amar são oportunidades de gerar bem-estar e confiança para a carreira e a vida.
Portugal ocupa o 85.º lugar na lista dos países mais felizes do mundo, de acordo com o Relatório da Felicidade Mundial 2013, divulgado pela Rede Sustentável da Organização das Nações Unidas (United Nations Sustainable Development Solutions Network). Entretanto, a felicidade dos portugueses diminuiu entre 2010 e 2012, caindo 12 posições entre os 156 países analisados pelas Nações Unidas para a elaboração do ranking da felicidade.
O Relatório da Felicidade Mundial 2013 é o segundo desta natureza realizado por um grupo de investigadores, entre eles John F. Helliwell, da University of British Columbia e do Canadian Institute for Advanced Research, Richard Layard, da London School of Economics, e Jeffrey D. Sachs, diretor do The Earth Institute Columbia University. Este relatório mostra como o bem-estar deve ser um componente importante na medida do desenvolvimento económico e social do planeta. A equipa baseou-se em dados dos últimos três anos de 156 países, tendo em conta aspetos como uma vida saudável, a liberdade de escolha e o apoio social. A partir desse trabalho, o professor canadiano Helliwell ressalta que esse relatório mostra que houve um aumento significativo da felicidade média mundial.
Segundo o documento, as pessoas mais felizes residem no Norte da Europa. No topo do ranking estão Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda e Suécia. Os mais infelizes estão em África: Ruanda, Burundi, República Centro-Africana, Benim e Togo. De acordo com os autores do relatório, a queda de 0,35 pontos nos índices de felicidade do povo português (que antes ocupava o 73.º lugar), comparada ao período entre 2007 e 2010, não se deve só à crise económica que o país atravessa, mas também à capacidade dos indivíduos, comunidades e especialmente dos governos para enfrentar as dificuldades financeiras e desempenhar o seu papel ao nível do que é exigido em tempos de crise.
Nesse relatório, especialistas em economia, psicologia e estatística descrevem como as medidas de bem-estar podem ser utilizadas de forma eficaz para avaliar o progresso das nações. O professor Jeffrey Sachs, do The Earth Institute Columbia University, responsável pelo estudo, afirma: «Existe hoje uma demanda mundial crescente de que a política esteja alinhada com o que realmente importa para as pessoas. Cada vez mais os líderes mundiais [falam acerca da] importância do bem-estar como um guia para [os] seus países e o mundo. O Relatório Mundial da Felicidade 2013 oferece evidências de que a medição e a análise sistemática de felicidade podem ensinar muito sobre as formas de melhorar o bem-estar e desenvolvimento sustentável do mundo».
O primeiro Relatório Mundial da Felicidade, lançado em 2012, chamou a atenção internacional como um levantamento inédito do estado de felicidade global. Este novo relatório vai mais longe e aprofunda-se em maior detalhe na análise dos dados sobre a felicidade global. Mostra mudanças significativas na felicidade em países ao longo do tempo, com ganhos em África e na América Latina e perdas entre os países industrializados. Para os 156 países com dados disponíveis, a felicidade melhorou significativamente em 60 deles.
Felicidade interna bruta (FIB)
Criada pelo rei butanês em 1972 como uma forma de indicar o crescimento do país sem considerar apenas o aspeto económico, mas levando em conta conceitos culturais, psicológicos, espirituais e ambientais, a FIB (felicidade interna bruta) é um novo indicador da Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de complementar as medidas tradicionais, como o PIB (produto interno bruto), para medir o desenvolvimento de uma nação. Ente os quesitos que são analisados pela FIB estão: bem-estar humano, esgotamento dos recursos da natureza, cuidados familiares e utilização do tempo de forma equilibrada.
A ONU recriou o conceito de FIB para ser aplicado como forma de medir o desenvolvimento de comunidades. Para isso foi criado um questionário que examina o bem-estar psicológico, acesso à cultura, proteção do meio ambiente, governança, saúde, educação e vitalidade da comunidade, conforme quadro 1.
Quando trago o conceito do bem-estar e da felicidade à realidade das organizações observo que, de alguma forma, esse método de gestão já faz parte do universo dos profissionais e negócios bem-sucedidos. A tendência mundial é unir trabalho e satisfação, porque é facto comprovado que a produtividade aumenta em proporção direta à satisfação das pessoas envolvidas, uma condição que está associada a uma pessoa feliz e só traz benefícios: lucro, reconhecimento, realização, tranquilidade, alegria e bem-estar.
Talento para ser feliz
Um dos primeiros pensadores a sistematizar em que consiste a felicidade foi Aristóteles e, até hoje, baseamo-nos nas suas ideias. Sem dúvida, desde a época do filósofo grego até aos nossos dias, não há um consenso acerca da definição exata do que é a felicidade, embora a maioria das pessoas tenha uma noção mais ou menos intuitiva acerca do que é ser feliz ou o que nos faz felizes.
Os cientistas têm optado pela definição que utiliza a professora da Universidade da Califórnia, Sonja Lyubomirsky, autora do livro A Ciência da Felicidade e uma das investigadoras mais rigorosas neste terreno. Segundo ela, «[a] palavra “felicidade” [é usada] para se referir à experiência de alegria, satisfação ou bem-estar positivo, combinada com a sensação de que a nossa vida é boa, tem sentido e vale a pena». Essa definição faz referência a duas vertentes da felicidade que podem ser entendidas como experiência pontual ou também uma sensação permanente de fundo que impregna a nossa existência.
A felicidade e o bem-estar são os resultados que queremos atingir com a psicologia positiva, um estudo científico do funcionamento humano criado pelo psicólogo Martin Seligman, autor do bestseller Felicidade Autêntica e líder por 15 anos de um movimento de propagação sobre o tema nos Estados Unidos. O principal propósito da psicologia positiva consiste em catalisar uma troca no foco da psicologia, superando a preocupação única em reparar as piores coisas da vida, em prol da construção de qualidades positivas.
Especificamente no universo corporativo, o mundo do trabalho vive em constante revolução silenciosa. Há décadas que oferece o dinheiro como estímulo, sendo quase único aos seus funcionários. Organizações inovadoras começam a perceber que esse modelo está a ruir e, embora a remuneração ainda seja decisiva, claro, num mundo transformado pela crise, salários e bónus já não exercem o mesmo fascínio. A busca por um propósito maior, a chegada de uma nova geração ao mercado e a reinvenção dos escritórios convergem para um ideal há muito negligenciado: a felicidade no trabalho, na sociedade, na educação, nos relacionamentos, nos projetos.
No ano passado, fundei a EscolHa da Felicidade no Trabalho, uma escola com «h», porque entendo que a felicidade se ensina e, se se ensina, escolhe-se. Por essa condição, torna-se uma responsabilidade social, pois não dá para ser feliz sozinho. Considerando todo o conhecimento que adquiri nos últimos anos de estudos e pesquisas e ainda alicerçada em considerações de importantes pensadores, criei um projeto focado na educação e no mundo corporativo que, por excelência, são essencialmente sociais e visam o desenvolvimento de competências e capacidades necessárias à preservação de diferentes mercados.
Entre a teoria dos estudos académicos e a vida real do quotidiano corporativo, é preciso fazer uma série de reflexões sobre o propósito e valores envolvidos no trabalho, porque bem-estar e felicidade no trabalho são possíveis, sim! Essa descoberta tem revolucionado empresas e a vida de muitas pessoas. Prova disso é que já se observa no mundo corporativo a preocupação com o bem-estar físico mental e emocional dos profissionais. Nesse cenário não cabe mais um profissional compartimentado mas sim integrado em qualquer circunstância. A tendência mundial é unir trabalho e satisfação, porque é facto comprovado que a produtividade aumenta em proporção direta à satisfação e bem-estar das pessoas envolvidas, uma condição que só traz benefícios: lucro, reconhecimento, realização, tranquilidade, alegria e bem-estar.
A importância do autoconhecimento e da valorização pessoal
É comum encontrarmos profissionais em apuros quando solicitados a pensar «fora da caixa», resolver problemas, propor soluções arrojadas e inovadoras. Cada vez mais precisamos de habilidades e atributos que não aprendemos no ensino formal. Experiências e relacionamentos têm sido fatores relevantes para engrenar homens e mulheres na rota da ascensão profissional e melhor qualidade de vida.
Quando falamos em carreira de sucesso, podemos alinhavar o termo a diversas possibilidades. Isto porque o significado da palavra «sucesso», na prática, não nos conduz a um único sentido – tem diferentes dimensões para cada indivíduo. Cada pessoa tem a sua visão de sucesso e esse cenário é construído de forma bastante peculiar para cada um de nós. Para um, ele pode representar uma vida pacata, um emprego estável, contrato de trabalho e um salário fixo suficiente para viver. Para outro, ser presidente ou diretor de uma multinacional, ter a agenda cheia de compromissos, reconhecimento social ou uma gorda conta bancária que garanta rendimentos sem grandes preocupações.
Os extremos não invalidam o conceito nem as bases para alcançá-lo, porque o sucesso não tem que ver com fama, popularidade, condição social ou riqueza. A verdadeira conotação do termo está ligada à satisfação íntima, à realização de sonhos, à conquista de um objetivo particular que tenha sido criado a partir de parâmetros pessoais. Por sua vez, a conquista de objetivos, do bem-estar e da felicidade está intimamente ligada ao conhecimento de quem somos e do que gostamos de fazer. Subjetivismo? Certamente que não. É paradoxal. O facto é que, em plena era dos avanços tecnológicos e inovações revolucionárias em diversos setores, o número de pessoas que não sabe (ou tem medo de assumir) se casa, compra uma bicicleta ou viaja para Bangladeche é muito grande.
Autoconhecimento é a palavra de ordem e consequência da valorização pessoal e profissional! Um aspeto relevante dessa competência é a identificação de talentos – a capacidade que cada um de nós tem de explorar os frutos da experiência pessoal para alcançar a realização. Pessoas que conquistam o seu espaço e o sustentam são aquelas que identificam e assumem as coisas que gostam e sabem fazer com naturalidade, facilidade e prazer. O reconhecimento de aptidões e habilidades permite a criação de uma trajetória pessoal e profissional diferenciada e bem-sucedida. No mundo dos negócios, o conhecimento e o capital intelectual não são tudo.
Confiança em tempos de crise
A felicidade e a confiança têm que ver com a consciência de si, do outro e da situação. Não se pode ser feliz ou confiar sem estar presente e fazer o outro presente. Portanto, «consciência é a resposta», como diz o filósofo Robert Happé, no seu livro publicado com este mesmo nome.
Quando comecei a tratar de forma mais específica o tema da confiança, muita gente ficou surpreendida, acreditando que esse era um tema complexo e polémico demais para ser discutido por uma profissional reconhecida como expert em automotivação, felicidade e sucesso. A grande dificuldade para algumas pessoas é entender que o alicerce para os temas que desenvolvo é justamente a confiança. Afinal, qual é o atributo que nos remete a uma pessoa automotivada, feliz e bem-sucedida? Justamente a autoconfiança.
Hoje, entre os meus 15 livros publicados, dois abordam especificamente o tema da confiança: Confiança, o Diferencial de um Líder e Confiança, a Chave para o Sucesso Pessoal e Profissional. Nas palestras que ministro no Brasil e no exterior, eu prezo pelo desenvolvimento da confiança e da autoconfiança, pois vivemos num mundo competitivo, repleto de tensões, no qual tudo muda rapidamente e ninguém sabe o que nos reserva o futuro.
Nesse contexto, a maioria das pessoas considera impossível confiar umas nas outras, no amanhã, no mercado, nos projetos ou no governo. Tudo isso nos faz viver em permanente estado de alerta e adotar atitudes defensivas para não sermos prejudicados nem passados para trás pela concorrência. A falta de confiança estende-se a colegas de trabalho, governos, instituições, projetos, empresas e mudanças. Enfim, qualquer coisa que possa representar algum tipo de ameaça à nossa estabilidade ou segurança. Assim, fazemos da desconfiança a muralha que nos separa dos perigos do mundo exterior.
De acordo com o Banco Mundial, o Brasil é considerado um dos países com menor índice de confiança no mundo. A cada dez brasileiros, oito não confiam na outra pessoa. Segundo Rui Brites, doutorado em sociologia com a tese «Valores e felicidade no século xxi» e investigador do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), uma das variáveis que mais contribui para o sentimento de bem-estar é a confiança e, na Europa, os portugueses são destacados entre os povos mais desconfiados.
Panorama contraditório
Enquanto a desconfiança nos aconselha a ficar nos limites do conhecido, a evitar riscos e a fechar-nos para os outros, o mundo de hoje – especialmente no que diz respeito à carreira profissional – requer abertura para o desconhecido, coragem para arriscar e integração com as pessoas. O perfil do profissional que as empresas desejam contratar inclui iniciativa, flexibilidade, bom relacionamento e capacidade empreendedora. Estas caraterísticas são de pessoas confiantes ou desconfiadas?
Confiança é sustentabilidade, é bem-estar, é um fator decisivo no desempenho de profissionais e organizações no mundo globalizado. Falta de confiança compromete o sucesso de qualquer pessoa ou empresa. No âmbito pessoal, retrai e isola as pessoas, impedindo que experimentem e arrisquem, restringe a sua expansão. Segundo o pensador de ciências políticas e económicas, o americano Francis Fukuyama, «confiança é um componente do capital social que chega a ser mais importante que o capital financeiro da empresa».
Talvez o leitor questione: é possível resgatar a confiança perdida e desaprendida no decorrer da vida? Dá para voltar a confiar em nós mesmos, nos outros e no mundo depois de passar por deceções, perdas, frustrações e fracassos? Será que a confiança pode voltar a ser o nosso primeiro impulso ou sentimento quando nos deparamos com uma situação nova, uma pessoa desconhecida ou uma incerteza?
Depois de ter começado a estudar a confiança e a colecionar histórias de pessoas que exercitam essa competência, não tenho dúvidas de que a resposta para todas essas perguntas é um sonoro «sim». Porém, não se pode esperar uma fórmula, um passo a passo ou receita que sirva igualmente para todos. Cada pessoa deve resgatar a confiança à sua maneira – e isso pode significar «revisitar» as experiências de vida em que perdeu um pedacinho dela, reconhecer e transformar as crenças que a enfraqueceram ou aprender a dar novos significados às situações.
O exercício da autoconfiança
Agora é importante observar que antes da confiança entre as pessoas é necessário trabalhar a questão da autoconfiança, que é uma habilidade muito importante para todo e qualquer profissional e pode ser um grande diferencial. Pense num jogador de basquetebol. Ele precisa de treinar lances, aperfeiçoar técnicas, ser persistente e ter autodisciplina! Investe tempo para ter excelência e conquistar vitórias. A autoconfiança adquire-se cada vez que uma pessoa/profissional reconhece um acerto, uma aprendizagem. É desenvolvida com exercício e treino.
O sucesso de muitos empreendedores tem origem justamente no desenvolvimento da autoconfiança, independentemente do seu tempo de mercado. A falta dessa habilidade pode manifestar-se em sentimentos de incapacidade, impotência e dúvidas paralisantes. Quem não confia em si tem muita dificuldade para enfrentar desafios e cada fracasso, quando acontece, confirma uma sensação de incompetência e muito sofrimento.
A habilidade com tecnologia e o acesso ao conhecimento gerado na Internet estreitam mundos, realidades, sociedades e geram novas possibilidades, o que justifica o surgimento de tantas inovações. Uma boa parte dos jovens desta nova geração tem o empreendedorismo nas veias! A maioria trabalha por um ideal e não tem medo de desbravar o novo. Isso faz toda a diferença! Mas esse comportamento não deve ser encarado como ameaça pelos profissionais mais maduros e sim como perspetiva de novos negócios, novas possibilidades! A questão é a perspetiva em que cada um se coloca e, por isso, é fundamental o desenvolvimento da autoconfiança.
A arte da resiliência e o poder da superação
Alinhar as competências humanas aos avanços e inovações de um mercado em constante transformação tornou-se um grande desafio. É o que chamo de «o poder da superação», título de um livro que escrevi e de uma das minhas palestras mais pedidas, pois esses trabalhos mostram um universo real que muitas pessoas deixam de lado.
Entendo que na vida não existe sorte nem azar, mas possibilidades de transformação e, principalmente, de superação em cada acontecimento. Isto está diretamente ligado às nossas ações e reações. Ou seja, factos considerados negativos podem ter consequências altamente positivas e os chamados factos positivos nem sempre cumprem a promessa de mudar a nossa vida para melhor. Observo nas relações humanas, na minha própria vida e na história de homens e mulheres bem-sucedidos que o maior algoz não nos destrói – ao contrário, empurra-nos para a vida.
Grandes tragédias podem revelar-nos novas possibilidades e um não bem dado, ainda que inicialmente nos deixe revoltados, pode desencadear um processo reflexivo que nos levará a decisões mais adequadas aos nossos sonhos e aos nossos planos. Muita gente descobriu talentos e habilidades inimagináveis após uma demissão inesperada. Conheço uma senhora que superou a perda repentina de um filho jovem por meio da arte, pintando e transformando a sua dor. A superação é seguida da arte da resiliência, uma competência muito valorizada atualmente, que implica a capacidade de superar adversidades sem desmoronar, sem perder o rumo… A pessoa resiliente é dura na queda: enfrenta crises, sofre perdas, encara fracassos e continua firme. Não desiste dos seus objetivos. Parece até que quanto mais problemas enfrenta, mais forte fica.
Os exemplos citados apontam um poder que todos nós, habitantes deste planeta, temos condições de realizar, à semelhança do que ocorre na natureza, em que nada se perde, tudo se recupera e se supera. Costumo chamar essa magia de SuperAção – a ação contínua que transforma, superando expectativas – ou de upgrade pessoal. Sim, podemos fazer connosco o mesmo que fazemos com os nossos computadores, apagando crenças que não nos servem mais – só nos enfraquecem e bloqueiam a nossa ação, ocupando o espaço que deveríamos manter livre para novas ideias – e acrescentando conhecimentos e habilidades que nos tornam poderosos, mais preparados e atualizados para enfrentar os desafios do mundo moderno com muita felicidade!
BIBLIOGRAFIA
Csikszentmihalyi, M. (2002), Fluir, Relógio D’Água, Lisboa.
Frankl, V. (1991), Em Busca de Sentido, Editora Vozes, Petrópolis.
Happé, R. (1997), Consciência é a Resposta, Editora Talento, São Paulo.
Navarro, L. (2007), A Vida Não Precisa Ser Tão Complicada, Thomas Nelson Brasil, São Paulo.
Navarro, L. (2009a), Talento à Prova de Crise, Thomas Nelson Brasil, São Paulo.
Navarro, L. (2009b), Talento Para Ser Feliz, Thomas Nelson Brasil, São Paulo.
Navarro, L. (2012), O Poder Da Superação, Amplatitude.
Navarro, L., e Gasalla, J.M. (2007), Confiança, a Chave para o Sucesso Pessoal e Profissional, Integrare Editora, São Paulo.
Navarro, L., e Gasalla, J.M. (2010), Confiança, o Diferencial de um Líder, Integrare Editora, São Paulo.
Seligman, M.E.P. (2004), Felicidade Autêntica, Objetiva, Rio de Janeiro.