Isabel Guerreiro foi nomeada nova CEO do Santander em Portugal, assumindo funções a partir de 1 de março. Já Pedro Castro e Almeida foi designado Chief Risk Officer do Grupo Santander, passando a desempenhar uma função de âmbito internacional. As duas nomeações foram anunciadas esta sexta-feira pelo grupo.
A responsável era até então Vice-presidente do Santander Portugal. Ao longo do seu percurso no banco, teve um papel central na transformação digital da instituição, em Portugal e a nível europeu, enquanto responsável máxima desta área dentro do grupo para a Europa. Integra o Santander desde 2005 e conta com mais de 20 anos de experiência no setor financeiro.
Antes desta nomeação, foi administradora executiva em Portugal, com responsabilidade pela rede de particulares e negócios, e membro do Supervisory Board do Santander Polónia. É licenciada em engenharia informática pelo Instituto Superior Técnico, tem um MBA do INSEAD e formação complementar em Stanford, Harvard e Wharton.
Por sua vez, Pedro Castro e Almeida integrou o Santander em 1993 e liderou o Santander Portugal como Presidente Executivo nos últimos sete anos. Durante este período, o banco realizou uma transformação digital e operacional, reforçando o seu posicionamento no mercado.
Nos últimos anos, acumulou também a função de responsável regional do Santander para a Europa. Mais recentemente, liderou o processo de integração do banco britânico TSB, adquirido pelo Santander ao Sabadell. Ao longo do seu percurso, esteve igualmente envolvido em processos de integração como os do Banif e do Banco Popular.
Em comunicado, Ana Botín, Presidente Executiva do Banco Santander, afirma: “A Isabel é uma líder com provas dadas e amplamente respeitada, que personifica a cultura do Santander, com uma forte ambição de melhoria contínua e um elevado compromisso, ano após ano, de servir com consistência as suas equipas, clientes, acionistas e a sociedade. O conhecimento profundo que o Pedro tem dos negócios do Grupo e a sua abordagem disciplinada ao risco fazem dele a escolha certa para liderar a função de risco do Grupo”.
“Estas mudanças demonstram a força e profundidade da nossa equipa de gestão de topo e a disciplina do nosso planeamento de sucessão, bem como o nosso foco contínuo em executar a nossa estratégia de forma consistente e em criar valor no longo prazo”, acrescentou ainda.
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