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diversidade e a inclusão são exigências das novas gerações no mercado de trabalho. O Barómetro FutURe 2025, promovido pela Merck, revela que 80% dos jovens europeus acreditam que políticas de diversidade e equidade são essenciais não apenas para a justiça social, mas também para o crescimento económico e a competitividade.
A importância destes valores reflete-se na forma como Millennials e Geração Z olham para o papel das organizações. Oito em cada 10 jovens defendem que governos e empresas devem continuar a investir em políticas de diversidade e pertença mesmo em contextos de crise, reforçando a ideia de que estas práticas são também motores de resiliência e inovação.
Porém, apenas 44% dos jovens dizem sentir-se ouvidos nos debates políticos e sociais, e 83% consideram que deveriam ter um papel mais relevante nas decisões que afetam o seu futuro. Além disso, menos de metade acredita ter as mesmas oportunidades que colegas mais experientes, com Espanha e Itália a registarem os valores mais baixos.
As mulheres revelam maior frustração quanto à existência de condições estáveis e favoráveis ao crescimento profissional, expondo desafios ainda persistentes para os departamentos de recursos humanos (RH).
Com mais de 30 mil jovens inquiridos em 12 países desde 2021, o Barómetro FutURe reforça que, a par de temas como saúde, inovação e sustentabilidade, a diversidade e a inclusão estão no centro das prioridades das novas gerações. Para empresas e gestores de RH, a mensagem é clara: responder a estas expectativas não é apenas um imperativo ético, é uma estratégia de futuro para atrair e reter talento num mercado cada vez mais exigente.
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