O inquérito da Flatio, plataforma digital de arrendamentos mensais, procurou compreender melhor as motivações, frustrações e destinos preferidos dos nómadas digitais.
Os resultados do inquérito conduzido a 1.200 pessoas permitiu perceber que 27,1% dos inquiridos seleciona Portugal como o principal destino para os nómadas digitais. Portugal encontra-se em primeiro lugar na lista, seguido da Tailândia (12,2%), em segundo lugar, e Espanha (8,6%), em terceiro lugar.
Entre os dez destinos mais procurados, encontra-se também a Madeira (3,9%), que ocupa o sétimo lugar na lista.
“Olhando para os resultados, sabemos agora que quase metade dos nómadas digitais não quer gastar mais de 800 euros por mês em alojamento, por exemplo. Também identificaram o custo como o fator determinante número um na decisão do seu próximo destino. Além disso, mais de quatro em cada cinco nómadas afirmaram ter em conta o impacto social do local onde estão alojados. Assim, os nómadas digitais são claramente viajantes educados e conscientes dos custos, que têm um grande impacto positivo nos locais que visitam, tanto do ponto de vista económico como também trazem novas competências, ideias e negócios.”
Radim Razek, co-fundador da Flatio.
3 em 5 dos inquiridos acredita que o visto português para nómadas digitais vai beneficiar significativamente
Portugal, que lançou um visto de nómada digital no ano passado, emergiu como o claro favorito, com uma esmagadora maioria de 27,1% dos inquiridos a selecionar o país como o seu destino preferido.
60,9% dos inquiridos acredita que o visto português para nómadas digitais vai beneficiar significativamente este tipo de trabalhadores.
A luz do sol é apontada como o segundo fator que mais determinou o próximo destino de um nómada digital. Ericeira, Lagos, Lisboa e Porto são, de acordo com a Flatio, os principais centros de nómadas digitais na Europa.