ASSINAR NEWSLETTER
Sábado, Setembro 26, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

Recursos Humanos, QI nacional e as causas da desigualdade da riqueza entre as nações: Será possível?

Vanessa Henriques Por Vanessa Henriques
12 de Julho, 2015
em TENDÊNCIAS RH
0
Recursos Humanos, QI nacional e as causas da desigualdade da riqueza entre as nações: Será possível?
44
Partilhas
328
Visualizações

«Toda a verdade passa por três estádios. Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente contestada. Terceiro, é aceite como autoevidente.»
Arthur Schopenhauer

«A espécie humana não suporta muito bem a realidade.»
T.S. Eliot

«Todas as teorias científicas que representem uma rutura e um avanço significativo são inicialmente contraintuitivas»
D. Dennett

 IDEIAS A RETER:

  1. As causas das desigualdades de rendimento e riqueza entre nações não são consensuais. Entre as principais teorias que as procuram explicar temos as seguintes: «teorias climáticas e ambientais», «teoria da dependência», «teoria neoliberal dos mercados livres», «teorias dos fatores psicológicos e culturais» e «teoria do QI nacional».
  2. Embora polémica e eventualmente politicamente incorreta, há cientistas sociais que, baseados em investigação transcultural, concluíram que o QI médio nacional dos RH de um país está positivamente correlacionado com a sua riqueza e rendimento.
  3. É fundamental que os dirigentes e governantes dos países invistam na educação dos seus RH desde a mais tenra idade e numa perspetiva geracional.

As causas das desigualdades de rendimento e riqueza entre nações têm sido discutidas há pelo menos 250 anos e até hoje não se chegou a um consenso. Já em 1748 Montesquieu propôs, na sua obra De L’Esprit des Lois, que os climas temperados foram mais favoráveis para o desenvolvimento económico do que os climas tropicais. Cerca de 30 anos mais tarde (1776), Adam Smith discutiu este tema na sua obra A Riqueza das Nações, sugerindo que as capacidades da população de um país são o principal fator responsável por diferenças nacionais em termos do seu rendimento e da sua riqueza. Desde essas primeiras tentativas para analisar este problema, várias outras teorias têm sido avançadas (Finuras, 2012) e podem, atualmente, ser agrupadas em cinco grandes categorias principais.

Primeiro temos as «teorias climáticas e ambientais» que ainda hoje prevalecem, sendo um dos seus principais representantes Andrew Kamarck (1976), que defende que os climas tropicais são desfavoráveis para o desenvolvimento económico porque o calor e a humidade reduzem a eficiência das capacidades de trabalho, prejudicam a produtividade da terra e proporcionam um ambiente favorável para doenças debilitantes. Isso explica, na sua opinião, a diferença entre o que é às vezes chamado de «norte rico», com o seu clima temperado, e o «sul pobre», com o seu clima predominantemente tropical. Nesta mesma linha, também Jeremy Diamond (1998) apresenta argumentos semelhantes sobre a importância crucial que os fatores climáticos e geográficos tiveram e continuam a ter no desenvolvimento económico dos países e das suas populações.

A segunda grande explicação contemporânea é a designada «teoria da dependência», que propõe que as nações capitalistas e economicamente desenvolvidas são responsáveis pela pobreza das nações subdesenvolvidas, porque elas dominam a economia mundial e impõem a dependência económica ao resto do mundo, pagando preços baixos pelos produtos agrícolas dos países menos desenvolvidos e pelos seus recursos naturais. Entre alguns dos principais representantes desta corrente teórica estão Frank e dos Santos (1996), Wallerstein, Valenzuela e também Seligson e Passé-Smith (1998).

Em terceiro lugar, temos a «teoria neoliberal dos mercados livres». Esta propõe que o principal fator responsável pelas diferenças nacionais no desenvolvimento económico consistiu na presença dos mercados livres, em oposição ao mercado planificado das ex-economias socialistas e comunistas. Bates e Weede (1993) são os principais teóricos defensores destas posições.

Em quarto lugar, temos as diversas «teorias dos fatores psicológicos e culturais», que defendem a importância das diferenças de atitudes, valores e motivações como principais fatores explicativos das diferenças nacionais em termos de riqueza. A primeira grande teoria deste tipo foi defendida por Max Weber (1904), para quem a ética de trabalho protestante explicava o mais rápido desenvolvimento económico do norte (protestante) da Europa em comparação com o sul católico do século xvi em diante. Outros teóricos nesta linha de pensamento, mais tarde, incluem David McClelland (1976), que propôs o conceito similar de «motivação para a realização». Vários cientistas sociais (Harrison, 1985; Grondona, 2000; Harrison e Huntington, 2000), embora não corroborando as teorias de Weber ou McClelland, simpatizam com este tipo de explicação e propõem o que geralmente é denominado por fatores «culturais» como principais contribuintes para as diferenças nacionais no desenvolvimento económico. David Landes, por seu turno, defendeu a importância da cultura «no sentido de valores internos e atitudes que norteiam uma população» (1998, p. 516).

Finalmente, em quinto lugar, temos a polémica «teoria do QI nacional», de Richard Lynn e Tatu Vanhanen (2002 e 2006), apresentada na sua polémica obra IQ and the Wealth of Nations (2002), onde defendem que as diferenças nos «quocientes de inteligência» dos recursos humanos (ou populações nacionais) dos países são os principais responsáveis pela capacidade de produzir riqueza e são eles que explicam a diferença de rendimento entre as nações. Argumentam que tem sido defendido que todas as pessoas de todos os países têm o mesmo nível médio de inteligência, lembrando, por exemplo, as palavras de Kofi Annan (2000), o qual afirmou que a inteligência é como uma «mercadoria» distribuída igualmente entre as pessoas do mundo (Hoyos e Littlejohn, 2000), algo que estes investigadores contestam fortemente, alegando que é sabido em psicologia que existem grandes diferenças nos níveis médios de inteligência entre diferentes nações. As revisões da literatura têm mostrado que, em relação à média standard de QI de 100 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos (com um desvio-padrão de 15), os povos do norte da Ásia Oriental têm um QI médio à volta de 105 e os povos da África Subsariana têm um QI médio de cerca de 70 (Lynn e Vanhanen, 2006).

Tendo em conta essas diferenças, estes autores colocam a hipótese segundo a qual as diferenças nacionais na inteligência média das populações talvez sejam afinal um fator (fortemente) contributivo das diferenças nacionais na riqueza das nações, dada a correlação entre o QI e o PIB per capita por eles apresentada de r = 0,623 (n = 185 países). Defendem esta posição com base em dois motivos principais: em primeiro lugar, porque está bem estabelecido na psicologia que a inteligência é um determinante dos rendimentos entre os indivíduos e, em segundo lugar, porque vários estudos têm mostrado que a inteligência dos grupos sociais está relacionada com os seus rendimentos médios.

QUADRO 1: QI médio para 80 países − resultados dos testes de inteligência e estimativas com países comparáveis

PaísQI nacionalPaísQI nacional
1Hong Kong10741Malásia92
2Coreia do Sul10642Croácia90
3Japão10543Indonésia89
4Taiwan10444Azerbaijão87
5Singapura10345Brasil87
6Alemanha10246Iraque87
7Áustria10247México87
8Holanda10248Marrocos85
9Itália10249Honduras84
10Luxemburgo10150Irão84
11Suécia10151Arábia Saudita83
12Suíça10152Egito83
13Bélgica10053Emirados Árabes83
14China10054Índia81
15Inglaterra10055Zâmbia77
16Nova Zelândia10056Congo73
17Hungria9957Uganda73
18Polónia9958Quénia72
19Austrália9859Tanzânia72
20Dinamarca9860Gana71
21EUA9861Maláui71
22França9862Camarões70
23Islândia9863Ruanda70
24Noruega9864Benim69
25Canadá9765Mali69
26Espanha9766Eritreia68
27Finlândia9767Rep. C. Africana68
28Rep. Checa9768Angola68
29Argentina9669Burquina Faso67
30Bielorrússia9670Nigéria67
31Eslováquia9671Gabão66
32Rússia9672Guiné66
33Vietname9673Guiné-Bissau66
34Portugal9574Congo Zaire65
35Israel9475Gâmbia65
36Bulgária9376Libéria65
37Cazaquistão9377Moçambique64
38Chile9378Serra Leoa64
39Geórgia9379Etiópia63
40Grécia9280Guiné Equatorial59

Fonte: Lynn, R., e Vanhanen, T. (2002), IQ and the Wealth of Nations; idem (2006), IQ and Global Inequality
Valerá a pena considerar todas estas hipóteses de forma desapaixonada em vez de continuarmos a acreditar na «tábua rasa»? Será isso possível? E qual o papel da educação, sobretudo nos primeiros anos de desenvolvimento das crianças? Acredito que a capacidade de desenvolvimento de um país será provavelmente o resultado da confluência de todos estes fatores (ambiente, recursos, cultura e QI). Afinal, assumir que a riqueza de um país é também tributária do QI dos seus recursos humanos parece-me intrinsecamente razoável e simultaneamente responsabilizador dos dirigentes das nações e do que fazem (ou não fazem) em prol da educação das suas populações numa perspetiva de longo prazo (geracional) e não confinado aos calendários e ciclos meramente eleitorais.

Provavelmente é sobretudo aqui (na educação) que se deve apostar e investir, pois muitos dos países desenvolvidos e ricos nem sequer recursos naturais significativos possuem, a não ser aqueles que fazem a diferença mesmo em ambientes inóspitos ou de recursos naturais escassos. Refiro-me às pessoas e às suas capacidades, qualificações e inteligência, naturalmente.

Todas estas questões devem, a meu ver, ser trazidas a debate, porque o desenvolvimento de um país não é o simples somatório dos talentos individuais, mas sim a sinergia de todos os elementos que o compõem. Teremos essa coragem?

BIBLIOGRAFIA:
Diamond, J. (1998), Guns, Germs and Steel, Vintage, Londres.
Finuras, P. (2012), Humanus: Pessoas Iguais, Culturas Diferentes, Edições Sílabo, Lisboa.
Grondona, M. (2000), «A cultural typology of economic development» in Harrison, L.E., e Huntington, S.P. (eds.), Culture Matters, Basic Books, Nova Iorque.
Harrison, L. (1985), Underdevelopment is a State of Mind, University Press of America, Lanham, MD.
Harrison, L., e Huntington, S. (eds.) (2000), Culture Matters, Basic Books, Nova Iorque.
Jensen, A.R. (1998), The G Factor, Praeger Publishers, Westport, CT.
Kamarck, A. (1976), The Tropics and Economic Development, Johns Hopkins University Press, Londres.
Landes, D. (1998), The Wealth and Poverty of Nations: Why Are Some So Rich and Others So Poor, Norton, Nova Iorque.
Lynn, R., e Vanhanen, T. (2002), IQ and the Wealth of Nations, Greenwood Publishing Group, EUA.
Lynn, R., e Vanhanen, T. (2006), IQ and Global Inequality, Washington Summit Publishers, Augusta, GA.
Maddison, A. (1995), Monitoring the World Economy 1820-1992, OECD, Paris.
McClelland, D. (1976), The Achieving Society, Irvington Publishers.
Ramsay, F.J. (1999), Global Studies: Africa, McGraw-Hill, Connecticut.
Raven, J.C., Court, J.H., e Raven, J. (1999), Standard Progressive Matrices, Oxford Psychologists Press, Oxford.

ARTIGO DE: Paulo Finuras  – Consultor, professor universitário e investigador do CICPRIS

 

Artigo publicado na RHmagazine.

Notícia anterior

IIRH e Edenred Portugal lançam Observatório da Remuneração

Notícia seguinte

Uma visão sobre a gestão de RH num país pobre em recursos naturais mas com grande potencial humano: CABO VERDE

Recomendamos

Agosto baralha as contas das prestações de desemprego. Perceba porquê

24 de Setembro, 2026
O stress financeiro dos trabalhadores tornou-se um problema dos RH? Ana Gagean (Academia Doutor Finanças) no podcast “Pessoas & Talento”

O stress financeiro dos trabalhadores tornou-se um problema dos RH? Ana Gagean (Academia Doutor Finanças) no podcast “Pessoas & Talento”

23 de Setembro, 2026
Taxa de desemprego encolhe para 5,9% no 2.º trimestre do ano

Houve menos desempregados em agosto, mas há um sinal a que é preciso estar (muito) atento

22 de Setembro, 2026
Demasiado ocupado para pensar? Cinco prompts do ChatGPT que devolvem a criatividade

As empresas portuguesas já pensam como são vistas pelo ChatGPT e Gemini? Novo índice de employer branding dá a resposta

18 de Setembro, 2026
Mercado de escritórios em risco com a IA? Lisboa prova que não é bem assim

Na China, a IA já permite fazer mais com menos pessoas. Os tribunais começam agora a definir os limites

14 de Setembro, 2026
Quatro desafios, quatro webinars. Da saúde à transparência salarial, WTW debate o que está a mudar nas empresas

Quatro desafios, quatro webinars. Da saúde à transparência salarial, WTW debate o que está a mudar nas empresas

14 de Setembro, 2026
VEJA MAIS
Notícia seguinte
Uma visão sobre a gestão de RH num país pobre em recursos naturais mas com grande potencial humano: CABO VERDE

Uma visão sobre a gestão de RH num país pobre em recursos naturais mas com grande potencial humano: CABO VERDE

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

24 de Setembro, 2026
Boost 2027: a Bosch abre candidaturas para acelerar carreiras em Portugal

Boost 2027: a Bosch abre candidaturas para acelerar carreiras em Portugal

21 de Setembro, 2026
Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

6 de Janeiro, 2026
Portugal acelera e entra no top 5 das contratações tecnológicas. A corrida agora é pelo talento

Portugal tem um desafio até 2030: formar 71% da força de trabalho

25 de Setembro, 2026
Há talento que o mercado de trabalho ainda não está a ver. Esta campanha quer mudar isso

Há talento que o mercado de trabalho ainda não está a ver. Esta campanha quer mudar isso

25 de Setembro, 2026
Um currículo irrepreensível já não abre portas. Saiba como destacar-se quando todos recorrem à IA

Um currículo irrepreensível já não abre portas. Saiba como destacar-se quando todos recorrem à IA

25 de Setembro, 2026

Agenda de Eventos

Set 30
9:00 - 12:30

Employer Branding by iiRH 2026

Out 1
10:00 - 11:00

Human Risk Insights Talks

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Nov 4
Novembro 4 @ 8:00 - Novembro 6 @ 17:00

Conferência: Transparência Salarial

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

24 de Setembro, 2026
ISEG Executive Education muda de liderança. Conheça os cinco novos nomes do Conselho de Administração

ISEG Executive Education muda de liderança. Conheça os cinco novos nomes do Conselho de Administração

22 de Setembro, 2026
LeYa inicia novo capítulo com Sofia Correia de Barros como CEO

LeYa inicia novo capítulo com Sofia Correia de Barros como CEO

7 de Setembro, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');