A primeira Bridge Talk de 2024, conferências abertas ao público organizadas pela Escola de Executivos da NOVA FCT, explora a inovação, sustentabilidade e empreendedorismo da economia azul em Portugal.
A sessão inaugural pertence a Susanne Wedin-Schildt, Presidente da Ocean Community e fundadora da Innofuse Blue, empresas sem fins lucrativos impulsionadoras da economia azul, que justifica como a localização geográfica particular de Portugal, e o seu património marítimo, podem colocar o país numa posição de liderança na economia oceânica e costeira.
A sessão seguinte, moderada por Carla Gonçalves Pereira, CEO da SInASE, é uma conversa entre mulheres líderes e cientistas que estão a estimular o progresso sustentável neste setor, e a comprovar a relevância da representatividade no progresso da economia azul.
A conversa é entre Assunção Cristas, Diretora do NOVA Ocean; Ana Rita Petinga, vice-presidente da Câmara Municipal Peniche; e Paula Sobral, a investigadora da NOVA FCT especializada no impacto dos microplásticos, e outros tipos de lixo marítimo, nos oceanos portugueses.
A terceira sessão aborda o papel crucial da tecnologia e da investigação na economia azul, com intervenções de Eurico Cabrita, Subdiretor para a Inovação e Investigação da NOVA FCT; José Barata, professor da faculdade que implementou soluções de Indústria 4.0, incluindo robótica, no setor naval; Vitor Nogueiro, responsável pelos sistemas de informação e a inovação do estaleiro naval da Arsenal do Alfeite; Tiago Braga, CEO da Bake my Dog Happy, que transforma o desperdício da indústria conserveira em comida para animais de estimação; e João Rito, fundador da SEAentia, empresa de produção sustentável de peixes.
Por fim, a última sessão é liderada por Nélia Câmara, Diretora da Escola de Executivos da NOVA FCT, que conversa com Rodrigo Castro, CEO da Educa-te, e João Ribeiro, CEO at Blue Geo Lighthouse, sobre a relevância da atração e retenção de talento nesta indústria, onde a constante formação, através de Upskill e Reskill, são fundamentais para garantir a competitividade dos profissionais portugueses, e consequentemente, conseguir impactar de forma positiva a vitalidade dos oceanos.