ASSINAR NEWSLETTER
Quinta-feira, Outubro 1, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • employer branding
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

Afinal, o que faz alguém entrar, ficar e recomendar uma empresa? Leia as conclusões do Employer Branding Day

No Employer Branding Day, números, experiências e casos concretos ajudaram a traçar um retrato da marca empregadora em Portugal.

IIRH Por IIRH
1 de Outubro, 2026
em DESTAQUE DA SEMANA, TENDÊNCIAS RH
0
Afinal, o que faz alguém entrar, ficar e recomendar uma empresa? Leia as conclusões do Employer Branding Day
5
Partilhas
51
Visualizações

A

marca empregadora está a ganhar terreno nas organizações portuguesas, mas ainda há uma distância significativa entre reconhecer a sua importância, ter uma estratégia para a desenvolver e conseguir traduzi-la na experiência dos colaboradores. Foi esse intervalo entre promessa e realidade que este no centro do Employer Branding Day, realizado a 30 de setembro, no AIhub Alvalade, em Lisboa.

A iniciativa do Instituto de Informação em Recursos Humanos (iiRH)/RHmagazine reuniu profissionais de recursos humanos (RH), comunicação, talento e cultura para uma manhã em que se falou de salários e flexibilidade, liderança e cultura, escritórios e sentimento de pertença, inteligência artificial (IA), novas competências e formas de pensar a carreira. Na sessão de abertura, Cristina Martins de Barros, Fundadora do iiRH e Diretora Editorial da RHmagazine, apresentou o Employer Branding by iiRH, projeto editorial dedicado à marca empregadora que reúne diferentes formatos e canais: uma edição especial da RHmagazine, em papel e digital, o Barómetro Employer Branding, o próprio evento e uma plataforma digital dedicada ao tema. 

A edição especial pretende levar o tema para lá do momento do evento, enquanto a plataforma digital funciona como espaço permanente para os conteúdos dedicados ao employer branding. No centro do projeto está também o barómetro, pensado como um estudo anual sobre a realidade portuguesa e com continuidade ao longo do tempo.

Cristina Martins de Barros, Fundadora do iiRH e Diretora Editorial da RHmagazine

O employer branding ganhou espaço. E agora?

“Há uma ideia que atravessa praticamente todo o estudo: a marca empregadora está a ganhar espaço, mas ainda existe alguma distância entre a intenção, a estrutura e a experiência”, começou por destacar Ana Rita Rebelo, Jornalista e Coordenadora Editorial da RHmagazine, durante a apresentação, em primeira mão, dos resultados do 1.º Barómetro Employer Branding 2026. Os primeiros resultados mostram essa diferença: apenas 20,50% das organizações inquiridas afirmam ter uma estratégia de employer branding formalizada, com equipa e orçamento dedicados. A maior fatia, 37,89%, encontra-se ainda numa fase de construção ou diagnóstico e 27,95% não têm uma estratégia definida.

O investimento acompanha a hesitação: só 11,19% dispõem de um orçamento dedicado para employer branding. Em metade dos casos (50,75%), os inquiridos não sabem sequer quanto é investido ou consideram esse investimento impossível de medir. Há, ainda assim, sinais de evolução, sendo que metade (50,38%) considera que a sua marca empregadora está hoje mais forte do que há dois anos.

Todavia, só 18,63% dizem ter uma Employee Value Proposition (EVP) documentada e comunicada interna e externamente. E a clareza e diferenciação dessa proposta é precisamente a dimensão pior avaliada, com 6,08 valores em 10. “Se todas as organizações comunicarem flexibilidade, desenvolvimento, bem-estar ou propósito da mesma forma, a pergunta mantém-se: o que torna esta organização diferente das restantes?”, questionou Ana Rita Rebelo.

Também aquilo que pesa na escolha de um empregador está a mudar. Remuneração e benefícios continuam à frente, com 7,54 valores em 10. A flexibilidade está praticamente ao lado, com 7,43, e a reputação e o prestígio da organização chegam aos 7,31.

Ana Rita Rebelo, Jornalista e Coordenadora Editorial da RHmagazine

A promessa sobrevive ao 1.º dia?

Se durante anos o employer branding foi pensado na lógica da atração, os dados sugerem que os maiores desafios começam depois. Desenvolvimento e progressão são apontados por 29,85% das organizações como a principal área a melhorar. Seguem-se reconhecimento (17,16%) e retenção (15,67%). A atração não aparece no topo.

O onboarding está entre as etapas mais bem avaliadas. Depois, os resultados descem no reconhecimento, retenção, desenvolvimento e saída. A relação com antigos colaboradores fica nos 5,70 valores em 10. “Talvez estejamos a aprender a receber melhor as pessoas do que a acompanhá-las ao longo do percurso.”

Já a correspondência entre a experiência interna e aquilo que é comunicado para fora recebe 6,80 valores em 10 e a identificação dos trabalhadores com a EVP fica nos 6,24. “Uma coisa é aquilo que prometemos. Outra é aquilo que as pessoas encontram”, resumiu.

É também por isso que o ponto de partida deve estar dentro da organização. Antes de decidir o que comunicar, é preciso perceber a experiência que já existe, o que funciona e onde estão os principais desvios. “Não comecem pela comunicação, comecem pelo diagnóstico”, foi uma das recomendações recolhidas pelo barómetro.

Da esquerda para a direita: Miguel Luís, Moderador e Fundador da Comunidade Employer Branding Portugal; Margarida Filipe, HR Manager da Jungheinrich Portugal; Sara Pinheiro, Talent Acquisition Manager da PwC; Ricardo Rodrigues, Internal Communication Director do novobanco; e Vera Martinho, Managing Director de People & Culture da ALDI

A primeira mesa-redonda pegou precisamente nessa ideia. Moderada por Miguel Luís, Fundador da Comunidade Employer Branding Portugal, reuniu Margarida Filipe, HR Manager da Jungheinrich Portugal, Sara Pinheiro, Talent Acquisition Manager da PwC, Ricardo Rodrigues, Internal Communication Director do novobanco, e Vera Martinho, Managing Director de People & Culture da ALDI.

“Hoje em dia, já não são só as empresas que têm que validar as pessoas e garantir que elas têm as capacidades para trabalhar. As pessoas também já exigem que as empresas demonstrem porque é que elas devem trabalhar nas empresas”, afirmou Ricardo Rodrigues.

Na ALDI, Vera Martinho encontra essa exigência ainda durante as entrevistas. Os candidatos querem saber como será o onboarding, que oportunidades de desenvolvimento terão e até que tipo de liderança irão encontrar. “Querem a experiência”, resumiu.

Na PwC, as equipas de recrutamento e de Talent Experience voltam a ouvir os colaboradores aos três e aos seis meses para perceber se aquilo que encontraram corresponde ao que lhes foi apresentado quando eram candidatos.

Já no novobanco, o processo de transformação da proposta de valor começou igualmente por ouvir. Cerca de 1.400 pessoas participaram através de um chatbot e outras 400 foram envolvidas em reuniões e focus groups. A informação recolhida ajudou a identificar prioridades e a reconstruir a proposta de valor da organização.  Daí resultou também uma regra: não prometer aquilo que não se sabe se será possível entregar. “Construir cultura é tornar isto tangível no dia-a-dia das pessoas.”

Questionada sobre o que pesa mais – aquilo que a ALDI diz ou aquilo que dizem os seus colaboradores -, Vera Martinho respondeu peremptoriamente: “Sem dúvida nenhuma, que é aquilo que os colaboradores dizem”. Na Jungheinrich Portugal, onde os perfis técnicos são particularmente difíceis de recrutar, o passa-palavra dos próprios trabalhadores ajuda também a chegar a candidatos.

Segundo Ricardo Rodrigues, o engagement no novobanco aumentou 10% em dois anos e as candidaturas ao programa de trainees cresceram quase 50% desde 2023. Na edição mais recente, foram mais de 4.500 para 35 vagas. Na PwC, Sara Pinheiro apontou uma subida do People Engagement Index de 75% para 83%. Na ALDI, Vera Martinho revelou que o centro de distribuição da Moita recebeu cerca de três mil currículos durante o pico de verão.

Se podemos trabalhar em casa, o que nos leva ao escritório?

Depois da promessa, da cultura e da retenção, a discussão incidiu sobre o espaço físico. Na conversa “Do Espaço à Experiência: o Workplace como expressão da marca empregadora”, Cristina Martins de Barros juntou Susana Antunes, People Partner da Odisseias, e Hugo Braz, Managing Partner da BMA, em torno de um caso concreto: a transformação dos escritórios da Odisseias. A pergunta de partida parecia simples: se já não precisamos de ir ao escritório para trabalhar, o que nos faz querer ir?

Susana Antunes começou por desmontar a ideia de que basta recriar no escritório aquilo que já existe em casa. O valor da presença, defendeu, está precisamente no que o trabalho remoto dificilmente reproduz: trabalhar lado a lado, encontrar outras pessoas, colaborar, conversar e deixar espaço para a dimensão social do trabalho.

Por sua vez, Hugo Braz levou a questão um passo atrás. Antes de pensar no mobiliário, nas salas de reunião, na arquitetura ou na engenharia, há uma pergunta que, na sua perspetiva, deve ser respondida: para que serve aquele espaço? O objetivo é que o escritório deixe de ser pensado apenas como o lugar onde se vai trabalhar e desenhá-lo em função da experiência que a organização quer criar: da concentração à colaboração, das relações entre equipas aos momentos informais. Não há, por isso, uma fórmula universal que possa ser copiada de empresa para empresa.

Da esquerda para a direita: Cristina Martins de Barros; Susana Antunes, People Partner da Odisseias; e Hugo Braz, Managing Partner da BMA

Na Odisseias, esse processo começou por ouvir. Antes da mudança, os cerca de 150 colaboradores foram questionados sobre o que valorizavam e o que gostariam de encontrar nas novas instalações. Nem tudo poderia ser concretizado, mas as respostas ajudaram a decidir o que fazia sentido preservar e o que precisava de mudar. Uma das diferenças tornou-se imediatamente visível: desapareceram várias das divisórias que separavam as pessoas e ganharam espaço as zonas de colaboração e convívio.

Quando o espaço começa a contar a história da empresa

No meio do novo espaço há um balão de ar quente e a história de como lá chegou diz alguma coisa sobre aquilo que Hugo Braz entende por workplace. A primeira ideia era recuperar a viatura utilizada nos primeiros tempos da Odisseias, mas não foi possível. Procurou-se outro elemento capaz de contar a história da empresa e representar a sua identidade e surgiu o balão. Quatro anos depois, aquele espaço continua a ser utilizado para conversar, reunir e promover momentos entre as equipas.

A reação dos trabalhadores ficou na memória de Susana Antunes. Não foi o balão, o desenho ou a novidade que escolheu destacar. “Eles olharam para o escritório e reconheceram-se.”

Hugo Braz sublinhou ainda uma ideia menos imediata: a inauguração não é o fim do projeto. Um escritório não pode ser considerado bem-sucedido ao fim de uma semana. É preciso observar como as pessoas o utilizam e estar preparado para fazer alterações três meses, seis meses ou um ano depois. As próprias organizações mudam e os espaços têm de conseguir mudar com elas.

O futuro obriga a desaprender

Da transformação dos espaços, o Employer Branding Day passou para uma transformação potencialmente mais profunda: a do próprio trabalho. A última mesa-redonda, moderada por Vanessa Henriques, CEO do iiRH, juntou Rita Viegas, Talent, Change L&D Leader da DECO PROteste, Luís Decq Mota, Head of HR da Armatis, Rita Videira, HR Talent Acquisition da Euronext, e Marina Franco, Manager People Engagement da Tabaqueira.

IA, novas gerações, competências, flexibilidade e bem-estar estavam na agenda. Mas Rita Viegas começou por uma dificuldade muito menos tecnológica: mudar hábitos. Numa organização em plena transformação digital, aprender uma nova ferramenta é apenas uma parte do caminho. A outra pode obrigar a desaprender formas de trabalhar que trouxeram resultados durante anos, mas que deixaram de responder ao que vem a seguir.

Da esquerda para a direita: Vanessa Henriques, CEO do iiRH; Rita Viegas, Talent, Change L&D Leader da DECO PROteste; Luís Decq Mota, Head of HR da Armatis; Rita Videira, HR Talent Acquisition da Euronext; e Marina Franco, Manager People Engagement da Tabaqueira.

Também aquilo que as pessoas procuram numa empresa se tornou mais complexo. Na Euronext, como explicou Rita Videira, remuneração, progressão e estabilidade continuam a contar, mas dividem agora espaço com flexibilidade, qualidade de vida e oportunidades de aprendizagem. E, num contexto de evolução tecnológica permanente, aprender deixou de ser apenas uma etapa da carreira.

A IA já entrou também no recrutamento da empresa. Ajuda a tratar grandes volumes de informação e a acelerar processos, mas não toma a decisão. Na fase final, a Euronext continua a privilegiar uma entrevista presencial.

Na Tabaqueira, a tecnologia já chegou a uma escala considerável. Marina Franco indicou que o Copilot foi disponibilizado transversalmente e que cerca de 900 das aproximadamente 1.600 pessoas da organização utilizavam já licenças mais avançadas. A mensagem que acompanha a adoção da IA passa por deixar a tecnologia assumir determinadas tarefas para libertar tempo para pensar e, ao mesmo tempo, desenvolver competências que ganham importância num mundo em que o conhecimento está cada vez mais acessível: empatia, resiliência e pensamento crítico.

A resposta da organização tem passado por formação, gestão da mudança e comunidades internas que ajudam a aproximar a tecnologia das equipas. O objetivo é construir confiança num processo cujo destino ninguém consegue ainda antecipar completamente. Marina Franco defendeu, por isso, a preservação dos momentos presenciais, da comunidade e das relações entre as pessoas.

A mesma preocupação surgiu na Armatis por outra via. Depois de analisar o turnover, a empresa identificou uma concentração das saídas nos primeiros meses e reformulou o onboarding. O acompanhamento começa antes da entrada formal, volta a acontecer depois da primeira semana, aos 30 dias e novamente aos seis meses. Luís Decq Mota resumiu aquilo que, para si, a tecnologia ainda não substitui: “A confiança e a empatia, a IA nunca vai ter”.

E, apesar de toda a tecnologia discutida durante a manhã, Rita Viegas falou de diferentes momentos de auscultação ao longo do percurso do trabalhador, formais e informais. “É perguntar, é acompanhar.”

Na Euronext, a equipa de RH procura igualmente manter essa proximidade, sobretudo durante o onboarding e em períodos de mudança. Na Tabaqueira, cada pessoa que entra é acompanhada pelo manager e por um buddy; para quem trabalha em Portugal integrado em equipas globais, foi criada uma comunidade específica para reforçar a ligação à organização.

Entre números, tecnologia, novos espaços e novas expectativas, houve uma ideia que atravessou a manhã: a marca empregadora pode ser pensada, desenhada e comunicada, mas é no dia a dia que ganha ou perde significado. A marca pode levar alguém até à empresa, mas o que encontra lá dentro fará o resto.

O Employer Branding Day contou com o patrocínio oficial da BMA, Danone e DECO PROteste e teve como parceiros a ALDI, Armatis, Euronext, Jungheinrich, novobanco, PwC e Tabaqueira. A iniciativa contou ainda com o apoio da Altis Hotels, Bosch, Domino’s Pizza, Great Place To Work, Inditex, McDonald’s, Norauto, Oniverse, Silva & Vinha e Sitio.


Aproveite e leia já as últimas edições da RHmagazine AQUI

Mais sobre Atração de talentocultura organizacionalDesenvolvimento de talentoemployee experienceEmployee Value PropositionEmployer Brandingemployer branding dayemployer branding day 2026EngagementEVPExperiência do ColaboradorFlexibilidadefuturo do trabalhoIAInteligência Artificialliderançamarca empregadoraOnboardingrecursos humanosRetenção de talentoTalentoWorkplace
Notícia anterior

“Os jovens não querem trabalhar”: mito ou realidade? Sofia Mendoça (McDonald’s Portugal) responde no podcast “Pessoas & Talento”

Recomendamos

“Os jovens não querem trabalhar”: mito ou realidade? Sofia Mendoça (McDonald’s Portugal) responde no podcast “Pessoas & Talento”

“Os jovens não querem trabalhar”: mito ou realidade? Sofia Mendoça (McDonald’s Portugal) responde no podcast “Pessoas & Talento”

1 de Outubro, 2026
Do “ir trabalhar” ao “estar juntos”: o que deve oferecer um dia presencial?

Do “ir trabalhar” ao “estar juntos”: o que deve oferecer um dia presencial?

30 de Setembro, 2026
Portugal no top 5 mundial da escassez de talento. Como chegámos aqui e o que mudar?

O escritório vai desaparecer? O futuro do trabalho pode não ser aquele que imaginávamos

29 de Setembro, 2026
“Despedi toda a equipa”: caso Bolt abre caixa de Pandora dos RH e abala futuro da profissão

Há algo a atrasar cada vez mais os recrutamentos – e a IA está “metida ao barulho”

29 de Setembro, 2026

Agosto baralha as contas das prestações de desemprego. Perceba porquê

24 de Setembro, 2026
O stress financeiro dos trabalhadores tornou-se um problema dos RH? Ana Gagean (Academia Doutor Finanças) no podcast “Pessoas & Talento”

O stress financeiro dos trabalhadores tornou-se um problema dos RH? Ana Gagean (Academia Doutor Finanças) no podcast “Pessoas & Talento”

23 de Setembro, 2026
VEJA MAIS

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

24 de Setembro, 2026
Alzira Ferreira, da Futurália “O que era ontem uma oportunidade poderá rapidamente deixar de o ser.”

Alzira Ferreira, da Futurália “O que era ontem uma oportunidade poderá rapidamente deixar de o ser.”

24 de Fevereiro, 2016
Opinião Teresa Sabino, UPPartner. Porque é que os profissionais sénior já não querem mudar de empresa

Opinião Teresa Sabino, UPPartner. Porque é que os profissionais sénior já não querem mudar de empresa

16 de Março, 2026
Afinal, o que faz alguém entrar, ficar e recomendar uma empresa? Leia as conclusões do Employer Branding Day

Afinal, o que faz alguém entrar, ficar e recomendar uma empresa? Leia as conclusões do Employer Branding Day

1 de Outubro, 2026
“Os jovens não querem trabalhar”: mito ou realidade? Sofia Mendoça (McDonald’s Portugal) responde no podcast “Pessoas & Talento”

“Os jovens não querem trabalhar”: mito ou realidade? Sofia Mendoça (McDonald’s Portugal) responde no podcast “Pessoas & Talento”

1 de Outubro, 2026
Sai Fernando Guedes de Oliveira, entra Luís Mota Duarte. Sonae anuncia novo CEO da Sierra

Sai Fernando Guedes de Oliveira, entra Luís Mota Duarte. Sonae anuncia novo CEO da Sierra

30 de Setembro, 2026

Agenda de Eventos

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Nov 4
Novembro 4 @ 8:00 - Novembro 6 @ 17:00

Conferência: Transparência Salarial

Nov 4
10:00 - 16:00

This Is Me- Associação Salvador

Nov 24
Novembro 24 @ 8:00 - Novembro 26 @ 17:00

Conferência: People Analytics Day

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

Sai Fernando Guedes de Oliveira, entra Luís Mota Duarte. Sonae anuncia novo CEO da Sierra

Sai Fernando Guedes de Oliveira, entra Luís Mota Duarte. Sonae anuncia novo CEO da Sierra

30 de Setembro, 2026
Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

Joana Gonzalez volta a bordo da TAP com novo desafio: liderar os destinos de RH da companhia aérea

24 de Setembro, 2026
ISEG Executive Education muda de liderança. Conheça os cinco novos nomes do Conselho de Administração

ISEG Executive Education muda de liderança. Conheça os cinco novos nomes do Conselho de Administração

22 de Setembro, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • employer branding
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');