Depois de semanas de férias, agendas desencontradas e equipas a funcionar a diferentes ritmos, setembro é um mês de recomeços. Porém, também é uma altura de pressão. O regresso traz tarefas acumuladas e a agenda volta a ser preenchida com tudo aquilo que ficou em suspenso.
É nesta fase de transição que a forma como as empresas organizam o regresso ao trabalho pode fazer a diferença. Para o Clan, a rentrée deve ser mais do que o retomar da rotina e pode ser uma oportunidade para rever prioridades, reforçar a comunicação e criar condições para que os profissionais regressem com mais foco e equilíbrio.
A pensar nisso, a empresa partilha uma mão cheia de recomendações dirigidas às organizações e às lideranças:
1- Evitar o regresso em modo de urgência
Permita um regresso gradual, definido prioridades claras para a primeira semana. Deve existir uma gestão mais criteriosa das reuniões e das tarefas acumuladas.
2- Aproveitar setembro para voltar a definir o que é prioritário
A rentrée pode também ser um momento para fazer um balanço do ano. O que ficou concluído? O que mudou? E o que continua a ser prioritário até dezembro? Para o Clan, este alinhamento deve envolver líderes e equipas, com metas concretas, realistas e mensuráveis. Quando as prioridades são claras, torna-se mais fácil gerir tempo, recursos e expectativas e evitar que a reta final do ano seja marcada pela dispersão.
3- Não confundir regresso com sobrecarga
O regresso ao trabalho pode trazer ansiedade, sobretudo quando existem tarefas acumuladas ou mudanças em curso. Por isso, setembro pode ser também um momento para reforçar a atenção ao bem-estar das equipas. Ajustar cargas de trabalho, criar espaço para conversas individuais, respeitar momentos de concentração e incentivar pausas são algumas das práticas apontadas.
4- Recuperar a proximidade entre equipas
Reuniões de reencontro, momentos de partilha e atualizações claras sobre os projetos em curso podem ajudar a recuperar a ligação. Aqui, as lideranças assumem um papel particularmente importante ao comunicar expectativas, esclarecer mudanças e criar espaço para dúvidas ou preocupações.
5- Fazer do regresso um momento de desenvolvimento
A rentrée pode ainda ser aproveitada para olhar para os próximos desafios e para as competências que serão necessárias para os enfrentar. Formação, requalificação, desenvolvimento de novas competências e aprendizagem de ferramentas digitais ou de inteligência artificial são algumas das áreas que podem ganhar espaço nesta fase.
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