ASSINAR NEWSLETTER
Sexta-feira, Setembro 18, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

EXCLUSIVO: Como está a saúde mental da sua empresa?

IIRH Por IIRH
1 de Janeiro, 2021
em ARTIGOS TÉCNICOS, HR, SAÚDE E BEM-ESTAR
0
EXCLUSIVO: Como está a saúde mental da sua empresa?
109
Partilhas
1.1k
Visualizações

O burnout já entrou no vocabulário dos portugueses e é, desde o ano passado, considerado uma doença pela OMS, mas será que as empresas já estão a dar a devida atenção a este problema?

Fruto de dificuldades em gerir a vida, um “estado de exaustão vital” – era esta a definição de burnout, até maio do ano passado, altura em que passou a ser considerado um problema de saúde
relacionado especificamente com o trabalho, pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “Burnout é um síndrome conceptualizado como o resultado de stress crónico no local de trabalho que não foi gerido com sucesso”, dita a nova definição. A entrada do burnout, ou stress profissional na nova classificação internacional de doenças da OMS, que vigorará a partir de janeiro de 2022, veio chamar, reforçadamente, a atenção das pessoas e organizações para esta temática.

13,7% das pessoas ativas em Portugal estavam em estado de burnout em 2016.

Apesar de num primeiro momento a doença afetar apenas o colaborador, os especialistas concordam que o tratamento e a prevenção do burnout precisam partir de mudanças internas nas empresas. Segundo a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, os riscos psicossociais e o stress relacionado com o trabalho são das questões que maiores desafios apresentam em matéria de segurança e saúde no trabalho, e têm um impacto significativo na saúde de pessoas, mas também das organizações e das economias nacionais.

“Estou em querer que a grande maioria das empresas não contabilizam os prejuízos decorrentes deste tipo de problemas nem o impacto destes no negócio. Na verdade, os custos resultantes dos problemas de saúde física  e mental podem ser muito expressivos para a empresa”, explica Samuel Antunes, diretor do Programa de Promoção da Saúde Mental no Trabalho da Ordem dos Psicólogos Portugueses, acrescentando que estes podem traduzir-se em absenteísmo, presenteísmo, diminuição da qualidade do trabalho prestado, diminuição da satisfação com o trabalho, desmotivação, aumento da incidência de erros e de acidentes de trabalho, redução da produtividade, abandono da empresa e/ou intenção de deixar o local de trabalho.

O diagnóstico é frequente em profissionais com atividades exigentes e stressantes, muitas vezes sujeitas a turnos, como é o caso de médicos, enfermeiros e professores. Mas num mercado de trabalho cada vez mais acelerado, exigente e competitivo, o burnout tem-se tornado cada vez mais comum. O acúmulo de tarefas e as cobranças excessivas têm levado ao esgotamento profissional de trabalhadores dos mais diversos segmentos do mercado, fazendo com que este problema esteja cada vez mais presente no ambiente de trabalho.

Segundo dados da Associação Portuguesa de Psicologia da Saúde Ocupacional, 13,7% das pessoas ativas em Portugal estavam em estado de burnout em 2016. No mesmo ano, 82% estavam em risco elevado de entrar em estado de burnout, 11% em risco moderado e 3% em risco médio. A nível europeu, dos 31 países que participaram num inquérito de opinião sobre segurança e saúde ocupacional, da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, em maio de 2013, Portugal era o terceiro país com maior percentagem de trabalhadores a referir que o stress relacionado com a atividade profissional é muito comum (28%).

Burnout: um tabu difícil de quebrar

Filipa Palha, psicóloga e presidente da ENCONTRAR+SE – Associação para a Promoção da Saúde Mental, diz não ter dúvidas de que as empresas estão mais alerta e cientes da importância desta temática, no entanto, defende que ainda falta às organizações saber abordá-la. “Na verdade, a demonstração de interesse não significa capacidade de concretizar medidas adequadas. Das conversas que temos vindo a ter com muitas empresas e pessoas que trabalham no desenvolvimento de múltiplos projetos no local de trabalho, ainda enfrentamos muitos desafios para quebrar o silêncio que se mantém a propósito da saúde mental. É como se estivéssemos a invadir a privacidade dos outros. Claramente o efeito do estigma e da iliteracia em saúde
mental”, explica.

Foi também a pensar em promover a saúde mental nas organizações que a Team24, um projeto para promover o bem-estar no local de trabalho, lançou em 2017 a Assistência Psicológica telefónica, com o objetivo de prestar apoio aos colaboradores, de forma fácil e confidencial. Mas, ao contrário do que seria expectável, a utilização desta linha de apoio telefónico não é muito frequente. “O estigma associado à saúde mental e o medo de que a entidade patronal, de alguma forma saiba que o colaborador não se sente bem psicologicamente, mesmo o serviço sendo 100% anónimo e confidencial, é ainda uma realidade no nosso país”, justifica Ana Ruivo, responsável pelo
projeto Team24.

A profissional acredita que as empresas em Portugal ainda estão muito atrasadas no que concerne à consciencialização da importância da saúde mental e bem-estar psicológico na produtividade dos colaboradores e na saúde geral e financeira das organizações. “As empresas preferem investir em workshops e atividades de well-being, team buildings, ginástica laboral, benefícios extrassalariais ou outras medidas, do que investir na prevenção de riscos psicossociais ou psicólogos de atuação preventiva e/ou iterventiva. É certo que as empresas vivem de pessoas, mas
também vivem de números.”

Um investimento necessário, mas difícil de medir

Por cada euro investido em saúde mental, há um retorno de 4 euros

O facto de a saúde mental ser pouco mensurável acresce desafios à perceção da real importância do tema. Um estudo da OMS, revelado em 2016, apontava que, por cada euro investido em saúde mental, há um retorno de 4 euros, porém, estes números parecem não ser suficientes.

Só uma percentagem reduzida de empresas – cerca de 15% no setor privado e 5% no setor público – investe na prevenção do stress laboral e do burnout dos seus colaboradores, quem o diz é Samuel Antunes. “Os investimentos das empresas portuguesas na promoção da saúde, bem-estar e qualidade de vida dos colaboradores, estão claramente abaixo da média europeia (34%), o que aumenta o risco dos profissionais portugueses em termos de saúde física e mental.”

Para Ana Ruivo, enquanto os decisores não se consciencializarem do retorno do investimento nesta área, nunca vão investir em planos de saúde mental de forma consistente. A profissional acredita que há duas grandes razões para as organizações não falarem sobre o tema da saúde mental: o estigma e o ROI (return of investment). “Se, por um lado, no nosso país a saúde mental continua a ser tabu e sinal de fraqueza, por outro lado, investir numa área que pouco se conhece torna-se arriscado para os decisores. O estigma associado à saúde mental é enorme. As empresas têm medo de assumir e de perceber que as pessoas não estão bem. No que diz respeito ao burnout, que no fundo se trata de um esgotamento provocado por stress excessivo, por sua vez, provocado pelas condições gerais de trabalho, o estigma é ainda maior. Os colaboradores têm medo de aceder aos serviços por medo de represálias e os líderes têm medo de investigar, monitorar e assumir que os colaboradores não estão bem devido a questões de burnout”, realça.

Prevenir, identificar, agir

Apesar de ainda não ter a devida atenção no tecido empresarial portugues, há já várias empresas a trabalhar este tema e desenvolver projetos dentro das suas organizações. Vejamos alguns casos.

O Município de Vila Verde realizou, em março de 2016, uma avaliação de riscos psicossociais, cujos resultados revelaram pressão psicológica, por parte de colegas e superiores, assédio moral e ingestão de medicação do tipo ansiolítica ou antidepressiva entre os profissionais. Desde então, passou a constituir um desígnio da divisão de RH delinear um projeto consistente que permitisse mitigar as fragilidades detetadas. Nesse âmbito, foi desenvolvido o “Projeto Sanus”,cujos objetivos foram claramente traçados: “investir na melhoria do relacionamento interpessoal e na melhoria da transmissão de informação para os trabalhadores (objetivos, ordens de trabalho, mudanças a serem introduzidas, etc.) e também para os superiores hierárquicos(preocupações, opiniões e necessidades dos trabalhadores); estar atentos a indícios de ânsia por parte dos trabalhadores com o objetivo de perceber qual a origem de tais situações, permitindo assim dar apoio na resolução das situações perturbadoras, que certamente se traduzirá em gratidão e reconhecimento do humanismo da instituição e,consequentemente, trará um maior empenho na dinâmica da instituição por parte de todos os profissionais; promover a resolução de eventuais conflitos com justiça, procurando avaliar as situações de conflito com objetividade e imparcialidade, tendo por base o respeito; e promover atividades estratégicas com o objetivo de fomentar o bem-estar físico e psicológico dos trabalhadores”, avança Dulce Filipe,chefe da divisão de RH do Município de Vila Verde.
Entre outras atividades, a organização iniciou, em 2019, o projeto “Mind at Work”, desenvolvido pela ENCONTRAR+SE, que começou por proceder à avaliação dos riscos psicossociais, do burnout, da literacia em saúde mental, junto de um grupo de colaboradores selecionados aleatoriamente, por carreira profissional. Paralelamente, os dirigentes foram alvo de uma intervenção individualizada,começando pela avaliação da IE (inteligência emocional), a partir da qual se definiram planos de ação individual para dotar os dirigentes de maior capacidade de desempenhar o papel de promotores de organizações saudáveis. Foram ainda realizados workshops destinados exclusivamente a dirigentes sobre estilos de liderança, gestão de pessoas e conflitos e work-life balance, e outros que abrangeram todos os colaboradoressobre autoconhecimento
e mindfulness, empatia e gestão de stress.
A Deeply foi outra empresa que aplicou o projeto “Mind@work”. Mónica Pimentel, general manager da organização,sublinha que para o sucesso das empresas é imprescindível a criação de ambientes de trabalho positivos e de confiança, onde cada um possa expressar a sua individualidade e dar o ser melhor,sem receio de exposição ou risco. Nas suas palavras,só assim se
pode aspirar ao compromisso das equipas e como consequência ao aumento da produtividade. “Neste contexto surgiu o “Mind@work”, trabalhando os temas da saúde mental, autoconhecimento, empatia,comunicação com os outros e gestão do stress em contexto laboral. Não é possível existir foco e excelência no trabalho,se se luta internamente consigo próprio ou se tenta sobreviver em contextoslaborais porvezes «tóxicos»”, explica.
O programa realizou-se na sequência de um conjunto de ações desenvolvidas ao longo de 2019, iniciando com o projeto “Deep Dive”– uma iniciativa de autoconhecimento e potenciação de talentos, traduzida num conjunto de ações de transformação cultural, desenhadas pela própria equipa e que agora ligam com o “Mind@work”, para proporcionar um local de trabalho feliz e saudável em todas as componentes.

Reportagem publicada na edição 127, março/abril 2019, da RHmagazine.
Por Flávia Brito
Notícia anterior

Iniciativa de apoio à restauração, promovida pela Delta Cafés e ClassiHy, angaria mais de 110.000€ em vouchers

Notícia seguinte

ERA Portugal tem novo diretor-geral

Recomendamos

Já são conhecidos os vencedores dos Wellbeing Awards 2026. Espreite a lista completa

Já são conhecidos os vencedores dos Wellbeing Awards 2026. Espreite a lista completa

17 de Setembro, 2026
“O líder também tem que ser cuidado”: Conceição Carvalho (novobanco) no podcast “Pessoas & Talento”

“O líder também tem que ser cuidado”: Conceição Carvalho (novobanco) no podcast “Pessoas & Talento”

10 de Setembro, 2026
Férias acabaram e o trabalho acumulou? Cinco estratégias para recuperar o ritmo

Férias acabaram e o trabalho acumulou? Cinco estratégias para recuperar o ritmo

4 de Setembro, 2026
Work Blues: e se o problema não for o fim das férias, mas o trabalho para onde regressa?

Work Blues: e se o problema não for o fim das férias, mas o trabalho para onde regressa?

2 de Setembro, 2026
E se, entre reuniões e e-mails, 15 minutos de massagem fizessem parte do dia de trabalho?

E se, entre reuniões e e-mails, 15 minutos de massagem fizessem parte do dia de trabalho?

1 de Setembro, 2026
As férias acabaram. E agora? Cinco dicas para evitar que setembro seja o mês mais stressante do ano

As férias acabaram. E agora? Cinco dicas para evitar que setembro seja o mês mais stressante do ano

1 de Setembro, 2026
VEJA MAIS
Notícia seguinte
ERA Portugal tem novo diretor-geral

ERA Portugal tem novo diretor-geral

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Pressão dos custos leva empresas portuguesas a rever benefícios

Novo corte do IRS chega aos salários em novembro. Fizemos as contas e há um “mas” que os RH (e trabalhadores) devem saber

16 de Setembro, 2026
RH Talk – O Paradoxo de 2026: mais tecnologia, menos energia humana?

RH Talk – O Paradoxo de 2026: mais tecnologia, menos energia humana?

25 de Junho, 2026
José Morais Barbosa é o novo diretor comercial de formação da PKF Academy

José Morais Barbosa é o novo diretor comercial de formação da PKF Academy

6 de Março, 2026
Já são conhecidos os vencedores dos Wellbeing Awards 2026. Espreite a lista completa

Já são conhecidos os vencedores dos Wellbeing Awards 2026. Espreite a lista completa

17 de Setembro, 2026
Entrevista a Maria Antónia Cadillón. O código define, os embaixadores fazem o resto: assim se vive a ética na Lactogal

Entrevista a Maria Antónia Cadillón. O código define, os embaixadores fazem o resto: assim se vive a ética na Lactogal

17 de Setembro, 2026
Porque saem os colaboradores e o que ainda os faz querer ficar (segundo 258 DRH)

Vai despedir-se? Não entregue a carta antes de saber isto

17 de Setembro, 2026

Agenda de Eventos

Set 19
9:00 - 19:00

EU DECIDO 2026

Set 30
9:00 - 12:30

Employer Branding by iiRH 2026

Out 1
10:00 - 11:00

Human Risk Insights Talks

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

LeYa inicia novo capítulo com Sofia Correia de Barros como CEO

LeYa inicia novo capítulo com Sofia Correia de Barros como CEO

7 de Setembro, 2026
Carla Sousa é a nova Business Director da Unidade de Serviços da Talenter

Carla Sousa é a nova Business Director da Unidade de Serviços da Talenter

4 de Setembro, 2026
Manuel Flahault é o novo rosto da liderança da Air France-KLM na Península Ibérica

Manuel Flahault é o novo rosto da liderança da Air France-KLM na Península Ibérica

1 de Setembro, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');