Nuno Peixinho será o novo Portugal Deputy HR Director da Faurecia e falou sobre o novo desafio em exclusivo à RHmagazine, revista na qual é membro do Conselho Editorial. O seu percurso profissional na área de RH teve início na Teka Portugal. Aqui, desempenhou funções de recrutamento, formação, avaliação funcional, eventos, contacto com o “chão de fábrica”, entre outras.
Depois de ter passado pela área da Sociologia, regressou aos RH através da Bosch Termotecnologia (antiga Vulcano), onde esteve durante 12 anos. Entre funções locais em fábrica e funções corporativas de coordenação nacional de RH, Nuno Peixinho teve, aqui, a sua primeira experiência de gestão de equipa. Neste papel, passou pelas áreas de C&B, Payroll, HRBP e L&D, tendo sido, ainda, formador e coach interno na área de desenvolvimento de liderança.
Em 2016, Nuno Peixinho integrou a Sonae Arauco como Talent Management and Organizational Development Director. Neste cargo, tinha à sua responsabilidade os cinco países nos quais a empresa estava presente: Portugal, Espanha, Alemanha, África do Sul e Canadá.
Um novo desafio surgiu em 2017: construir de raiz a estrutura de RH da Paul Stricker, um grupo multinacional de base portuguesa. Foi, então, Group HR Director, tendo à sua responsabilidade os cerca de 250 colaboradores da empesa. Num ano e meio, o Grupo já integrava 1.000 pessoas em 12 países.
As funções atuais
Nuno Peixinho passou, ainda, pelo Grupo Körber como Head of HR, antes de chegar à Faurecia/FORVIA, para assumir a posição de Country HR Operations Manager para Portugal, em 2021. Neste papel, contribui e suporta a estratégia de pessoas do Grupo para Portugal, onde estão situadas seis fábricas, uma GBS e cerca de 4.500 pessoas.
O atual Country Deputy HR Dirctor garantiu à RHmagazine: “Quero continuar a fortalecer o trabalho desenvolvido nos últimos três anos no Grupo, promovendo e consolidando práticas de RH que têm impulsionado o crescimento e o sucesso da FORVIA em Portugal. A prioridade será a de manter um ambiente onde cada colaborador se sinta valorizado, apoiado e motivado a crescer dentro da empresa.”
“Irei continuar a colocar o foco na retenção e no desenvolvimento das pessoas, assim como na promoção de uma cultura organizacional que valorize a inovação e sustente a nossa eficiência operacional, reforçando o espírito colaborativo que temos vindo a construir juntos. Este novo papel exige uma liderança que não só preserve as conquistas alcançadas, mas que também esteja preparada para se ajustar e evoluir de acordo com as novas necessidades das nossas pessoas, da FORVIA e do mercado.”, concluiu.