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Randstad foi reconhecida, pela terceira vez consecutiva, com o selo “Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2025-2026” do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Este reconhecimento é válido por dois anos.
A distinção atribuída pelo IEFP destaca organizações que promovem ativamente a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade, com deficiência ou incapacidade, valorizando a diversidade como fator de enriquecimento organizacional.
Para este reconhecimento da Randstad contribuíram processos de recrutamento e integração equitativos, que garantem oportunidades de crescimento profissional e contemplam adaptações ao longo do percurso para apoiar os desafios de saúde que possam surgir aos colaboradores. A empresa tem também investido na formação contínua de lideranças e equipas, com o objetivo de promover ambientes de trabalho inclusivos, implementando medidas de acessibilidade física, digital e atitudinal, desenvolvidas em colaboração entre diferentes áreas internas.
Outro dos aspetos assinalados é o programa de voluntariado Randstad with Heart, que dinamiza iniciativas de capacitação de pessoas com deficiência para a empregabilidade, incluindo ações de mentoria e workshops destinados à aquisição de competências para o mercado de trabalho.
“Apesar do caminho ainda a percorrer, a Randstad tem estado fortemente empenhada em tornar-se a empresa de Talentos mais equitativa do mundo e isto não se traduz apenas numa visão inspiradora, mas sim num trabalho diário de várias equipas que discutem, analisam e implementam as melhores práticas para que a nossa empresa, esteja ela na nossa casa ou na casa dos nossos clientes, possa ser lugar de acolhimento e crescimento para quem procura uma oportunidade profissional”, afirma Lígia Mendes, ED&I Manager da Randstad Portugal.
A responsável congratula-se. “É muito gratificante ver as nossas práticas reconhecidas por este selo”. “Mas acima de tudo é uma responsabilidade que carregamos na nossa mochila e que levamos a todas as interações com Talentos e clientes, cientes do papel que representamos no setor dos recursos humanos. É tempo de celebrar, mas já com o foco no que ainda falta fazer para que o mercado de trabalho ofereça condições dignas para todas as pessoas”.
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