Que o domínio do inglês é um requisito obrigatório num mercado de trabalho global não é novidade e a “culpa”, dizem os estudos, é da importância que o idioma assume no negócio das organizações.
A pesquisa “English at Work: global analysis of language skills in the workplace”, desenvolvida pelo Cambridge Assessment English, revela que 60% dos empregadores, dos 5.300 inquiridos em 38 países, consideram que o aumento de competências em inglês é importante para o seu negócio. Em Portugal, 16% afirmam que os colaboradores terão uma progressão mais rápida na sua organização se tiverem um bom nível de inglês. No entanto, seja qual for a indústria, existe uma lacuna de cerca de 40% entre as competências de inglês necessárias para uma função e o nível de proficiência dos colaboradores.
Assiste-se, por isso, a uma maior preocupação no ensino do idioma a profissionais, que se reflete na adaptação dos conteúdos lecionados à sua realidade laboral e social. “Focamo-nos na profissionalização e utilização prática dos programas de formação, baseados nos interesses e vivências dos colaboradores. Existe inclusive, muitas vezes, uma discussão com os alunos sobre os casos práticos que gostavam de ver tratados em aula”, afirma
Mário Xavier, diretor comercial do Wall Street English Portugal.
É a personalização e acompanhamento que procura incutir nos programas de formação para empresas, através de uma equipa especializada por setores de atividade, com conhecimento acerca das necessidades reais das organizações, que canaliza depois para soluções específicas”, que permite que o Wall Street English Business se posicione como uma “consultora de inglês e não como uma escola”. “O “know-how” é o capital mais valioso do Wall Street English e é fruto da sua longa história. Não trabalhamos outros idiomas e conseguimos ter professores com uma especialização de altíssima qualidade”, sublinha Mário Xavier.
Para responder aos desafios das organizações, o Wall Street English Business realiza, primeiramente, um diagnóstico à empresa, procede ao levantamento das necessidades formativas e objetivos a atingir. Desenha o plano de ação, com a solução formativa a implementar e coloca-o em prática. Uma seleção criteriosa de professores qualificados é realizada de acordo com os horários definidos. “Guidelines” de formação, planos de estudos e documentos de gestão são previamente apresentados e aprovados com os interlocutores das organizações. No final, são entregues os resultados e apresentados dados e relatórios – o “monthly report”, relacionado com a assiduidade dos alunos, a “performance” individual e o progresso formativo, o “end of level report”, que integra a avaliação de nível, a sessão de “feedback”, satisfação dos alunos e análise SWOT, e o “end of project report”, onde consta a avaliação final do projeto, os resultados por grupo, as avaliações individuais e recomendações.
“O que interessa, de facto, às empresas é como é que as podemos ajudar a aumentar a capacidade de trabalho dos seus colaboradores, recorrendo a uma ferramenta que é o inglês. Trabalhamos programas de formação e cursos para cada grau de conhecimento, que vão muito ao encontro das suas expectativas. Valorizamos muito o contacto direto com os nossos clientes”, argumenta Mário Xavier.
Metodologia do Wall Street English Business
Ao mercado, o Wall Street English Business, certificado pela DGERT, apresenta duas metodologias, a que chama “Classic Learning” e “Blended Learning”. A primeira é 100% presencial e pressupõe aulas lecionadas por um professor, “in company”, focadas na componente prática para desenvolvimento da oralidade e da escrita, consolidação de estruturas, incremento de vocabulário e orientação do manual. Já a metodologia Blended Learning combina a componente “teacher in class”, que se pode realizar “in school” ou “in company”, com a componente multimédia, que assenta numa plataforma que disponibiliza aos alunos 40 horas de vídeo estilo “sitcom”, com situações e personagens da vida real e profissional, e 20 níveis de inglês. Os alunos estudam quando e onde quiserem, basta que, para isso, utilizem um dispositivo móvel. Os conhecimentos adquiridos são depois confirmados em sala com um professor, em aulas práticas e mais interativas.
“Nós não defendemos que uma metodologia é superior à outra. São apenas diferentes. De facto, tem-se comprovado, ao longo do tempo, que a metodologia Blended, implementada pelo Wall Street English desde os anos 70 do século XIX, em formatos distintos, tem algumas particularidades que procuram responder às necessidades das empresas. Quando estamos a falar nesta metodologia em particular, sabemos que permite uma otimização do tempo, uma melhor retenção dos conteúdos e uma maior motivação para estudar e que há uma flexibilidade efetiva no que diz respeito ao estudo e ao local de trabalho, mas não em relação ao tempo. O ciclo de estudo tem um “timing”, que é respeitado e acompanhado pelos nossos gestores, no sentido de garantirmos que a assiduidade e que a progressão são mantidas”, esclarece o diretor comercial do Wall Street English Portugal.
Presente de Norte a Sul de Portugal, o Wall Street English Portugal pretende ser, segundo Mário Xavier, “o departamento complementar dos diretores de recursos humanos e de formação” das empresas e, para o futuro, está já a desenvolver produtos focados em determinadas especificidades de negócio e no inglês mais técnico para diversas áreas, com recurso à digitalização. “Estamos a aprofundar a área de inovação não só ao nível do “blended”. Existem outros desenvolvimentos em termos digitais que estamos a trabalhar para lançar em breve para o mercado”, conclui o diretor comercial do Wall Street English Portugal, Mário Xavier.