As portas da Nobre Casa de Cidadania (NCC) abriram mais uma vez para homenagear e distinguir 16 cidadãos pelos atos nobres que realizaram, numa cerimónia que decorreu no dia 2 de junho e que celebrou os 10 anos do projeto.
Os 16 Atos Nobres consistem no enaltecer de uma ação realizada de uma ação realizada em benefício de terceiros sem esperar nada em troca, que são avaliados e selecionados pelos membros do Conselho Institucional da Nobre Casa de Cidadania.
Em comunicado, a Nobre Casa de Cidadania identifica os 16 nomeados que receberam o título de Cidadão Nobre 2023:
- Alberto Nogueira criou o projeto “Os Resistentes”, que visa promover várias atividades em oncologia pediátrica, permitindo fortalecer a autoestima das crianças;
- Ana de Sousa recolheu e enviou roupas, brinquedos, jogos e material escolar para crianças de Moçambique, suportando os custos associados;
- Ana Cristina Valente ajudou e disponibilizou medicamentos e outros bens para famílias carenciadas e refugiados da Guerra da Ucrânia;
- António Silva ajudou a trazer refugiados da Guerra da Ucrânia e a transportar comida e medicamentos para a população e os militares;
- Bruno Maia ajudou a distribuir refeições e alimentos a várias pessoas necessitadas durante a pandemia de Covid-19 e criou uma Associação Desportiva para que todas as crianças possam praticar desporto;
- Helena Norinha criou o projeto de cuidados de saúde e amparo social “Aldeias Humanitar” com o objetivo de apoiar as pessoas nas suas casas de forma gratuita;
- João Paulo Santos fundou o grupo “Ribatejo”, que realiza caminhadas com o objetivo de recolher fundos para ajudar dois jovens com problemas de saúde;
- Mariana Dias e Miguel Teles gerem a organização nacional “Plantar uma Árvore”, que tem como objetivo mobilizar jovens e famílias em ações de voluntariado pela conservação da natureza e biodiversidade;
- Maria do Céu Sampaio criou a Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais com o objetivo de apoiar animais, com alimentação e cuidados veterinários, em situações diversas;
- Maria Cristina participou em várias campanhas solidárias e criou o grupo “Um Coração Amigo” para costurar almofadas para doar à Associação Oncológica do Algarve com o objetivo de atenuar as dores do pós-operatório;
- Mário João Araújo participou em várias ações de voluntariado, prestou ajuda na Polónia e Ucrânia e trouxe refugiados da Guerra;
- Marisa Freire foi em missão voluntária para o Quénia com o objetivo de apoiar a associação ADDHU e ajudou e angariou bens para uma jovem mãe;
- Margarida Ferreira acolhe e trata cães abandonados e maltratados, suportando todos os cuidados que necessitam;
- Mónica Silva participou em diversas campanhas de solidariedade para angariar material escolar e hospitalar para a Guiné-Bissau e ajudou famílias durante a pandemia de Covid-19;
- Orquídea Silva fundou o projeto “Down Cooking” que visa a promoção da alimentação saudável e da autonomia dos portadores do Síndrome de Down, através de workshops de culinária;
- Rui Marques Leitão mobilizou meios para ajudar e acolher atletas ucranianos que não conseguiram regressar à Ucrânia devido à Guerra.
Um mundo com mais altruísmo, solidariedade e dedicação ao próximo
Rui Silva, mentor da NCC, explica que o propósito que fez nascer a Nobre Casa de Cidadania foi a edução através do exemplo, aspirando a um mundo com mais altruísmo, solidariedade e dedicação ao próximo.
“Na cerimónia de atribuição do título de Cidadão Nobre 2023 conseguimos, uma vez mais, alcançar este objetivo. Entre mais de 140 candidaturas, que vêm reforçar o propósito deste projeto, distinguimos 16 cidadãos com histórias distintas e inspiradoras, que em comum têm o facto de nos motivarem a praticar o bem sem esperar algo em troca. O ano de 2023 assinala os 10 anos de Nobre Casa de Cidadania e não podíamos estar mais satisfeitos com a nossa história até aqui e igualmente entusiasmados com o que está por vir”, afirma.