ASSINAR NEWSLETTER
Sexta-feira, Julho 31, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

Reputação, satisfação e motivação

Ana Silva Por Ana Silva
6 de Dezembro, 2017
em ARTIGOS TÉCNICOS
0
Reputação, satisfação e motivação
59
Partilhas
342
Visualizações

O mundo atual vive uma realidade caracterizada pelo stress do dia a dia, pela rapidez com que tudo acontece, pela permanente mudança de hábitos e atitudes, pela competitividade dos recursos humanos, físicos, intelectuais e financeiros, pela instabilidade e incerteza.

Neste ritmo de velocidade alucinante, as marcas são o ativo mais importante e de maior valor financeiro que as organizações possuem; contudo, as marcas são também o ativo mais exposto a riscos e consequentemente a crises.

Nas organizações, o departamento financeiro assegura o planeamento, a gestão e o controlo financeiro, o departamento logístico as mesmas funções no que compete à logística, o departamento jurídico o mesmo no que respeita aos temas legais, o departamento de vendas assegura a relação com os clientes, mas quem trata da marca? A grande questão é que nas organizações todos tocam na marca, todos são embaixadores e detratores da marca e todos são de alguma forma responsáveis pelos sucessos e pelos insucessos, pelos benefícios e pelos prejuízos.

Conseguimos imaginar um recepcionista de uma organização (para todos os efeitos o primeiro embaixador ou detrator da marca na relação de todos os que entram no espaço de uma organização, que em muitas situações até é um elemento externo contratado), a preencher o documento de acesso e controlo de um visitante das instalações com uma esferográfica com o logótipo impresso da marca de um concorrente dessa organização? Sim… isso acontece!!

Muitas vezes podemos constatar que há áreas ou departamentos que são autênticos embaixadores das marcas na forma como interagem com o seu publico alvo (ex. relações com clientes) e outras que por não estarem diretamente relacionadas com a “venda” colocam em causa a reputação da mesma (ex. relações com fornecedores). Esta constatação é cada vez mais uma evidência; muitas organizações podem ter em muitas ocasiões uma mesma entidade que veste a pele de diferentes stakeholders para com a organização; uma mesma entidade pode ser cliente para uma área, fornecedor para uma segunda área, influenciador / facilitador para uma terceira área, investidor para outra, …

A marca é simplesmente o ativo mais valioso e mais exposto ao risco.

Vivemos naquilo que podemos chamar a era da Economia Reputacional. Uma realidade que não é nova mas que é cada vez mais evidente e consciente devido à maior exposição que as marcas e os casos de crise das mesmas se tornam visíveis.

Nas organizações, a reputação e a gestão da mesma está intimamente ligada ao mapeamento e gestão de forma integrada dos seus recursos humanos, físicos, intelectuais e financeiros, e dos seus stakeholders para potenciarem a confiança, a preferência, a compra e a recomendação dos mesmos.

As percepções que os diferentes stakeholders têm sobre as marcas (entenda-se a reputação), está na base de um conjunto de comportamentos conscientes e inconscientes, racionais e emocionais que os mesmos têm no que respeita a confiar, preferir, comprar, recomendar, trabalhar, investir nas marcas e consequentemente nas organizações de que as mesmas são o principal rosto.

A gestão das percepções é a base da gestão reputacional.

Os vários estudos globais sobre estas matérias tornam evidente um dado interessante e simultaneamente preocupante: apesar de cerca de 80% dos líderes das maiores e mais valiosas organizações considerarem que vivemos numa economia em que a reputação influencia diretamente o valor financeiro dos negócios e das marcas, só cerca de 65% dos mesmos definem que a gestão da reputação é uma das prioridades dos executivos e dos conselhos de administração para o próximo triénio, e apenas 20% afirma que a sua organização está preparada para a gestão integrada e multi-departamental desta disciplina.

A gestão reputacional pode ser caracterizada em 5 níveis:

  1. Identificação dos stakeholders e de métricas genéricas de gestão da reputação.
  2. Customização das métricas de gestão à organização.
  3. Integração da gestão reputacional no planeamento estratégico do negócio.
  4. Integração multidisciplinar da gestão e avaliação reputacional em todos os departamentos da organização.
  5. Integração global da gestão reputacional, evidenciando o seu valor financeiro nos negócios e nas marcas (indicando benefícios e custos associados) e simultaneamente dando suporte à decisão de em que touchpoints investir tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo.

Numa perspectiva mundial, cerca de 80% das maiores organizações estão no nível 1, cerca de 60% no nível 2, cerca de 35% no nível 3, cerca de 10% no nível 4, e apenas menos de 5% estão no nível 5.

A realidade em Portugal evidencia que as organizações estão cada vez mais sensíveis ao tema da reputação mas que a grande maioria ainda não passam dos níveis 1 e 2.

Nesta realidade de constante mudança e incerteza, definida no inicio, tudo está à distância de um “click” que os instrumentos digitais e as redes sociais podem potenciar construindo ou destruindo, e por isso, só as organizações cujas práticas da gestão da reputação estão já num nível 3 ou superior, estão preparadas para perante uma crise estarem melhor capacitadas para rapidamente corrigir e ultrapassar a mesma.

Definimos os principais desafios reputacionais e diretamente ligados a crises em 5 dimensões: produtos e serviços, inovação, liderança, governo, performance, cidadania e responsabilidade social, e ambiente de trabalho.

Porque as nossas percepções são a nossa realidade, e a reputação é a percepção que os diferentes stakeholders (autoridades, reguladores, sindicatos, associações, analistas, investidores, accionistas, colaboradores, fornecedores, clientes e não clientes, comunicação social, líderes de opinião, …) têm sobre as organizações e as marcas, o grande desafio nas organizações é estarem sensíveis para percorrer o caminho da Integração da gestão reputacional no planeamento estratégico do negócio, da integração multidisciplinar da gestão e avaliação reputacional em todos os departamentos da organização, e da integração global da gestão reputacional, evidenciando o seu valor financeiro nos negócios e nas marcas (indicando benefícios e custos associados) e simultaneamente dando suporte à decisão de em que touchpoints investir tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo, e tudo isto no que respeita às dimensões de produtos e serviços, inovação, liderança, governo, performance, cidadania e responsabilidade social, e ambiente de trabalho.

Mas as organizações não são feitas apenas de marcas corporativas e comerciais. Os colaboradores são também marcas nas organizações e, sendo estes verdadeiros alicerces e motores da atividade estratégica e tática, devem ser cuidados com igual foco e dedicação, pois como também já referido estes são os primeiros embaixadores ou detratores.

Uma das evidências mais difíceis de encarar, é o facto de as organizações investirem fortemente a definir os valores, a visão, a missão e o posicionamento da marca corporativa e apenas uma minoria dos colaboradores das mesmas reconhecerem estes desígnios estratégicos quando interrogados espontaneamente sobre os mesmos.

Como já foi referido, nas organizações existem três tipos diferentes de marcas: as corporativas, as comerciais e as humanas. E é também evidente que nas organizações as marcas humanas constituem o maior portfólio de marcas e o mais difícil de gerir, porque todas as pessoas são diferentes, têm motivações, hábitos e atitudes diferentes, e não são tecnologicamente controláveis.

Como tal, é legítimo questionar se as organizações definem os seus objectivos comerciais combinando a força das marcas corporativa, comercial e humana. E a resposta é que mais de 90% das organizações não o faz, e assim sendo podemos refletir:

  • Quando a força de marca corporativa / comercial é superior à da marca humana, será que a organização vai atingir os objectivos comerciais definidos ou estão os mesmos condenados na sua origem?
  • Quando a força de marca corporativa / comercial é inferior à da marca humana, será que a organização tem os objectivos comerciais bem definidos? Não estão os mesmos subavaliados e a organização não pode inclusive ir mais além?

Na realidade, sobre os colaboradores existem variadíssimas métricas em utilização nas organizações, mas poucas vezes vemos implementada a gestão da força de marca humana (que nada tem a ver com as auditorias de clima organizacional). Esta traduz-se num conjunto de índices em tudo semelhantes aos das marcas corporativas e comerciais relativos às dimensões de equity, diferenciação, inovação, reputação, desempenho e sustentabilidade. Estes índices são compostos por atributos individuais, sociais, racionais e emocionais avaliados numa ótica de 360º (o colaborador, os colegas, os chefes e os subordinados).

E, entre as dimensões anteriormente identificadas, a reputação é a única dimensão que interfere nas demais através dos comportamentos que resultam da mesma pois a reputação é a percepção que os diferentes stakeholders têm sobre as ações passadas e as expectativas futuras, e a percepção de cada um é a sua realidade.

Índices vulneráveis e moderados de força de marca humana estão na base da insatisfação dos colaboradores, que proporcionam um ambiente de insucesso, que conduz a uma política frequente de promoções de produtos e serviços para tentar atingir os objectivos comerciais definidos, e quando os mesmos não são conseguidos obrigatoriamente o resultado afecta diretamente as pessoas com reduções nos colaboradores e no investimento nos mesmos.

Por fim, uma citação de Warren Buffett define de uma forma tão simples a sua sensibilidade para o conceito da reputação: “if you loose dollars for the firm by bad decisions, I will be understanding; but if you loose reputation for the firm, I will be ruthless”.

Autor: Pedro Tavares – Partner & CEO da OnStrategy


Artigo in RHmagazine, n.º 112, Setembro/Outubro 2017

[posts title=’Mais artigos de interesse:’ tag=’artigo’ layout=’grid-3-col’][/posts]

Mais sobre ArtigomotivaçãoReputaçãosatisfação
Notícia anterior

Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal – “O mercado, o setor e a tecnologia estão em constante evolução, por isso é nossa responsabilidade preparar cada colaborador para esse futuro”

Notícia seguinte

Hélder Figueiredo é o novo Group HR Director da Trivalor

Recomendamos

Artigo técnico. Perceções de exploração organizacional: impacto no bem-estar dos trabalhadores

Artigo técnico. Perceções de exploração organizacional: impacto no bem-estar dos trabalhadores

28 de Julho, 2026
Subsídio de férias: quando cumprir a lei exige mais do que aplicar uma fórmula, por Ana Azevedo Payroll Manager

Subsídio de férias: quando cumprir a lei exige mais do que aplicar uma fórmula, por Ana Azevedo Payroll Manager

25 de Junho, 2026
Profissionais adiam mudanças de carreira num mercado de recrutamento transformado pela IA

Profissionais adiam mudanças de carreira num mercado de recrutamento transformado pela IA

25 de Junho, 2026
Quase 40% das empresas em Portugal já estão a preparar-se para a saída dos Boomers

Artigo técnico. O imperativo da longevidade: uma gestão das pessoas para o futuro

12 de Maio, 2026
Artigo técnico. É um chefe helicóptero? A tirania híper-controladora

Artigo técnico. É um chefe helicóptero? A tirania híper-controladora

23 de Março, 2026
Artigo técnico. RH em transformação: entre desafios e oportunidades

Artigo técnico. RH em transformação: entre desafios e oportunidades

10 de Março, 2026
VEJA MAIS
Notícia seguinte
Hélder Figueiredo é o novo Group HR Director da Trivalor

Hélder Figueiredo é o novo Group HR Director da Trivalor

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Academias de formação: da visão à transformação

Academias de formação: da visão à transformação

11 de Março, 2026
Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

6 de Janeiro, 2026
Carla Caracol assume liderança de RH de Engineering & Construction na Proman

Carla Caracol assume liderança de RH de Engineering & Construction na Proman

10 de Março, 2026
Crónica: O que é isso de Mindset Digital? – por Catarina João Morgado, PwC’s Academy

Crónica. “Entre a crítica, a leveza e 100.000 pessoas a dançar”, por Catarina João Morgado

31 de Julho, 2026
“Simples, eficaz e integrada”: Michael Page aposta em marca única para reforçar resposta às empresas

“Simples, eficaz e integrada”: Michael Page aposta em marca única para reforçar resposta às empresas

31 de Julho, 2026
Tem uma proposta de emprego em vista? Nova funcionalidade da Coverflex quer garantir que não lhe escapa nenhum detalhe

Tem uma proposta de emprego em vista? Nova funcionalidade da Coverflex quer garantir que não lhe escapa nenhum detalhe

30 de Julho, 2026

Agenda de Eventos

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Nov 4
Novembro 4 @ 8:00 - Novembro 6 @ 17:00

Conferência: Transparência Salarial

Nov 5
10:00 - 16:00

This Is Me- Associação Salvador

Nov 24
Novembro 24 @ 8:00 - Novembro 26 @ 17:00

Conferência: Total Rewards Day

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

Novo ciclo no ISEG. Mário Caldeira assume presidência até 2030

Novo ciclo no ISEG. Mário Caldeira assume presidência até 2030

30 de Julho, 2026
A arquitetura do futuro é híbrida e desenha-se na S+A. Entrevista a Mafalda Carvalho

Mafalda Carvalho é a nova DRH da SER – Senior Exclusive Residences

28 de Julho, 2026
Gi Group Holding Portugal anuncia nova liderança. Saiba quem sucede a Thomas Marra

Gi Group Holding Portugal anuncia nova liderança. Saiba quem sucede a Thomas Marra

15 de Julho, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');