ASSINAR NEWSLETTER
Domingo, Setembro 13, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

ENTREVISTA: Gerd Leonhard, Future Strategist e CEO da The Futures Agency

“Em 10 anos, as empresas vão ter máquinas a fazer o trabalho das pessoas”

Ana Silva Por Ana Silva
2 de Dezembro, 2019
em PESSOAS
0
ENTREVISTA: Gerd Leonhard, Future Strategist e CEO da The Futures Agency
35
Partilhas
356
Visualizações

O futurista Gerd Leonhard acredita que, na próxima década, a tecnologia e, em particular, a Inteligência Artificial (IA) vão substituir muitas das tarefas realizadas atualmente pelos trabalhadores. No entanto, mantém-se optimista sobre o papel dos recursos humanos.

Nasceu na Alemanha, vive na Suíça e é um homem do mundo. Gerd Leonhard foi guitarrista, compositor e produtor durante 12 anos. Com o boom da Internet, fundou várias startups e tornou-se um empreendedor na área da música e dos meios de comunicação social. Em 2006, o Wall Street Journal considerou-o um dos futuristas mais promissores e, em 2015, a revista Wired colocou-o na lista das 100 personalidades mais influentes da Europa. É autor de vários livros, entre os quais “The Humanity Challenge”, orador em Conferências pelo mundo inteiro, consultor e – garante – um humanista. No confronto tecnologia/humanidade, Gerd assegura que os robôs “não vão ser inteligentes como nós”.

Quando falamos de pessoas, recursos humanos, o que é que podemos esperar do futuro?
Muitas empresas estão a apostar em robótica para reduzir os custos com pessoal. É uma tendência global. Hoje em dia, a tecnologia ainda não é completamente fiável. Mas, em dez anos, a maioria das empresas vai poder ter máquinas que façam o trabalho das pessoas.

As máquinas podem substituir as pessoas em alguns casos?
Há casos mais óbvios, como um Engenheiro de Redes – que precisa de saber muito – mas não tem um trabalho ‘humano’, como uma conversa, é técnico. Pode-se enviar um drone para consertar uma torre, criar um software para resolver o problema… e, em dez anos, muitos problemas vão ser resolvidos com software.

Um robô poderia substituir um Diretor de Recursos Humanos e fazer, por exemplo, as entrevistas de recrutamento?
Poderia fazer as pesquisas de conteúdo, de marketing, financeira… de tudo o que tiver relação com factos e números. O nível mais baixo de informação são os dados, o segundo nível é o conhecimento. As máquinas estão a adquirir o conhecimento porque recolhem toda a informação, conseguem conjugá-la e dizemos que “aprenderam” a fazer determinada coisa. Mas não conseguem ter o terceiro nível de conhecimento, que é a compreensão. Compreender significa que temos a capacidade de ver para além dos factos.

É a capacidade de compreender que distingue os seres humanos das máquinas?
Para já, e durante os próximos 50 anos, é a compreensão, a sabedoria e o poder de imaginar. Isto é muito difícil para um computador. Um computador pode “ler” os nossos filhos e dizer que têm uma série de problemas. Mas não vai compreendê-los da forma que nós conseguimos. Na área da saúde, podemos ter um computador a fazer diagnósticos sobre a pele, que nos vai dizer: “Vi milhões de fotografias sobre isto e não é bom”. Mas não terá a capacidade de falar comigo sobre o problema porque não é humano. Segundo McKinsey, 50% dos trabalhos poderão tornar-se automatizados, em 50 anos, mas apenas 5% poderão ser completamente automatizados, como o funcionário da caixa de um supermercado, conduzir um táxi, fazer análise financeira. Basicamente o que chamamos de monkey work.

Na sua opinião, vão surgir outros tipos de trabalho?
Eu não sou pessimista sobre o mercado de trabalho porque acredito que, daqui a 10 ou 20 anos, não vamos precisar de trabalho ou de dinheiro como agora. Primeiro, porque há cada vez mais trabalhos que as pessoas fazem sem ser por dinheiro: trabalhos sociais, cuidar de crianças, da família… Tudo o que seja feito de forma voluntária. Para além disso, estamos sempre a inventar trabalhos. Atualmente, 20 milhões de pessoas trabalham em redes sociais. Há 10 anos, eram 500.

Daqui a 20 anos, vamos ficar em casa enquanto os robôs vão trabalhar? E pagam impostos e segurança social por nós?
(risos) É uma questão interessante. Se calhar, vamos trabalhar durante duas ou três horas por dia porque só vamos precisar de fazer o trabalho mais humano: tomar decisões, escrever histórias, desenvolver uma conversa… Tudo o resto, poderemos pedir à máquina.

Diz que “a Humanidade vai mudar mais nos próximos 20 anos do que mudou nos últimos 300”. Como?
Daqui a 20 anos, os computadores vão ter mais informação, mais dados, mais capacidade de decisão… Mas não vão ser inteligentes como nós. Daqui a cinco anos, podemos pedir a um computador que preveja o futuro de Portugal no que diz respeito à dependência de petróleo. E, se for o primeiro-ministro, poderá ter a previsão de todos os cenários possíveis.

Isso significa que vamos ter melhores políticos?
(risos) Acho que poderemos ter pessoas que aprendem muito depressa como o Tom Cruise no “Relatório Minoritário”. Por exemplo, um médico aprender uma técnica nova em cinco minutos através da realidade virtual – seria óptimo. Outra coisa que está a acontecer é que a tecnologia está a entrar no nosso corpo. Para já, está do lado de fora e é muito poderosa. Mas quando pudermos colocá-la na orelha, no pulso ou até no sangue, isso vai mudar-nos. Em 20 anos, vamos ter aparelhos que nos vão permitir ver como o super-homem. Isto muda a forma como nos entendemos até do ponto de vista biológico.

Que sociedade vamos ter daqui a 20 anos?
A boa notícia é que muitas coisas vão ficar mais baratas. Por exemplo, a música tornou-se muito barata. O Spotify custa 10€. Qualquer dia, temos um Spotify para carros e vai ser muito barato ter acesso a um meio de transporte. Os custos bancários vão baixar porque os Bancos estão online. Os custos médicos vão diminuir porque vamos ser capazes de ler o genoma, combinar os dados, obter um diagnóstico em casa, através de um aparelho, e ter acesso a melhores médicos mais depressa. Por outro lado, a ideia de consumo está enraizada na ideia de capitalismo. A determinada altura, esta lógica morre – a de que, se comprarmos mais coisas, serão mais baratas. Porque já são muito baratas. Há 20 anos um voo para a Tailândia era muito caro. Hoje em dia, é mais barato do que passar um fim-de-semana em Madrid. Muitas coisas vão tornar-se completamente banais.

Como é que nos preparamos para o avanço da tecnologia do ponto de vista ético?
Quando falo em ética é uma questão de respeito pelos seres humanos. Estamos a desumanizar a sociedade: estamos a retirar o lado humano dos negócios, dos recursos humanos, da Banca, de todo o lado. Precisamos de sensibilizar as pessoas para estes temas. Estarmos conectados é bom, mas estarmos conectados em excesso é negativo. É mais ou menos como comer: na quantidade certa faz bem; em excesso, provoca obesidade. Eu chamo-lhe “obesidade digital”. Muitas pessoas têm problemas como ansiedade, depressão, tendências suicidas. Temos de encontrar um equilíbrio.

Como?
Tanto os recursos humanos como a política são essenciais. Em primeiro lugar, ter regras que se apliquem a toda a gente. Por exemplo, não permitir que algumas pessoas sejam discriminadas por não saberem usar tecnologia. Ou regras que digam: não pode ser julgado pela sua ‘pegada’ nas redes sociais quando se candidata a uma vaga de trabalho.

Há dois anos, na Websummit, a Sophia disse que os robôs iam ficar com os nossos empregos. No ano passado, outro robô, chamado Furhat, tinha a capacidade de mudar a personalidade e expressar emoções. O que é vão ser capazes de fazer daqui a 20 ou 30 anos?
A maior parte do marketing dos robôs de Inteligência Artificial é só mesmo marketing. A Sophia é como uma torradeira. Não é uma máquina com quem possa conversar como estou a conversar consigo. A Sophia tem um leque pré-definido de respostas: eu faço uma pergunta, ela responde e até parece que a resposta é adequada. De uma maneira geral, o cérebro humano consegue fazer 300 triliões de cálculos por segundo. E há computadores fantásticos que conseguem fazer o mesmo. Mas fazem-no de maneira diferente. Pode dar a um computador um milhão de livros sobre Filosofia e o computador pode ler um milhão de livros num minuto. Quando tiver lido, vai conhecer todo o conteúdo, mas não entende o significado. Podemos perguntar ao computador o que é que está escrito na página 45 de um livro de Jean Paul Sartre e ele dá-lhe a resposta. Mas não saberá responder qual é o significado da vida.  A inteligência humana envolve emoções, socialização, linguagem corporal. Qualquer psicólogo dir-lhe-á que o cérebro é apenas uma parte da nossa inteligência. Uma máquina pode olhar para mim e concluir “este é o aspecto dele quando se zanga” e pode imitar o conceito de “estar zangado”, mas não pode zangar-se. No fundo, estamos a discutir a existência. As máquinas não existem. Não têm sentimentos, consciência, vontade ou desejo.

Comparou, recentemente, um telemóvel a um cigarro. Por serem ambos um vício?
A tecnologia é como uma droga. Quando estamos sob o efeito de estupefacientes, achamos que somos os maiores, que está tudo óptimo e, quando passa o efeito, sentimos que precisamos de consumi-la outra vez para voltar a ter aquela sensação. Com a tecnologia acontece algo semelhante. Mas temos muitos vícios com os quais conseguimos viver: café, cigarros, álcool. O desafio é saber como manter o equilíbrio. Praticamente toda a gente pode beber álcool. Mas há regras para o álcool.

Também deveríamos ter regras para a tecnologia?
Precisamos de regras que sejam mais princípios e práticas do que proibições, porque senão as pessoas vão continuar a fazer. Devem ser os Governos a regular a tecnologia – porque tem influência nos negócios e nas pessoas – e não a sociedade. Porque vai haver tecnologia que não vamos querer utilizar, embora pudéssemos.

E como é que controlamos isso?
Precisamos de pessoas que tenham como trabalho refletir sobre o que devemos e não devemos fazer, o que deve e não deve ser legalizado. A indústria não tem motivação para questionar. Atualmente, o Facebook é uma das empresas mais ricas do mundo, mas está a prejudicar a sociedade, não porque quer, mas porque pode. O Governo tem de vir dizer: ‘Estão a ganhar muito dinheiro. Como é que podemos tornar isto mais justo?’. Já tivemos um grande desastre ambiental com uma empresa petrolífera, que nos custou muito caro. Não queremos que aconteça o mesmo com a tecnologia. Senão teremos cada vez mais depressões, suicídios, desemprego, terrorismo – uma série de consequências que não queremos. Neste momento, só estamos a pensar em dinheiro, sem avaliar as consequências. Temos de ver o sistema por inteiro.

Devemos temer o futuro com a evolução da Inteligência Artificial? O que vemos nos filmes poderá estar perto da realidade?
Acho que não devemos acreditar demasiado nos filmes. Os filmes, sobretudo os norte-americanos, baseiam-se no medo porque o medo vende. Mas a tecnologia que temos neste momento não está sequer perto desse nível. Creio que o futuro será melhor do que imaginamos.

 

Entrevista publicada na edição 122, maio/junho 2019, da RHmagazine.

Mais sobre empresas do futuroInteligência ArtificialrobotsTecnologia
Notícia anterior

60% dos responsáveis de recrutamento afirmam que o vestuário de um candidato tem impacto na sua empregabilidade

Notícia seguinte

Eu e os Outros… Uma Estória de Liderança!

Recomendamos

JPS Kohli, SkillUp: “Continua a existir um desfasamento entre intenção e execução” na requalificação profissional

JPS Kohli, SkillUp: “Continua a existir um desfasamento entre intenção e execução” na requalificação profissional

10 de Setembro, 2026
Entrevista a Myriam Ouaki, PARES. Em Portugal, o silêncio também é uma resposta

Entrevista a Myriam Ouaki, PARES. Em Portugal, o silêncio também é uma resposta

25 de Agosto, 2026
Entrevista a Sandrine Sleiman, EUDA. na Agência da União Europeia sobre Drogas. A cultura profissional tem mais peso do que  a nacionalidade

Entrevista a Sandrine Sleiman, EUDA. na Agência da União Europeia sobre Drogas. A cultura profissional tem mais peso do que a nacionalidade

17 de Agosto, 2026
Entrevista a José Theotónio. Check-out de talento? No Pestana, a experiência cinco estrelas começa por dentro

Entrevista a José Theotónio. Check-out de talento? No Pestana, a experiência cinco estrelas começa por dentro

29 de Julho, 2026
Entrevista a Domingos Pinto. Quando os dados guiam a produção: Simoldes dá forma à fábrica digital

Entrevista a Domingos Pinto. Quando os dados guiam a produção: Simoldes dá forma à fábrica digital

22 de Julho, 2026
Francisco Lufinha: “Sem tolerância ao erro, não há inovação”

Francisco Lufinha: “Sem tolerância ao erro, não há inovação”

6 de Julho, 2026
VEJA MAIS
Notícia seguinte
Qual é a alma do segredo do (seu) negócio?

Eu e os Outros… Uma Estória de Liderança!

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Coverflex prevê subida nos custos dos seguros de saúde das empresas em Portugal

Aumentos salariais de 3,2% em 2027? Sim, mas não para todos. Passamos a explicar

7 de Setembro, 2026
Aumentos, salários e carreiras. O que muda na Função Pública até 2029

O seu salário líquido pode aumentar já em novembro. Saiba porquê

9 de Setembro, 2026
Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

6 de Janeiro, 2026
Marque na agenda: Clan e Câmara Municipal de Santarém juntam empresas e talento no 1.º The Talent Event

Marque na agenda: Clan e Câmara Municipal de Santarém juntam empresas e talento no 1.º The Talent Event

11 de Setembro, 2026
EU DECIDO 2026 junta diferentes gerações para discutir liderança, mudança e IA

EU DECIDO 2026 junta diferentes gerações para discutir liderança, mudança e IA

11 de Setembro, 2026
Wellow Network compra A Temporária. Talenter integra 650 trabalhadores e 60 clientes

Wellow Network compra A Temporária. Talenter integra 650 trabalhadores e 60 clientes

11 de Setembro, 2026

Agenda de Eventos

Set 19
9:00 - 19:00

EU DECIDO 2026

Set 30
9:00 - 12:30

Employer Branding by iiRH 2026

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Nov 4
Novembro 4 @ 8:00 - Novembro 6 @ 17:00

Conferência: Transparência Salarial

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

LeYa inicia novo capítulo com Sofia Correia de Barros como CEO

LeYa inicia novo capítulo com Sofia Correia de Barros como CEO

7 de Setembro, 2026
Carla Sousa é a nova Business Director da Unidade de Serviços da Talenter

Carla Sousa é a nova Business Director da Unidade de Serviços da Talenter

4 de Setembro, 2026
Manuel Flahault é o novo rosto da liderança da Air France-KLM na Península Ibérica

Manuel Flahault é o novo rosto da liderança da Air France-KLM na Península Ibérica

1 de Setembro, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');