Como evolui, em termos de crescimento, a equipa da Ei! nestes 10 anos de existência?
Inicialmente éramos 4 pessoas, incluindo eu e a minha sócia na altura, que tinha sido minha colega na faculdade. A terceira pessoa, que acabou por ser a primeira contratação formal da Ei!, permanece na empresa até hoje. Atualmente, a equipa é formada por 20 pessoas, distribuídas por 7 departamentos e 2 escritórios, em Lisboa (Rua Castilho) e no Porto (Boavista).
E quais as traves-mestras da vossa Gestão de Pessoas?
O nosso trabalho, para além do rigor e eficácia que pomos nos assuntos concretos para os quais somos solicitados, tem uma forte componente de humanidade e de acompanhamento personalizado. Como costumo referir, 50% da nossa tarefa são as questões técnicas e burocráticas para as quais fomos contratados e os outros 50% prendem-se com a empatia, apoio psicológico e capacidade de ouvir. Ora, no plano interno, aplicamos esses mesmos princípios aos nossos colaboradores. Por isso, privilegiamos o seu bem-estar, a conciliação da vida profissional e pessoal e um modelo global de gestão – não apenas de RH – que os faça sentir incluídos, participantes ativos dos objetivos organizacionais e do desígnio da Ei!.
Que práticas de sustentabilidade ou diversidade e inclusão/impacto social podem ser creditadas à Ei!?
Em termos de sustentabilidade, a Ei! aproveitou a última mudança de escritório, no ano passado, para deixar de ter processos em papel. Desenvolvemos um programa informático (Migration Track) à medida das nossas necessidades, onde os clientes podem carregar a documentação dos seus processos e acompanhar o ponto de situação dos mesmos, bem como ter acesso a todos os dados de faturação relacionados com os serviços adjudicados.
No que respeita à inclusão e ao impacto social, penso que a Ei! desempenha um papel muito importante na adaptação dos estrangeiros em Portugal. Ao longo do processo, vamos fazendo uma aculturação e aproximação aos costumes portugueses. Esse trabalho não termina com o final do processo; fazemos e participamos em diversos eventos com o intuito de acelerar a adaptação dos estrangeiros a Portugal mesmo depois de terminado todo o processo migratório.
E que indicadores têm sobre o impacto da vossa Gestão de Pessoas nos colaboradores?
A rotatividade é muito baixa. Por exemplo, a nossa primeira colaboradora – contratada há 10 anos – ainda está connosco. Além das boas práticas, a Ei! trabalha com um propósito e isso faz com que todos se sintam unidos e sempre com a vontade de fazer mais e melhor. A equipa Ei! é uma família.
Artigo publicado na edição 155 da RHmagazine, referente aos meses de novembro e dezembro de 2024
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