Com a globalização a diversidade dentro das empresas é algo cada vez mais comum. E é neste sentido que aponta o novo estudo da Randstad: Diversity in the workplace. Este estudo foi feito a indivíduos com idades entre os 18 e os 65 anos, que trabalham pelo menos 24h, por semana.
Segundo este estudo, pelo menos 77% afirma que a sua empresa tem uma cultura aberta que os inclui. A Índia é o país que mais aposta na inclusão dos seus trabalhadores, com 89%, enquanto o Japão fica abaixo da média global com 64%. No caso de Portugal, este mantêm-se 1% abaixo da média global.
No local de trabalho é também muito importante a diversidade, dado apontado por 87% dos inquiridos. O Chile é o país que mais dá valor à diversidade com 96%, enquanto a República-checa é a que dá menos importância com 74%.
Embora quase 90% dê valor à diversidade, no caso da orientação sexual o mesmo já não se passa. A média global desce até aos 76%. Portugal mantêm-se acima da média global com 77%. Contudo, países como a Turquia, como uma forte orientação religiosa, este número fica apenas nos 43%. Na Noruega 88% afirma que o problema da orientação sexual não se coloca.
Curioso o facto de ter sido inquirido aos participantes se acreditavam que a orientação sexual não seria um problema no seu país. Neste caso a média global ficou-se pelos 58%. Portugal teve a quarta percentagem mais baixa, com 36% mais 7% que o Brasil que se encontra no fundo da tabela com 29%.
Nos casos de descriminação racial e religiosa apenas 16% dos inquiridos portugueses afirmam que sofreram algum tipo de discriminação. Ao contrário da Índia, onde os níveis de descriminação racial e religiosa rodam os 50%. O Luxemburgo é o que menos descrimina mantendo-se sempre abaixo dos 10%. As descriminações quanto a idade e quanto ao género são as que têm maior percentagem neste estudo ultrapassando os 20%. No caso português o mesmo não acontece, pois quanto ao género mantêm-se abaixo dos 20%, mas na idade chega a ir até os 32%.
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