Renault promove iniciativa para sensibilizar a sociedade para a existência, e vantagens, da mobilidade elétrica, assinalando o Dia Internacional sem Carros.
Celebra-se no dia dia 22 de setembro, o Dia Internacional sem Carros e a Renault, para o assinalar, retirou os veículos do concessionário, transformando-o na Oficina das Pessoas. A propósito da Semana Europeia da Mobilidade, a “ideia fora da caixa”, como a designou Miguel Oliveira, diretor de comunicação e imagem da Renault Portugal, hoje, na apresentação da campanha, pretende “sensibilizar e motivar a sociedade para repensar as suas estratégias de mobilidade urbana”. A ação resulta da “legitimidade” que a marca de automóveis tem conquistado, através da gama de veículos elétricos, lançada em 2000 e, por isso, pioneira no mercado, e das práticas que desenvolve.
“A Oficina das Pessoas faz um check-up às pessoas e não aos automóveis”, disse o diretor de comunicação e imagem da Renault Portugal. Recorrendo ao Renault Zoe, o carro elétrico que apresenta uma autonomia real de 300 quilómetros, consome 1,30 euro por quilómetro, emitindo quantidades residuais de gases poluentes, a Oficina das Pessoas, em exposição, amanhã, nos concessionários da Boavista, no Porto, e de Chelas, em Lisboa, apresenta três áreas relacionadas com os atributos do Renault Zoe – a da performance, com dicas de exercícios físicos, a da poupança, com dicas para cozinhar saudável e barato, e a área do silêncio.
Ao InfoRH, Miguel Oliveira referiu que “o desenvolvimento da mobilidade elétrica está a ser feito mais pelas empresas do que pelos particulares”. “Há uns anos tínhamos muitas empresas que nos contactavam e nos solicitavam propostas de orçamentos para os carros elétricos e que não se consumavam. Hoje querem automóveis elétricos e compram automóveis elétricos”, esclareceu.
Para o diretor de comunicação e imagem da Renault Portugal, “o desenvolvimento da mobilidade elétrica realizar-se-á através da progressiva compreensão que as pessoas irão tendo dos benefícios e dos inconvenientes a ela associados”. É preciso, então, convencê-las e, especialmente, os colaboradores, “porque tenderão a saber explicar muito melhor” os produtos. “A nossa preocupação é que todos os produtos que desenvolvemos sejam acessíveis à maior parte das pessoas. Nós desenvolvemos a tecnologia pelos carros para que as pessoas a possam ter”, afirmou Miguel Oliveira.