ASSINAR NEWSLETTER
Domingo, Agosto 2, 2026
  • Login
RHmagazine
  • RHmagazineLEIA AQUI GRATUITAMENTE!
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós
No Result
View All Result
RHmagazine
No Result
View All Result

Artigo: Gestão do Talento

IIRH Por IIRH
5 de Agosto, 2019
em ARTIGOS TÉCNICOS
0
134
Partilhas
1.3k
Visualizações
Arménio Rego
Lead Lab da Católica Porto Business School
Miguel Pina e Cunha
Professor na Fundação Amélia de Mello de Liderança da Nova School of Business and Economics

Não é necessário ser talentoso para ter talento. Muitas pessoas talentosas não dão mostras, mediante o seu desempenho, do seu talento. E muitas pessoas menos talentosas, mas dotadas de perseverança e outras qualidades, adquirem e revelam talento.

A má “gestão do talento” entende o talento como capital fixo. A boa entende-o como capital que pode ser desenvolvido. Todos podemos ter talento. Daqui decorre a necessidade de as organizações e os seus líderes atuarem como multiplicadores de talento

Crença ou realidade?

Uma empresa portuguesa constituiu uma “bolsa de talentos” com base, em parte, nas avaliações de desempenho. Uma investigação concluiu que a gestão de talentos é eficaz porque os colaboradores da bolsa denotam melhor desempenho! Estranho, não é?! Mais estranho é que as diferenças nas cotações de desempenho, entre os talentosos e “os outros” eram modestas e nem sempre estatisticamente significativas. Mais: alguns membros da bolsa de talentosos apresentavam cotações de desempenho pelo menos iguais a cotações obtidas pelos “outros”. Moral da história: quando se acredita em algo e não se está disposto a questionar a crença, é fácil encontrar “evidência” que sustente a crença.

Não contestamos o valor da gestão de talento. O que nos preocupa é o modo como é interpretada e concretizada. Gerir “talento” é diferente de gerir “talentosos”, sobretudo se por “talentosos” se entender “pessoas com talento inato”. O talento está potencialmente presente em todas as pessoas. Mesmo uma “vulnerabilidade” como a dislexia não obstou ao talento estelar de empreendedores como Ingvar Kamprad (IKEA), Richard Branson (Virgin) ou Henry Ford [6, 8, 12]. Um de nós conhece um jovem economista português que transformou gaguez e timidez em fonte de energia. Após várias experiências internacionais em funções de liderança de equipas, trabalha agora na Suécia, numa multinacional conhecida. Alguém o teria inserido numa bolsa de talentos?!

O talento de quem ficava sempre  em último

“Era muito mau, ficava sempre em último”. “(…) Só o convidei para ficar a treinar connosco por causa da determinação que ele demonstrava, a sua insistência, o nunca desistir.  Os outros miúdos eram melhores, mas [ele] era o mais determinado (…). Houve quem achasse que o miúdo nunca daria nada de especial”. Estas expressões[5, 7] são de Hélio Lucas, treinador de Fernando Pimenta, o canoísta medalhado olímpico. Pimenta não era talentoso. Mas conquistou talento. Diferentemente, alguns talentosos nunca saem da “cepa torta”. Quando Pedro Candeias perguntou a Luís Figo se alguns miúdos com quem ele havia treinado poderiam ter ido longe, o melhor futebolista do mundo em 2001 retorquiu [3]: “Tive muitos companheiros muito melhores do que eu, mas que por uma razão ou outra não conseguiram atingir aquele nível. Eu acho que a qualidade não é o fator mais importante”. Candeias indagou-o: “Então?”. Figo respondeu: “Dedicação, treino, persistência, mentalidade, paixão: isso supera 100 vezes a qualidade técnica e individual”.

Estrelas que, afinal, são cometas

Talentos criados, em vez de nascidos, não são um exclusivo do mundo desportivo. Investigadores da Harvard Business School [4] analisaram o percurso de analistas estrelas de Wall Street que transitavam para outras empresas. Concluíram que as estrelas se comportavam como cometas: o estrelato não se mantinha. Eis as razões:

  • O desempenho da estrela depende significativamente do contexto em que trabalha, designadamente dos companheiros de equipa. Quando a estrela se transfere não leva consigo o contexto nem o conhecimento tácito nele presente.
  • Quando a nova estrela chega à empresa, a mensagem veiculada aos colaboradores atuais é que a estrela é melhor do que eles e que eles jamais poderão alcançar esse estatuto. Os colaboradores mais leais sentem-se preteridos e desmoralizam. Acreditam que, para alcançar posições de liderança, terão que abandonar a organização.
  • A estrela tem dificuldade em abandonar a “fórmula” que resultara na anterior empresa e em aprender a “fórmula” da nova organização.
  • As estrelas não permanecem muito tempo na nova organização, apesar da choruda compensação. O investimento no seu estrelato não é, pois, rentabilizado.

Os investigadores extraíram a lição: é arriscado contratar estrelas no exterior, sendo mais apropriado desenvolvê-las internamente e retê-las. O insuspeito Jeffrey Pfeffer [9], consultor e professor na Universidade de Stanford, também argumentou que “a guerra pelos talentos é perigosa para a saúde da organização”. Do seu ponto de vista, a compensação faustosa das “estrelas da companhia” prejudica o trabalho de equipa e dificulta a aprendizagem e a disseminação das boas práticas. Gera sangria dos bons “jogadores de equipa”. As organizações que recrutam os melhores talentos podem tornar-se arrogantes. Por terem muitas estrelas, julgam-se imbatíveis. Mas acabam vencidas por organizações dotadas de pessoas determinadas e com forte espírito de equipa.

Líderes como multiplicadores de talento

Gerir “talento” é distinto de gerir “talentosos”. É possível que algumas pessoas nasçam com talento. Mas daí não decorre que o usem devidamente. Essas pessoas podem, aliás, tornar-se arrogantes, fracas jogadoras de equipa, excessivamente autoconfiantes, hiperotimistas e insensatas. Fábio Paim integrou a Seleção de Portugal sub-20 há mais de uma década. Dele disse Cristiano Ronaldo: “Se acham que eu sou bom, esperam até ver o Fábio Paim”. Mas o talento foi desperdiçado. Paim passou por três dezenas de clubes, sempre em queda. Reconheceu [11]: “O Cristiano Ronaldo é de outro mundo. Atualmente não pode haver comparação. No passado, sim. Se calhar, eu até tinha mais condições do que ele. Mas não tinha o que ele tem, que é a força, a vontade de ganhar, de ser aquilo que você quer ser. Porque ele é um jogador muito trabalhador e eu não tinha isso. Eu tinha a qualidade, se calhar até mais que ele, mas não tinha o resto. Preferia ter muito menos qualidade e ter a outra parte, aí sim, poderia ser um dos melhores do mundo. Mas ninguém nasce perfeito. Achei que só com o talento chegaria [ao topo], mas não”.

Este lado mais escuro de um diamante contrasta com o lado brilhante adquirido por “pedras brutas”. A determinação e a resiliência perante adversidades e fracassos podem compensar uma inicial falta de talento. Essa “garra” pode construir talento, mesmo no mundo empresarial. Os líderes são cruciais, tanto para potenciar talentos como para multiplicá-los. Os líderes multiplicadores de talento [13] podem ser assim caracterizados:

  • Acreditam que o talento está por todo o lado, se manifesta de vários modos e pode ser cultivado.
  • Procuram modos dos talentos de cada um ser aproveitados.
  • Toleram os erros (honestos) e tomam-nos como oportunidades para aprendizagem.
  • Atuam como “coaches” dos liderados.
  • Capacitam os outros para operar com autonomia.
  • Permitem que as pessoas obtenham resultados e recompensam-nas.
Implicações para a ação

Ao catalogarmos pessoas “especiais” como talentosas, incorremos no risco de, indiretamente, classificar as outras como desprovidas de talento. Essa decisão comunica uma mensagem: os “outros” não têm capacidade para chegar à bolsa de talentos. Esta mensagem declina a autoconfiança desses “outros”. Menor autoconfiança gera menor desempenho. Resultado: a profecia confirma-se! Este é, porventura, o pecadilho mais comum dos programas de gestão de “talentosos” – nos quais, aliás, ninguém se lembra de incluir colaboradores mais velhos. As empresas e os seus líderes podem tomar diversas medidas, e a mais importante é, porventura, a criação de oportunidades para que todos possam ser “estrelas”.

As estrelas nascem, sobretudo, da determinação, da dedicação e do desejo permanente de melhoria. Compreendem o papel da liderança de si mesmos, refletindo, buscando conselhos, usando mentores, deixando-se gerir [10]. O estrelato não é um dado – é um processo que permite alcançar níveis excelentes de desempenho[2]. O contexto conta. E as práticas de gestão e de liderança contam especialmente. Hierarquias e controlos apertados, equipas e líderes que matam o mensageiro da má notícia, práticas de gestão e liderança que impedem as pessoas de fazerem o que sabem fazer melhor (imagine o que ocorreria ao talento do CR7 se o obrigassem a jogar como defesa) – eis o que inibe ou destrói o talento. Paradoxalmente, criar bolsas de talentos pode destruir (ou desaproveitar) muito talento.

Exemplos de práticas que podem fomentar desempenhos estrelares[1]
  • Crie oportunidades para que todos possam ser estrelas.
  • Adote políticas abertas e justas.
  • Remova obstáculos.
  • Permita que as estrelas rodem por várias equipas (para contagiarem).
  • Proporcione formação e desenvolvimento para que as estrelas sejam ainda melhores.
  • Use as estrelas como fontes de mentoria e “coaching”.
  • Retenha as estrelas em vez de cortar a direito em processos de “downsizing”.
  • Adote sistemas transparentes de compensação baseada no desempenho.
  • Adote práticas criativas que vão ao encontro das idiossincrasias dos indivíduos.
Referências
[1] Aguinis, H. & Bradley, K. J. (2015). The secret sauce for organizational success: Managing and producing star performers. Organizational Dynamics, 44, 161-168.
[2] Aguinis, H. & O’Boyle Jr., E. (2014). Star performers in twenty-first century organizations. Personnel Psychology, 67(2), 313-350.
[3] Candeias, P. (2014). “Aprendi a fintar na rua: quatro pedras, duas balizas, um contra o outro” (Entrevista a Luis Figo). Expresso Economia, 8 de novembro, 38.
[4] Groysberg, B., Nanda, A., & Nohria, N. (2004). The risky business of hiring stars. Harvard Business Review, 82(5), 92-100.
[5] Guedes, R. T. (2016). O que é preciso ter para ganhar. Visão, 28 de julho, 30-35.
[6] Markowitz, E. (2011). Dyslexia fosters entrepreneurs? Inc. May 11.
[7] Marques, N. (2016). O conquistador. Expresso E, 30 de julho, 28-38.
[8] McFadden, R. D. (2018). Ingvar Kamprad, founder of Ikea and creator of a global empire, dies at 91. The New York Times, January 29, A1.
[9] Pfeffer, J. (2001). Fighting the war for talent is hazardous to your organization’s health. Organizational Dynamics, 29(4), 248-259.
[10] Rego, A. & Cunha, M.P. (2016). Que líder sou eu?. Lisboa: Sílabo.
[11] Schmidt, T. & Veríssimo, P. (2017). Sob a sombra de CR7, Fábio Paim queria ser brasileiro: “Deveria ter nascido aqui”. Globeesporte, 2 de setembro.
[12] Tickle, L. (2015). Dyslexic entrepreneurs – why they have a competitive edge. The Guardian, 15 January.
[13] Wiseman, L. & McKeown, G. (2010). Bringing out the best in your people. Harvard Business Review, May, 117-121.
Artigo publicado na edição 116 da RHmagazine, maio/junho de 2018.
Mais sobre ArtigosGestão de talento
Notícia anterior

Boas práticas de Employer Branding: #eusouRandstad

Notícia seguinte

Coaching: a visão de Sofia Calheiros

Recomendamos

Artigo técnico. Perceções de exploração organizacional: impacto no bem-estar dos trabalhadores

Artigo técnico. Perceções de exploração organizacional: impacto no bem-estar dos trabalhadores

28 de Julho, 2026
Subsídio de férias: quando cumprir a lei exige mais do que aplicar uma fórmula, por Ana Azevedo Payroll Manager

Subsídio de férias: quando cumprir a lei exige mais do que aplicar uma fórmula, por Ana Azevedo Payroll Manager

25 de Junho, 2026
Profissionais adiam mudanças de carreira num mercado de recrutamento transformado pela IA

Profissionais adiam mudanças de carreira num mercado de recrutamento transformado pela IA

25 de Junho, 2026
Quase 40% das empresas em Portugal já estão a preparar-se para a saída dos Boomers

Artigo técnico. O imperativo da longevidade: uma gestão das pessoas para o futuro

12 de Maio, 2026
Artigo técnico. É um chefe helicóptero? A tirania híper-controladora

Artigo técnico. É um chefe helicóptero? A tirania híper-controladora

23 de Março, 2026
Artigo técnico. RH em transformação: entre desafios e oportunidades

Artigo técnico. RH em transformação: entre desafios e oportunidades

10 de Março, 2026
VEJA MAIS
Notícia seguinte
sucesso

Coaching: a visão de Sofia Calheiros

  • MAIS POPULARES
  • ÚLTIMAS
Academias de formação: da visão à transformação

Academias de formação: da visão à transformação

11 de Março, 2026
Carla Caracol assume liderança de RH de Engineering & Construction na Proman

Carla Caracol assume liderança de RH de Engineering & Construction na Proman

10 de Março, 2026
Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

Já disponíveis as tabelas de retenção de IRS para 2026. Veja aqui!

6 de Janeiro, 2026
Crónica: O que é isso de Mindset Digital? – por Catarina João Morgado, PwC’s Academy

Crónica. “Entre a crítica, a leveza e 100.000 pessoas a dançar”, por Catarina João Morgado

31 de Julho, 2026
“Simples, eficaz e integrada”: Michael Page aposta em marca única para reforçar resposta às empresas

“Simples, eficaz e integrada”: Michael Page aposta em marca única para reforçar resposta às empresas

31 de Julho, 2026
Tem uma proposta de emprego em vista? Nova funcionalidade da Coverflex quer garantir que não lhe escapa nenhum detalhe

Tem uma proposta de emprego em vista? Nova funcionalidade da Coverflex quer garantir que não lhe escapa nenhum detalhe

30 de Julho, 2026

Agenda de Eventos

Out 20
8:30 - 18:00

Global Talent Day 2026

Nov 3
Novembro 3 @ 8:00 - Novembro 5 @ 17:00

Conferência: Labour Law Day

Nov 4
Novembro 4 @ 8:00 - Novembro 6 @ 17:00

Conferência: Transparência Salarial

Nov 5
10:00 - 16:00

This Is Me- Associação Salvador

Nov 24
Novembro 24 @ 8:00 - Novembro 26 @ 17:00

Conferência: Total Rewards Day

Ver calendário
TODOS OS EPISÓDIOS AQUI

Passaporte

Novo ciclo no ISEG. Mário Caldeira assume presidência até 2030

Novo ciclo no ISEG. Mário Caldeira assume presidência até 2030

30 de Julho, 2026
A arquitetura do futuro é híbrida e desenha-se na S+A. Entrevista a Mafalda Carvalho

Mafalda Carvalho é a nova DRH da SER – Senior Exclusive Residences

28 de Julho, 2026
Gi Group Holding Portugal anuncia nova liderança. Saiba quem sucede a Thomas Marra

Gi Group Holding Portugal anuncia nova liderança. Saiba quem sucede a Thomas Marra

15 de Julho, 2026

Newsletter Semanal

  • 15.2k Fans
  • 3k Followers
  • 1.4k Subscribers

RHmagazine | Leia gratuitamente

Vídeos | Eventos by iiRH

https://www.youtube.com/watch?v=gaMUX4V0g_k
https://www.youtube.com/watch?v=2vJi28grd30&t=16s

assinatura da newsletter

O IIRH-Instituto de Informação em Recursos Humanos é o mais importante ponto de encontro do setor da Gestão de Pessoas de Portugal e é detentor da marca RHmagazine. No IIRH proporcionamos interações relevantes aos profissionais de Recursos Humanos, a empresas fornecedoras do setor e a estudiosos da área. Somos inovadores e influentes, criamos conhecimento através dos nossos Estudos e Publicações (RHmagazine, Guias práticos e eBooks) e proporcionamos experiências diferenciadoras de networking nos nossos eventos físicos (Fórum RH, Global Talent Day e Prémios RH) e digitais (webinares). 

Compartilhamos informações transformadoras para as empresas. Facilitamos o networking , criamos oportunidades!  

Somos 100% RH há 28 anos!

Acompanhe-nos nas Redes Socias

Twitter Facebook-f Youtube Instagram Linkedin

© 2020 IIRH. All rights reserved.

Made with ❤ by JCG

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • RHmagazine
    • Ler a RHmagazine Digital GRATUITAMENTE
    • Saiba mais sobre a RHmagazine
    • Arquivo de edições da RHmagazine
    • Assinar a RHmagazine (papel)
  • ATUALIDADE
    • MERCADORH
      • NOTÍCIAS DO MERCADORH
      • PESSOASRH
      • PASSAPORTE
      • CRÓNICAS & OPINIÃO
      • MERCADO DOS BENEFÍCIOS by Edenred
    • ESTRATÉGIA
      • RECRUTAMENTO & ONBOARDING
      • APRENDIZAGEM, FORMAÇÃO E COACHING
      • SAÚDE E BEM ESTAR
      • COMPENSAÇÃO & REMUNERAÇÃO
      • SOFTWARES RH
      • DIREITO DO TRABALHO
      • TENDÊNCIAS RH
      • GESTÃO DA CARREIRA RH
      • ARTIGOS TÉCNICOS
  • EVENTOSRH
    • EVENTOS ONLINE WEBINARS
    • EVENTOS PRESENCIAIS
  • BIBLIOTECARH
    • GUIAS | EBOOKS | ESTUDOS
    • PODCASTS
  • FORNECEDORESRH
  • FormaçãoRH
  • Sobre nós

© 2020 IIRH - All rights reserved. (function(e,t,o,n,p,r,i){e.visitorGlobalObjectAlias=n;e[e.visitorGlobalObjectAlias]=e[e.visitorGlobalObjectAlias]||function(){(e[e.visitorGlobalObjectAlias].q=e[e.visitorGlobalObjectAlias].q||[]).push(arguments)};e[e.visitorGlobalObjectAlias].l=(new Date).getTime();r=t.createElement("script");r.src=o;r.async=true;i=t.getElementsByTagName("script")[0];i.parentNode.insertBefore(r,i)})(window,document,"https://diffuser-cdn.app-us1.com/diffuser/diffuser.js","vgo"); vgo('setAccount', '610690736'); vgo('setTrackByDefault', true); vgo('process');